segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Covid-19: Guiné-Bissau com mais 10 infetados para um total de 2.413



Bissau, 26 out 2020 (Lusa) - A Guiné-Bissau registou na última semana mais 10 casos positivos para o novo coronavírus, elevando o total para 2.413, e registou mais 30 recuperados, segundo dados divulgados hoje pelo Alto-Comissariado para a Covid-19.

Segundo o boletim epidemiológico relativo ao período entre 14 e 24 de outubro, o país registou mais 10 casos positivos para o novo coronavírus, 30 recuperados, e tem atualmente 518 casos ativos.

Do total de casos positivos, 1.848 já recuperaram.

O Alto-Comissariado para a Covid-19 na Guiné-Bissau manteve o número de vítimas mortais em 41.

Por regiões, o Setor Autónomo de Bissau é onde foram detetados mais casos positivos para o novo coronavírus, seguido das regiões de Biombo, Bafatá e Cacheu.

O arquipélago dos Bijagós permanece sem registo de casos.

Durante o período entre 14 e 24 de outubro foram testadas no país 1.318 pessoas, das quais 691 com viagens marcadas.

Em setembro, depois de vários meses em estado de emergência, as autoridades guineenses declararam a situação de calamidade e emergência de saúde até ao início de dezembro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e quase 42,7 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Em África, há 41.262 mortos confirmados em mais de 1,7 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

Angola regista 268 óbitos e 9.381 casos, seguindo-se Cabo Verde (94 mortos e 8.396 casos), Moçambique (86 mortos e 11.986 casos), Guiné Equatorial (83 mortos e 5.079 casos), Guiné-Bissau (41 mortos e 2.413 casos) e São Tomé e Príncipe (15 mortos e 935 casos).

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de mortos (quase 5,4 milhões de casos e 157.134 óbitos), depois dos Estados Unidos.

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