quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Eleições no STJ/Dois candidatos desistem da corrida para a liderança da corte suprema da justiça guineense


Bissau,08 Dez 21(ANG) – Dois candidatos à presidência do Supremo Tribunal de Justiça(STJ), respectivamente, Osires Francisco Pina e Juca Armando Nancassa, anunciaram as suas desistências à corrida ao cargo.

A comissão eleitoral para as eleições do presidente do Supremo Tribunal de Justiça admitiu no passado mês de Novembro, três candidaturas para a liderança daquele órgão judicial, cujas eleições estão marcadas para 10 de Dezembro.

Segundo a deliberação divulgada à imprensa, a lista provisória de candidatos inclui os juízes conselheiros Osíris Francisco Pina Ferreira, José Pedro Sambú e Juca Armando Nancassá.

A deliberação determina igualmente que 11 juízes conselheiros e um juiz desembargador têm capacidade eleitoral ativas nos "termos da lei orgânica dos tribunais de justiça".

De acordo com a carta de anúncio de não participação de Osires Francisco Pina, entregue ao Presidente da Comissão Eleitoral do Supremo Tribunal de Justiça, Humilhano Alves Cardoso, Pina alegou a prevalência ainda do que considera de “vícios e irregularidades” no processo.

Por sua vez, Juca Armando Nancassa, outro pretendente ao cargo do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça entregou hoje a sua carta de desistência alegando a “desvalorização e desqualificação da administração da Justiça” no país.

Com essas desistências anunciadas, o Presidente da Comissão Nacional de Eleições, José pedro Sambú permanece isolado na corrida à presidência do Supremo Tribunal de Justiça, para preencher a vacatura provocada pela morte repentina ,em Agosto passado, de Saido Baldé, que cumpria apenas alguns meses de seu mandato.

Conosaba/ANG/ÂC//SG

VI° Congresso do PRS: DIONÍSIO CABI PROMETE QUE PRS JAMAIS SERÁ “BENGALA DO PODER”


O Candidato à liderança do Partido da Renovação Social (PRS) e líder da Aliança Renovadora para Restauração do PRS, Dionísio Kabi, prometeu esta terça-feira, 07 de dezembro de 2021, que se for eleito presidente do Partido no VI° Congresso, o PRS jamais será “bengala do poder” para as pessoas.

Dionísio Kabi falava no lançamento oficial da sua campanha de eleição à presidência do PRS no VI° congresso do partido, realizado na sede histórica do partido, em Kundok, no bairro de Míssira, em Bissau.

Dionísio Cabi realçou que o PRS desempenhou um papel importante na tomada da segunda independência da Guiné-Bissau, que é afirmação da verdadeira democracia e de liberdade de expressão.

Cabi defendeu a união e trabalho no partido para conquistar os eleitorados e, por conseguinte, dirigir o país depois do próximo embate eleitoral na Guiné-Bissau.

O candidato à liderança dos renovadores lembrou que, após o desaparecimento físico do fundador do partido Kumba Yalá, o PRS perdeu o carisma, porque “os seguidores da obra não procuraram adaptar-se às estruturas do partido para acompanhar a dinâmica, acabando por estrangular tudo o que ele tinha feito”.

Dionisio Cabi assegurou que, com a sua liderança, os militantes terão liberdade de pensamento, de ideias e de opiniões para o bem do partido.

Adiantou que internamente, no partido, não haverá questões étnicas e os responsáveis do presídio passarão a ser avaliados pela sua competência e qualidades.

Dionisio Cabi afirmou que o Partido da Renovação Social perdeu a última eleição, porque não foram respeitados os critérios normais em função das bases eleitorais que suportam o partido nos embates eleitorais, por causa de “amiguismo e meios financeiros”.

“Isto não pode acontecer no meu mandato”.

Por: Aguinaldo Ampa
Foto: A.A
Conosaba/odemocratagb

MADEM-G15 APELA SEUS DEPUTADOS A APONTAREM ERROS DE GOVERNAÇÃO COM PRUDÊNCIA

O Secretário Nacional do Movimento para a Alternância Democrática (MADEM G-15), Abel da Silva, apelou aos deputados da bancada parlamentar do seu partido a apontarem erros de governação com “prudência” para evitar de dar “tiros nos próprios pés”, porque o que se passa neste momento no país não “é um mar de rosas”.

Abel da Silva disse que os parlamentares do partido que suporta a atual governação não devem agradar a ninguém na Assembleia Nacional Popular, mas sim ter coragem de apontar erros com prudência.

Da Silva falava na abertura da jornada parlamentar do MADEM-G15, sob tema: “proposta do enquadramento do Orçamento Geral do Estado 2022 e o plano nacional de desenvolvimento”.

Da Silva disse que um deputado que não sabe transmitir a preocupação e a vontade do povo, “deixa de fazer o seu papel fundamental”.

O dirigente político sublinhou que o objetivo do MADEM-G15 é mudar o rumo do país e não aplaudir erros.

Neste sentido, pediu aos deputados da nação para continuarem a trabalhar de acordo com os estatutos do deputado e do regimento da Assembleia Nacional Popular e no quadro constitucional da lei da República, respeitando sempre os limites que a Constituição preserva.

“Devemos apontar erros para poder ajudar para que haja boa governação e o desenvolvimento do país. Um deputado deve fazer críticas construtivas e não deve aceitar que seja conduzido a dar tiro nos nossos pés”, alertou.

Por seu lado, o líder da bancada parlamentar do MADEM-15, Abdu Mané, realçou que os instrumentos da governação são Orçamento Geral do Estado e o programa de governação, por isso defendeu que é importante que haja uma discussão prévia antes da sua aprovação, porque “o mundo está a sofrer por causa da pandemia que abalou a economia mundial”.

Por: Noemi Nhanguan
Foto: N.N
Conosaba/odemocratagb

ANTÓNIO ARTUR SANHÁ DENUNCIA QUE “MÃOS OCULTAS” QUEREM PERTURBAR O PRS

Um dos candidatos a presidente do Partido da Renovação Social (PRS), António Artur Sanhá, denunciou que existem “mãos ocultas, irresponsáveis e venenosas” que querem perturbar o funcionamento do partido e chama atenção a esses indivíduos que se abstenham de se meter nos assuntos internos do partido.

António Artur Sanhá fez essa denúncia esta terça-feira, 7 de dezembro de 2021, em contestação à forma como o processo da organização do VI° Congresso do partido está a ser gerido, sobretudo na escolha de delegados que decorreu a 4 de mês em curso em todo o território nacional.

O dirigente do PRS não foi específico na sua comunicação, nem disse de quem seriam essas “mãos ocultas”, mas frisou que as mesmas têm como principais vetores alguns dirigentes do partido, tendo avisado que a sua candidatura não vai permitir que os acontecimentos ocorridos no congresso de 2017, no ilhéu de Gardete, arredores de Bissau, se repitam no Congresso previsto para de 16 a 19 de dezembro em curso.

Na sua mensagem de contestação dirigida aos militantes do partido e aos delegados ao Congresso, Sanhá criticou o que chama “desvalorização” dos princípios fundamentais dos estatutos do partido e recrutamento “indevido” de indivíduos não militantes e que não reúnem as exigências imperativas para os cadernos eleitorais, criando “votos fantasmas” e manipulações por “pré-combinação”, violando “gravemente” as condições da capacidade eleitoral estabelecidas nos números 1 a 3 do art. 7 do regulamento do congresso.

Segundo Artur Sanhá, houve irregularidades gritantes na escolha de delegados ao Congresso, atitudes essas que podem afundar ainda mais o partido e denunciou que em Catió elementos que apoiam Alberto Nambeia ignoraram todos os procedimentos estabelecidos, privilegiando a lista do candidato a sua própria sucessão.

“Na região de Oio, setor de Mansoa, no dia 28 de novembro passado, o coordenador do partido para esta região, Cláudio Quebai, foi alvo de tentativa de agressão na sua própria casa em Mansoa”, denunciou Artur Sanhá.

Artur Sanhá revelou ainda que na região de Gabu no universo de 752 delegados que estavam previstos para votar, apenas 214 votaram.

“Destes, a maioria foi trazida de outras localidades com orientação de voto e a facilidade de votar”, indicou na sua nota de contestação, frisando que o presidente da comissão Comissão Organizadora do Congresso (C.O.C) do setor de Bula, região de Cacheu, não é membro do Conselho Nacional (CN), contrariando os estatutos do partido.

“Tudo isso demonstra uma incoerência total entre atitudes protagonizadas pela C.O.C e o lema do VI congresso “legado de Dr.Kumba Yalá face aos novos desafios”, ferindo os princípios da liberdade, da transparência e da justiça.

Por: Filomeno Sambú
Foto: F.S
Conosaba/odemocratagb

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA COLOCAM 17 MILHÕES DE DÓLARES A DISPOSIÇÃO DO GOVERNO GUINEENSE

O departamento da Agricultura dos Estados da América (USDA), através de McGovern-Dole, Programa Internacional de Alimentação Escolar e Nutrição de Crianças, disponibilizou 17 milhões de dólares ao governo da Guiné-Bissau através da Catholic Relief Services-CRS, para implementação do projeto MeREECE (melhoria do Rendimento Escolar e Económico das Comunidades Educativas na Guiné-Bissau).

O projeto lançado esta segunda-feira, 07 de dezembro de 2021, com a duração de quatro anos, de 01 de outubro de 2019 a 30 de setembro de 2023, prevê atingir 197, 419 beneficiários, nas 350 escolas e comunidades das regiões de Oio, Cacheu, Bafatá, Gabu e Quinará, onde está a ser implementado, bem como melhorar a aprendizagem das crianças em idade escolar, aumentar o uso de práticas de saúde, nutrição e alimentação dos alunos.

O ato teve lugar em Nhacra, região de Oio, e contou com as presenças do representante da embaixada dos EUA com residência em Dakar, Charles Musselman, e da diretora regional da Catholic Relief Services-CRS para a África Ocidental, Jannifer Overton.

No seu discurso, o ministro da Educação Nacional e Ensino Superior, Cirilo Mama Saliu Djaló, alertou que o ministério da educação será vigilante e rigoroso quanto à distribuição desses géneros (arroz, feijão e óleo alimentar) nas quatro regiões.

Em reação às preocupações levantadas por diferentes entidades em relação à situação do setor do ensino guineense, o ministro disse que o governo tudo fará para que o direito à educação, consagrado na Constituição, não seja comprometido e pediu aos professores para serem patriotas, porque “greves no setor da educação não vão ajudar no desenvolvimento do país”.

“São 17 milhões de dólares, impostos de outros povos doados para o bem-estar das nossas crianças, portanto esses géneros devem ser bem geridos e colocados à disposição dos seus destinatários”, salientou.

Frisou que o ministério da educação tem uma rede completa de vigilância a começar pelos pais e encarregados de educação, poder tradicional (régulos, Imames e chefes de tabancas), governos regionais, professores, diretores das escolas e a Polícia Judiciária para controlar a gestão desses géneros.

“Quem desviar pelo menos um quilograma de arroz, feijão ou óleo alimentar será punido de acordo com a lei”, alertou e pediu a união de esforços, diálogo sério, permanente e inclusivo com os sindicatos do setor

As atividades do projeto incluem a melhoria da assiduidade dos professores e dos alunos, o fornecimento de refeições escolares, formação de professores, criação de grupos de poupança e crédito nas comunidades e reforço de capacidades aos parceiros.

O projeto MeREECE trabalha em parceria com o governo da Guiné-Bissau, através dos Ministérios da Educação Nacional e Ensino Superior e da Saúde Pública e com parceiros de implementação: Plan Internacional Guiné-Bissau e Cáritas da Guiné-Bissau.

Por: Filomeno Sambú
Foto: F.S
Conosaba/odemocratagb

Pelé volta a ser internado no hospital para continuar tratamentos a um tumor

O antigo futebolista brasileiro Pelé voltou a ser internado, esta quarta-feira, num hospital de São Paulo para continuar os tratamentos a um tumor no colón, mantendo-se num "estado estável", revelou fonte hospitalar.

Em comunicado, o hospital Albert Einstein especificou que o ex-jogador de 81 anos está bem e que deverá ter alta nos próximos dias.

Em setembro, Pelé passou um mês nesse mesmo hospital, depois de lhe ter sido detetado um tumor no colón em exames de rotina.

Durante esse período, o histórico jogador brasileiro foi operado e passou 10 dias na unidade de cuidados intensivos, primeiro devido a complicações com a cirurgia e depois por causa de dificuldades respiratórias.

Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé, sofreu inúmeros problemas de saúde nos últimos anos, principalmente em 2019, quando foi internado em Paris e depois transferido para São Paulo por causa de um problema renal.

Conosaba/Lusa

Relações entre FMI e a Guiné-Bissau estão no “bom caminho” – chefe de missão

O chefe da missão técnica à execução do programa de referência do Fundo Monetário Internacional (FMI) à Guiné-Bissau, José Giron, disse hoje que as relações entre a organização financeira e o país estão no "bom caminho".

"As relações com o FMI e a Guiné-Bissau estão no bom caminho e esperamos que permita desenvolver relações muito frutíferas no próximo ano", afirmou José Giron à saída de um encontro de cortesia com o chefe de Estado guineense, Umaro Sissoco Embaló.

José Giron chegou terça-feira ao país para integrar a missão técnica que está a realizar a segunda avaliação à execução do Programa de Referência na Guiné-Bissau, que começou a 30 de novembro, de forma virtual, e que poderá permitir a assinatura de um Programa de Facilidade de Crédito Alargado.

"Vamos fazer uma análise dos parâmetros económicos mais importantes, especialmente questões orçamentais. As coisas parecem que estão bem feitas, mas temos de ter as reuniões e analisar os números em conjunto, mas os primeiros dados foram positivos", afirmou José Giron, remetendo mais informação para o final da missão.

A missão de avaliação vai decorrer até à próxima terça-feira e uma terceira avaliação está prevista realizar-se em março de 2022.

O FMI registou, na primeira avaliação, um "progresso satisfatório" na Guiné-Bissau, apesar da difícil situação socioeconómica que o país atravessa, agravada pela pandemia do novo coronavírus.

O Programa Monitorizado pelo Corpo Técnico visa reduzir os grandes desequilíbrios macroeconómicos, intensificados pelo impacto da pandemia provocada pelo novo coronavírus, reforçar a governação e a rede de apoio social, para um desenvolvimento mais inclusivo.

Em Bissau, a missão vai reunir-se com as autoridades políticas locais e com os parceiros multilaterais e bilaterais, com destaque para Portugal, França e Espanha.

O Ministério das Finanças salienta que a Guiné-Bissau não dispõe de um programa com o FMI há três anos, mas que o país continua a ser membro da organização financeira.

Conosaba/Lusa

PM da Guiné-Bissau apresenta ao parlamento Orçamento do Estado mais restritivo

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Nuno Gomes Nabiam, apresentou hoje no parlamento o Orçamento Geral do Estado para 2022, que será "mais restritivo" e manifestou estar otimista com a sua aprovação.

"Espero que sim. É um assunto de interesse nacional. Não vejo contradição, certamente haverá questões a fazer pelos deputados e vamos dar respostas certamente adequadas. Mas de forma geral penso que há consenso para a aprovação do orçamento", afirmou Nuno Gomes Nabiam, questionado pelos jornalistas.

O primeiro-ministro disse que o Governo está a "lutar" para ter um programa com o FMI, "fundamental para a Guiné-Bissau", e que é preciso "assumir certas responsabilidades, porque o fundo deu um teto" e o executivo teve de "trabalhar na base desse teto".

O primeiro-ministro disse o novo orçamento é "muito restritivo em relação aquilo que foi o ano de 2021".

"Mas, de qualquer forma, estamos a trabalhar para melhorar todas as situações", acrescentou.

A proposta do Orçamento Geral do Estado para 2022 tem o valor de cerca de 246 mil milhões de francos cfa (cerca de 375 milhões de euros), contra os 386 milhões de euros aprovados em 2021.

O Orçamento regista um défice de cerca de 67 mil milhões de francos cfa (cerca de 102 milhões de euros).

A proposta apresentada prevê um maior controlo nas despesas com impacto na massa salarial nomeadamente, "suspensão de novas admissões, contratações, reclassificações, equiparações, promoções, movimentação do pessoal diplomático e mudanças de categoria".

O orçamento para 2022 vai também "limitar a concessão de isenções fiscais e aduaneiras, mais especificamente sobre os combustíveis" e restringir "novas obras de reabilitação com exceção das áreas sociais" e "despesas de aquisição de bens e serviços.

Dos 246 mil milhões de francos cfa, 56,8% são destinados a despesas correntes com salários, bens e serviços, juros e transferências, 29% a despesas de investimento de 14,2% a encargos do Tesouro Público.

Conosaba/Lusa

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Parlamento da Guiné-Bissau começa discussão do OGE para 2022 na quarta-feira

Bissau, 07 dez 2021 (Lusa) – O parlamento da Guiné-Bissau começa na quarta-feira a discussão da proposta do Governo do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2022, disseram hoje à Lusa fontes do hemiciclo.

A sessão de hoje não teve lugar por falta de quórum a partir do momento em que as bancadas dos partidos Madem G-15 (Movimento para a Alternância Democrática) e PRS (Partido da Renovação Social) decidiram realizar jornadas parlamentares nas respetivas sedes partidárias para preparar os deputados sobre a discussão do OGE.

Na sessão de hoje estava prevista uma interpelação dos deputados ao primeiro-ministro, Nuno Nabiam, sobre várias situações ocorridas no país nos últimos tempos, mas foi comunicado que o governante não estaria presente, disseram as mesmas fontes.

O deputado José Carlos Monteiro, presidente da comissão especializada do parlamento para questões da Defesa e Segurança tem insistido nos últimos dias com o presidente do parlamento, Cipriano Cassamá, no sentido de pedir a comparência do primeiro-ministro.

Deputado eleito nas listas do Madem G-15, que sustenta o Governo, juntamente com o PRS, pretende ouvir o primeiro-ministro sobre as circunstâncias em que um Airbus A340 foi retido, por ordens do executivo, no aeroporto internacional Osvaldo Vieira de Bissau desde finais de outubro.

Também disse pretender questionar Nuno Nabiam sobre o que considera de comportamento contrário à lei do ministro do Interior, Botche Candé, que recentemente anunciou a criação do seu partido político.

Outros deputados do Madem G-15 e do PRS querem ouvir Nuno Nabiam sobre a situação social do país, marcada por greves em vários setores da administração pública.

Fonte da presidência do parlamento confirmou à Lusa que a interpelação dos deputados ao primeiro-ministro “já não vai ter lugar, por enquanto” e que a partir da sessão de quarta-feira, Nuno Nabiam deverá apresentar a sua proposta de OGE.

O Conselho de Ministros da Guiné-Bissau aprovou em 09 de novembro a proposta do Orçamento Geral de Estado para 2022 no valor de cerca de 246 mil milhões de francos cfa (cerca de 375 milhões de euros), que foi entregue em 30 de novembro no parlamento.

O OGE regista um défice de cerca de 67 mil milhões de francos cfa (cerca de 102 milhões de euros).

Para a cobertura o défice, o Conselho de Ministros autorizou o Ministério das Finanças a contrair os empréstimos concessionários necessários.

Segundo o gabinete do primeiro-ministro guineense, Nuno Gomes Nabiam, no OGE para 2022, o foco continua a ser a apresentação de um orçamento moderado, equilibrado, que estimule o crescimento económico e a competitividade, reforce os rendimentos e proteja o emprego.

O documento vai dar respostas “urgentes e imperiosas” ao setor privado, bastante penalizados pela pandemia provocada pelo novo coronavírus, e apostar no setor agrícola e infraestruturas rodoviárias para “combater a escassez de produtos essenciais e a subida de preços”.

A saúde e a educação “voltam a merecer uma atenção particular”.

Conosaba/Lusa

Equipa de peritos de avião deve chegar à Guiné-Bissau "até final de semana" – Governo

Uma equipa de peritos internacionais, pedida pelo Governo guineense, deve chegar ao país "até final da semana" para inspecionar o avião retido pelas autoridades no aeroporto de Bissau, disse hoje à Lusa fonte do executivo.

Segundo a fonte, a equipa para inspecionar o Airbus A340, retido, por suspeitas sobre a natureza da carga que transporta a bordo, desde 29 outubro, será constituída por técnicos das Nações Unidas, União Africana, agência federal de fiscalização da droga ilícita dos Estados Unidos (DEA) e por peritos da fabricante de aviões Airbus.

Todas estas entidades foram solicitadas por iniciativa do Governo do primeiro-ministro guineense, Nuno Nabiam, de quem partiu a ordem de retenção do avião estacionado na ala militar do aeroporto internacional Osvaldo Vieira de Bissau.

Uma outra fonte do Governo guineense precisou à Lusa que os trabalhos da comissão interministerial instituída para averiguar as circunstâncias da vinda ao país do avião, proveniente da Gâmbia, estão concluídos, faltando agora "uma peritagem minuciosa" para apurar "onde esteve o aparelho e o que transportou antes de chegar a Bissau".

Só depois da peritagem internacional é que serão anunciadas ao país todas as questões envolvidas com o avião, acrescentou a fonte do Governo, que notou que todas as autoridades guineenses pretendem ver esclarecidas a situação.

Conosaba/Lusa

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Obituário/”Morte do ex-futebolista Domingos Cá é uma perda irreparável para o desporto nacional”, diz DG do Desporto


Bissau, 07 Dez 21 (ANG) – O Director-geral do Desporto, disse hoje que a morte do ex- futebolista internacional guineense Domingos Cá, representa uma “perda irreparável” para a classe desportiva do país.

Alberto da Silva Dias que reagia assim à morte de Domingos Cá, em declarações à Agência de Notícias da Guiné (ANG), disse que é com muita tristeza que a Direcção Geral e a Secretaria de Estado da juventude e Desporto tomaram conhecimento do desaparecimento físico do ex-internacional Domingos Cá, no domingo.

Recordou que o malogrado para além de ser jogador, também foi Dirigente Desportivo e funcionário da Secretaria de Estado do Desporto.

“Estou a falar de uma personalidade que deixou grande legado pelo desempenho demostrado neste sector, através da sua dedicação empenho e amor pelo desporto que nunca escondeu enquanto estava de vida”, afirmou Alberto da Silva.

Acrescentou que, ao longo do percurso da vida do falecido, ele nunca se hesitou a olhar para outras opções de vida, acrescentando que o malogrado dedicou e entregou toda a sua vida ao desporto.

Segundo o DG de Desporto, Domingos Cá, conhecido no meio familiar por Agundas, formou-se como técnico de futebol na República Federal de Alemanha, e regressou ao país e foi escolhido para treinar a Selecção Nacional de Futebol da Guiné-Bissau (SNFG), tendo participado em algumas edições da Taça Amílcar Cabral.

“Foi Diretor-geral do Desporto, Chefe de Secretaria de Estado de Desporto, igualmente de Património do mesmo, e também dirigentes da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB),” recordou o DG de Desporto.

A Secretaria de Estado de Juventude e Desporto está a diligenciar apoios para a família enlutada.

Domingos Cá, natural de Bissau, falecido no passado dia 5 de Dezembro, em Portugal, aos 68 anos de idade, foi jogador, de longa carreira, na União Desportiva Internacional de Bissau (UDIB), teve várias internacionalizações na equipa principal da seleção nacional, e esteve igualmente uma temporada como técnico no Sporting Clube da Guiné-Bissau.

Ainda muito jovem dirigentes de Rio Ave, de Portugal vieram até Bissau buscá-lo para assinar o contrato em Lisboa. Em Portugal ainda jogou no Portimonense.

A ANG sabe de fontes familiares que os restos mortais de Agundas, vítima de doença prolongada, devem ser enterrados em Portugal, numa data por indicar.

Conosaba/ANG/LLA/ÂC//SG

Política/Pré-candidatos à liderança do PRS contestam “interferências” do Presidente da República

Bissau, 07 Dez 21 (ANG) - Cinco dos treze pré-candidatos à liderança do PRS não concordaram com o pedido de ponderação feito pelo Presidente Umaro Sissoco Embaló ao PRS quanto a realização do 6º congresso este mês , tendo em conta a pandemia da Covid-19.

Segundo a RFI, o grupo, através de uma carta aberta, pede ao Presidente Sissoco Embaló que não interfira nos assuntos do partido.

Na semana passada o chefe de Estado guineense reuniu-se com a direcção do Partido da Renovação Social e alguns candidatos à presidência do partido

A carta, dirigida ao Presidente Sissoco Embaló, foi assinada por Artur Sanhá, antigo Primeiro-ministro, Dionísio Cabi, ex-presidente do Tribunal de Contas, Florentino Mendes Pereira e Certório Biote, ex-ministros, assim como Domingos Quadé, antigo bastonário da Ordem dos Advogados.

Os cinco candidatos não concordaram com a intenção do Presidente Umaro Sissoco Embaló em ver canceladas todas as actividades políticas no país, nomeadamente o sexto congresso do Partido da Renovação Social convocado para de 16 a 19 de Dezembro de 2021.

Os citados dirigentes do Partido da Renovação Social, exortaram o Presidente Embaló a se afastar das questões internas do partido de Kumba Ialá, lembrando que aquando das eleições presidenciais todos eles se envolveram no apoio à Embaló que agora é o Presidente da Guiné-Bissau.

O próprio presidente em exercício do partido, Nicolau dos Santos, veio a público confirmar que o congresso está de pé e que os trabalhos devem prosseguir.

Os preparativos do congresso continuam. No último fim de semana foram eleitos os delegados ao conclave. Três dos 13 pré-candidatos não foram eleitos pelos delegados, trata-se de Domingos Quadé, Francisco Brandão Pereira e Francisco Yalá.

Conosaba/ ANG/RFI

«EM 2017 - RECORDAR É VIVER!» ENTREVISTA COM O CARISMÁTICO EMPRESÁRIO GUINEENSE, EUSÉBIO MANGO FERNANDES

JORNADAS PARLAMENTARES PARA OS DEPUTADOS DA BANCADA DE MADEM-G15.

Madem-G15 Movimento para Alternância Democrática

PROGRAMA DO DIA:
• TEMA GERAL: Proposta do Enquadramento da Lei do Orçamento Geral do Estado 2022
• PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO 2022.
DIA 07/12/2021.






Lançamento do livro “Deflagrações” de José Luís Hopffer Almada na UCCLA - 16 de Dezembro de 2021

 

Lançamento do livro “Deflagrações” de José Luís Hopffer Almada na UCCLA

Vai ter lugar no dia 16 de dezembro, pelas 18 horas, o lançamento do livro “Deflagrações” da autoria de José Luís Hopffer C. Almada, no auditório da UCCLA.

Com moderação de Adolfo Rodrigues Maria, o lançamento contará com as intervenções de Abílio Bragança Neto e, em vídeo, da Professora Simone Caputo Gomes e do Professor Inácio Pereira.

A sessão integrará um recital com leitura de poemas da obra em apresentação.

Sinopse:

O livro Deflagrações, de José Luís Hopffer C. Almada comporta duas partes distintas, se bem que comungando ambas de intuitos detonadores do status quo vigente: 

1) Uma parte poética que, abrindo, como, aliás, em todos os livros de poesia do autor, com o poema “Autobiografia Ortónima”, atribuído ao ortónimo José Luís Hopffer C. Almada, e agora na sua “Sétima Variação” é atribuída aos nomes literários Erasmo Cabral de Almada e Nzé de Sant´y Ago. Essa primeira parte comporta, por sua vez três “livros”: “Sombras Insepultas” e atribuído a Nzé de Sant´y Ago; “Os Nós da Solidão e outros irrepreensíveis poemas e outros antigos textos colhidos e por vezes refundidos à Sombra do Sol acrescidos de novos prosopoemas” atribuídos a Erasmo Cabral de Almada; e integrando unicamente o longo poema narrativo “Australidades”, de 158 páginas, também atribuído a Erasmo Cabral de Almada, e ele próprio dividido em vários capítulos incluídos em duas partes principais.

2) Uma parte ensaística que pretende desconstruir tudo o que sendo escrito sobre a pertinência ou a impertinência de uma poesia caboverdiana de afro-crioulituide ou de negritude crioula. Para tanto, disseca e analisa várias teorias identitárias sobre o caso caboverdiano, por muito tempo tido como o paradigma do sucesso da ideologia lusotropical, inventada por Gilberto Freyre e recuperada para os fins imperiais pelo colonial-fascismo português.

No que se refere à parte poética do livro, transcrevemos alguns excertos da parte ensaística do livro que se debruçam sobre a obra poética de José Luís Hopffer C. Almada: 

“Muito influenciada pela escrita afro-crioulista e pan-africanista de grandes poetas caboverdianos, nomeadamente de Pedro Cardoso, Kaoberdiano Dambará, Mário Fonseca, Timóteo Tio Tiofe/João Vário, Corsino Fortes e Emanuel Braga Tavares, e desde muito cedo inspirada e germinada na “irritada postulação da fraternidade” de Aimé Césaire, consabidamente conjugadora de um convicto comprometimento político-social com uma liberdade formal plena propiciada pela escrita automática engendrada pelas técnicas surrealistas de criação literária, a poesia de José Luís Hopffer C. Almada destaca-se numa óptica que recupera manifestações culturais afro-crioulas. 

Já na poética atribuída a Erasmo Cabral de Almada privilegia-se uma postura que se quer portadora de um olhar mordaz sobre a sociedade caboverdiana, as atribulações da sua História e as suas hodiernas indagações identitárias, como nos poemas “Parábola sobre o Castanho Sofrimento e a Verde Insurgência das Criaturas das Ilhas”, “Os Nós da Solidão”, “Nas mortes de Corsino Fortes (…) e Baltazar Lopes da Silva, que é o poeta Osvaldo Alcântara”, outros ainda como “Nhu Xinhu” ou “Estátua Imaginada”. 

Tanto na poesia atribuída a Erasmo Cabral de Almada como naquela atribuída a Nzé de Sant´y Ago (assim grafado para substituir o anterior Nzé di Sant´y Águ a partir da edição de Rememoração do Tempo e da Humidade (Poema de Nzé de Sant´y Ago) e aos seus antecessores, aflora a assunção de uma condição de Negro cosmopolita (mesmo se de raízes mistas, como se auto-definiu Barack Obama), deambulante da Europa, da África, das Américas e do Mundo em geral, quiçá camaleónico e sujeito a múltiplas metamorfoses advenientes da sua identidade crioula, todavia não apátrida, e sempre solidário e convivial com os afro-negros e os afrodescendentes europeus e americanos. Integra ademais as poéticas atribuídas aos dois pseudoheterónimos acima referidos uma óptica crítica e/ou épica e historicizante, rememorativa das sagas, das atribulações e das esperanças dos povos africanos, afro-negros e afrodescendentes de todo o mundo, como no longo poema narrativo “Australidades”, constante do presente livro. 

A propósito, em geral, da obra afro-crioulista do autor (...), escreve Ricardo Silva Ramos de Souza (...) na sua dissertação de mestrado (afirmando outras versões da História... Memória e Identidade nas Poéticas de Éle Semog e José Luís Hopffer Almada), defendida na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Dezembro de 2014: “(...) destacamos a pertinência da obra de José Luis Hopffer Almada por considerar e valorizar a dimensão afro-crioula da identidade cabo-verdiana (...)”.

Biografia:

José Luís Hopffer Cordeiro Almada é jurista, ensaísta, poeta, analista e comentador político. Nasceu a 9 de dezembro de 1960, no sítio de Pombal, na Freguesia de Santa Catarina, do Concelho de Santa Catarina da ilha de Santiago, em Cabo Verde. Licenciado em Direito pela Universidade Karl Marx, de Leipzig, na antiga República Democrática Alemã (RDA), e pós-graduado em Ciências Jurídicas, em Ciências Políticas e Internacionais e em Ciências Jurídico-Urbanísticas pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Foi Técnico Superior da Secretaria-Geral do Governo, da Secretaria de Estado da Promoção Social, do Instituto Nacional da Cultura e do Instituto Nacional da Investigação e do Património Culturais. Desempenhou as funções de Director do Gabinete de Assuntos Jurídicos e Legislação da Secretaria-Geral do Governo. 

Associado a diversas iniciativas culturais em Cabo Verde, como o Movimento Pró-Cultura (1986-1998), o suplemento cultural Voz di Letra do jornal Voz di Povo (1986-1987) e o programa radiofónico “Gentes, Ideias, Cultura” (transmitido em 1986-1987 pela Rádio Nacional de Cabo Verde), foi Director da revista Fragmentos (1987-1998), Presidente do Conselho de Administração da revista Pré-Textos, co-fundador da Spleen-Edições (1993), dirigente da Associação de Escritores Cabo-Verdianos (1989-1998) e membro-fundador da Academia Cabo-Verdiana de Letras. Foi igualmente membro da Comissão Nacional para a Apreciação do Acordo Ortográfico do Rio de Janeiro sobre a Língua Portuguesa (1986), da Comissão Nacional da Língua Caboverdiana (1990), do Conselho Nacional da Cultura (1990) e do Grupo para a Padronização do Alfabeto Unificado para a Escrita do Cabo-Verdiano (1994). Foi sucessivamente vice-presidente e presidente da Direção da Associação Caboverdeana de Lisboa, tendo dirigido o seu Departamento de Cultura de 2012 a 2020, no quadro do qual fundou e coordenou a revista online Mundo Caboverdeano. Tem participação regular em colóquios, conferências e congressos tanto em Cabo Verde como noutros países, tais como Angola, Bélgica, Brasil, Cuba, Holanda, Itália, Moçambique, Portugal, Senegal e Suíça. 

Foi e é colaborador de vários jornais e revistas culturais e jurídicas (incluindo as de formato electrónico), com destaque para Voz di Letra (suplemento literário do jornal Voz di Povo), Fragmentos, Ponto & VírgulaVP-Caderno 2 (suplemento cultural do jornal Voz di Povo), Pré-TextosA SemanaCorreio 15Direito e CidadaniaC(K)ultura (revista do Ministério da Cultura de Cabo Verde), África--DebateLusografiasCahiers LusophonesA Semana, Kriolidadi (suplemento cultural do jornal A Semana), O LiberalA NaçãoTertúlia CrioulaTriploVBualaCultura (Revista Angolana de Artes e Letras), Revista Desafios (da Cátedra Amílcar Cabral da Universidade de Cabo Verde), Santiago-Magazine, etc. Está representado em diferentes coletâneas e antologias poéticas e ensaísticas nacionais e estrangeiras, com destaque para Changing Africa[1]The First Literary Generation of Independent Cape Verde, de Gerald Moser, Criolo ou Black Portuguese, organizada por Dulce Araújo, Vozes Poéticas da Lusofonia, organizada por Luís Carlos Patraquim, Rostos da Língua, organizada por Eduardo White, Cabo Verde-Insularidade e Literatura, organizada por Manuel Veiga, Cape Verde - Language, Literature & Music, coordenada por Ana Mafalda Leite; Cabo Verde - Trinta Anos de Cultura, organizada por Filinto Elísio Correia e Silva, Daniel Spínola e Joaquim Morais, Claridade - A Palavra dos Outros, organizada por Auzenda Silva e Fátima Bettencourt, Entre África e a Europa - Nação, Estado e Democracia em Cabo Verde, organizada por Suzano Costa e Cristina Montalvão Sarmento. Autor de vários estudos e ensaios, de entre os quais: Cabo Verde-Homogeneidade e Heterogeneidade Culturais; A Ficção Caboverdiana Pós-Claridosa - Traços Essenciais da sua Arquitectura; A Ficção Caboverdiana Pós-Independência - Continuidade e Ruptura; Estes Poetas São Meus - A Poesia Caboverdiana Pós-Claridosa; Estes Poetas São Meus - Algumas Reflexões sobre A Poesia Caboverdiana, nos Trinta Anos da Independência Nacional; Henrique Teixeira de Sousa - Estações Político-Culturais de uma Vida Plena; Henrique Teixeira de Sousa - Um Claridoso da Segunda Vaga e um Neo-Claridoso na Literatura CaboverdianaO Lugar de Henrique Teixeira de Sousa na Literatura CaboverdianaFuncionalização Político-Ideológica e Síndromas de Orfandade nos Discursos Identitários Cabo-Verdianos (Separata do número temático da revista Direito e Cidadania celebrativo dos Trinta Anos da Independência Nacional), Das Tragédias Históricas do Povo Caboverdiano, da sua Constituição e da sua Consolidação como Nação Crioula Soberana (Período Colonial - versão abreviada); Cabo Verde - Regime de Partido Único e Consolidação Democrática numa Pequena Nação Crioula Soberana; O Caso Amílcar Cabral - Alguns Apontamentos CríticosO Bilinguismo Literário Caboverdiano e O Bilinguismo Oficial Caboverdiano; A Imortalidade em Tempos de Pandemia - Apontamentos Avulsos de um Confinado por mor da Vigente Situação de Calamidade Pública Sanitária; À Guisa de Prefácio ao Livro Nos Tempos de Pandemia, de José Maria Neves. 

Organizou Mirabilis - de Veias ao Sol (Antologia Panorâmica dos Novíssimos Poetas Cabo-Verdianos) (1991; reimpressão corrigida de 1998) e Ano Mágico de 2006 - Olhares Retrospectivos sobre a História e a Cultura Cabo-Verdianas (2008). Publicou: À Sombra do Sol, Volume I e Volume II (1990); Assomada Nocturna (1993), Assomada Nocturna (Poema de Nzé di Sant’ y Águ) (2005); Praianas (Revisitações do Tempo e da Cidade) (2009), Rememoração do Tempo e da Humidade (Poema de Nzé de Sant´y Ago) (2015/2016), Sonhos Caminhantes (2017), Germinações e Outras Restituições de Março - Uma Antologia Pessoal (2019) e, agora, Deflagrações (Spleen-Edições, Praia, Outubro de 2021). Tem utilizado os seguintes nomes literários: Zé di Sant´y Águ, Nzé di Sant’ y Águ (agora grafado Nzé de Sant´y Ago), Amizé di Sant´y Águ, Ezeami di Sant´y Águ, Alma Dofer, Alma Dofer Catarino e Erasmo Cabral de Almada para a escrita de poesia, Dionísio de Deus y Fonteana para a escrita de textos de ficção e de prosa literária em português e em crioulo, e Tuna Furtado para a escrita de artigos e de ensaios de intervenção cultural. 

Foi condecorado com a Medalha de Mérito Cultural, de Primeira Classe, pelo Governo de Cabo Verde, e com a Medalha da Ordem do Vulcão, de Primeira Classe, outorgada pelo Presidente da República de Cabo Verde. 

Reside actualmente em Lisboa. 

Com os melhores cumprimentos, 

Anabela Carvalho

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Tribuna Pública sobre questões da Imigração - Porto, 13 de Dezembro de 2021, 2ª feira, ás 21h, no Auditório da Cooperativa do Povo Portuense, sito na Rua de Camões nº 578, caixa postal - 4000, Porto. Após aprovação da CDU em Reunião Executivo da Camara Municipal do Porto, que permitira a retoma das atividades do Conselho Consultivo Municipal das Comunidades é da maior importância recolher os contributos dos imigrantes que permitam um funcionamento regular e eficaz do Conselho. Vamos contar com a presença da Vereadora Ilda Figueiredo - CDU e a Diana Ferreira, é a deputada do PCP na Assembleia da República.


GUINÉ-BISSAU: COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS ORDINÁRIO

GOVERNAR PARA TODOS

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Confira as medidas anunciadas pelo Coletivo Governamental, após a reunião ordinária semanal do passado dia 02 de dezembro de 2021.



Nuno Gomes Nabiam- Primeiro Ministro da República da Guiné-Bissau