sábado, 18 de abril de 2026

«V ANTALYA DIPLOMACY FORUM, TURKEY» Breve trocas de impressões com as suas Excelências Paulo Rangel, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal e Xavier Bettel, Primeiro-Ministro Adjunto e Ministro de Negócios Estrangeiros do Luxemburgo, sobre a transição politica em curso na Guiné-Bissau e outros assuntos de interesse comum.


Manifestamos a nossa total disponibilidade a cooperar com todos os nossos parceiros, no estrito respeito da nossa soberania, com vista ao retorno da ordem constitucional.

Guiné-Bissau em primeiro lugar 🙏

Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té voltou hoje a Bissau após diálogos com o BM e o FMI em Washington, EUA.




Dr. Cheikh Mamadu Uri Baldé afirmou que a pré-seleção do concurso africano do Alcorão visa identificar os melhores recitadores para representar a Guiné-Bissau. O processo promove a educação islâmica, disciplina e garante uma participação qualificada a nível continental.


Sua Excelência o General do Povo com o seu irmão Presidente Macky Sall ao lado do Presidente Denis Sassou Ngueso

No dia 16 de abril de 2026, Saïd Raïs Umaro Sissoco Embalo marcou presença na posse de sua excelência Denis Sassou Nguesso, recém-eleito presidente do Congo-Brazzaville.
Este evento marcante reuniu vários chefes de estado do continente e vários dignitários do mundo, demonstrando a importância política e diplomática desta cerimônia.
A inauguração foi uma ocasião para celebrar a continuidade política no Congo-Brazzaville, à medida que o presidente Denis Sassou Nguesso começa um novo mandato. Sua liderança é vista como um pilar de estabilidade numa região frequentemente confrontada com desafios políticos. Os Chefes de Estado presentes sublinharam a importância da cooperação e do diálogo regionais para promover o desenvolvimento e a paz na África Central.
Saïd Raïs, reafirmou o compromisso com os valores democráticos e a importância de unir esforços para enfrentar desafios comuns. Esta investidura simboliza não apenas um momento chave para o Congo-Brazzaville, mas também para a sub-região como um todo, fortalecendo os laços entre as nações africanas.
Gossi gora?
@destacar
Morlaye Sylla



Papa Leão XIV já está em Angola para visita de quatro dias


Papa Leão XIV em Angola. © Cristiana Soares

O Papa Leão XIV já chegou a Angola, para uma visita que durará 4 dias e que passará por vários pontos chave do país. O avião aterrou pelas 14:45 horas, no aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda. Trata-se da terceira vez que um Sumo Pontífice visita este país africano, depois das passagens de João Paulo II e Bento XIV. Em Angola, país onde 40% da população é católica, há um ambiente de grande alegria e entusiamo com a visita do líder supremo da Igreja Católica.

Esta visita constitui uma das etapas centrais da sua primeira digressão africana. Depois de passar pela Argélia e pelos Camarões, o Sumo Pontífice inicia hoje um programa que o levará a Luanda, Muxima e Saurimo, três locais que espelham diferentes realidades do país. A expectativa é elevada, tanto do ponto de vista religioso como social e político, num momento em que Angola enfrenta desafios profundos.

Para Dom José Manuel Imbamba, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST) e arcebispo de Saurimo (leste de Angola), a visita acontece num contexto exigente para o país que “atravessa uma crise económica, social e cultural muito, muito profunda que está a afectar o próprio desenvolvimento das famílias e a realização dos seus sonhos”.

O responsável da Igreja Católica acredita que a presença do Papa pode trazer uma mensagem de esperança e mobilização: “É neste ambiente que o Papa trará a sua palavra de conforto, de esperança e de encorajamento”, apontando para a necessidade de construir “uma Angola mais irmanada, uma Angola mais reconciliada”.

A visita do Papa Leão XIV inclui três locais distintos: Luanda, Muxima e Saurimo. Para Dom José Manuel Imbamba, a escolha resulta da dinâmica pastoral do país. “Luanda é a capital política, a capital religiosa. Era incontornável”. Já o Kilamba, onde será celebrada uma missa campal, foi escolhido pela sua capacidade de acolhimento: “uma localidade urbana muito jovem, muito nova e dinâmica e que está a crescer e é o local que ofereceu o melhor espaço para acolher as milhares de pessoas.”

Sobre a Muxima, destacou o peso espiritual: “um santuário mariano, o coração de Angola em termos de espiritualidade mariana”, um espaço “secular que conhece vivências muito fortes”.

Quanto a Saurimo, sublinha o carácter simbólico da visita ao interior do país: “nunca tinham visitado o Leste e por isso achamos por bem que era a altura de o Santo Padre também vir conhecer esta realidade”, de uma região ricas em recursos naturais, mas que contrasta com a pobreza das comunidades.

Para o arcebispo, a visita também deve ser entendida como um sinal para o país no seu todo. “As oportunidades devem ser iguais para todos. As realizações devem se fazer sentir em todas as partes”. E acrescenta: “é um chamariz muito importante, o país é um todo”, sublinhando a importância das periferias e das zonas menos desenvolvidas.

O lema da visita de Leão XIV é “peregrino da esperança, da reconciliação e da paz” e, segundo o analista político angolano Osvaldo Mboco, o tema da reconciliação nacional continua actual.

“Faz sentido [continuar a falar de reconciliação] porque o conflito civil angolano terminou recentemente, há 24 anos. E olhando para a nossa própria história, os acontecimentos sociais, uma certa tensão política entre os angolanos, algumas feridas ainda não estão completamente saradas”, afirmou Mboco.

O analista considera que ainda existem sinais de divisão política no país, sobretudo entre os principais partidos. “Ainda é visível uma certa política de discriminação entre os dois maiores partidos Angola”, referindo-se ao MPLA (poder) e à UNITA (oposição).

Para Osvaldo Mboco, “ainda falta a busca do consenso e de diálogo para as questões estruturais dos dois grandes partidos políticos em Angola” e sublinha que “o país ainda fica muito a reboque das decisões das tensões existentes entre esses dois partidos políticos”.

Neste contexto, a visita do Papa poderá funcionar como um apelo à unidade e à superação de divisões, num momento em que Angola se prepara para um novo ciclo político. Esta deslocação acontece a um ano das eleições gerais, às quais o actual Presidente João Lourenço, não se poderá recandidatar, à luz da actual Constituição.

De acordo com o programa oficial da visita de Leão XIV a Angola, esta tarde o Papa deve encontrar-se com o Presidente do país, João Lourenço, e discursar para autoridades governamentais e representantes da sociedade civil.

No dia 19 de Abril, domingo, Leão XIV vai celebrar uma missa na centralidade do Kilamba (arredores de Luanda) e ao fim da tarde preside à oração do terço e ao encontro com peregrinos no Santuário da Muxima, um dos maiores centros de peregrinação da África subsaariana.

Na segunda-feira, 20 de Abril, o Sumo Pontífice tem previsto na agenda uma deslocação a Saurimo, no leste de Angola, que contempla uma visita a um lar de idosos e a celebração da Santa Missa.

Depois, no mesmo dia da parte da tarde, de volta a Luanda, Leão XIV deve encontrar-se com bispos, clérigos, religiosos, religiosas e agentes pastorais na paróquia Nossa Senhora de Fátima, da arquidiocese de Luanda.

Leão XIV é o terceiro Papa a visitar Angola, depois de João Paulo II, em 1992, e Bento XVI, em 2009. A visita integra um périplo de dez dias ao continente africano, com passagens pela Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial.
Comitiva que acompanha Papa Leão XIV composta por cerca de 80 membros

A comitiva que acompanha o Santo Padre nesta missão é composta por cerca de 80 membros, divididos entre as mais altas autoridades do Vaticano, conselheiros e funcionários de apoio.

Cardeais e Principais Autoridades

Os cardeais que integram a delegação oficial são:

· Cardeal Pietro Parolin: Secretário de Estado do Vaticano, uma das mais altas autoridades da Cúria Romana, responsável pela coordenação política e diplomática da Santa Sé.

· Cardeal Luis Antonio Tagle: Pró-Prefeito do Dicastério para a Evangelização, encarregado das questões missionárias e da nova evangelização.

· Cardeal George Jacob Koovakad: Prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso, responsável pelas relações com outras religiões, um tema central na visita.

· Cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson: Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, uma voz influente em questões sociais e económicas do continente africano.

· Cardeal Robert Sarah: Prefeito Emérito do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, uma figura de grande respeito no mundo católico.

Outros Membros da Comitiva e Apoio

Além dos cardeais, a comitiva conta com:

· Monsenhor José Nahúm Jairo Salas: Responsável pela coordenação das viagens internacionais do Papa.

· Paolo Ruffini e Matteo Bruni: Responsáveis pela comunicação da Santa Sé, com Matteo Bruni, como director da Sala de Imprensa, sendo o principal porta-voz.

· Paolo Rudelli: O novo substituto, que acompanha o Papa, possivelmente com foco em questões específicas.

· Agostinianos: Devido à ligação pessoal do Papa Leão XIV com Santo Agostinho, alguns membros da ordem também integram a comitiva, especialmente na etapa da Argélia.

Convidados Especiais e Apoio Local

· Cardeal Fridolin Ambongo (RDC): Presidente do Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagáscar (SECAM), a principal organização dos bispos africanos.

· Arcebispo Luis Javier Argüello García: Presidente da Conferência Episcopal Espanhola, que também se junta à comitiva.

· Cerca de 40 Bispos Africanos: Vindos de seis países da África Central, que manifestaram intenção de participar dos eventos.

· 67 Jornalistas Internacionais: Acompanham a viagem para garantir a cobertura mediática mundial.

Por:Cristiana Soares

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Morreu, aos 53 anos, o cantor cabo-verdiano Mário Marta.

Mário Marta destacou-se como um artista de grande sensibilidade e dedicação à música cabo-verdiana, conquistando o respeito do público, dentro e fora do país", referiu a família, numa mensagem em que classifica a morte como "uma perda irreparável para a música e cultura nacional".

Conhecido pela sua ligação às mornas e coladeiras, géneros da música tradicional cabo-verdiana, nasceu a 30 de agosto de 1972, na Guiné-Bissau, filho de pai guineense e mãe cabo-verdiana. Viveu na Guiné-Bissau e em Angola, antes de se fixar em Portugal.

Participou na edição deste ano do Festival da Canção com o tema "Pertencer" de Djodje.

Lusa 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, reuniu-se com o seu homólogo do Azerbaijão, Jeyhun Bayramov, à margem do V Fórum Diplomático de Antalya.


Este encontro bilateral reforça a relevância da cooperação entre Guiné-Bissau e Azerbaijão, destacando áreas de interesse comum e oportunidades de desenvolvimento conjunto.
O Azerbaijão, reconhecido como um dos maiores produtores mundiais de petróleo e gás, surge como parceiro estratégico para a Guiné-Bissau no setor energético.

Atualmente, a Guiné-Bissau coopera com o Azerbaijão na formação de técnicos médios e superiores. Este eixo de colaboração fortalece capacidades humanas e técnicas, abrindo portas para novas áreas de desenvolvimento conjunto.

Além da energia e da formação, existem oportunidades de cooperação nos domínios da cultura — como a construção de salas de cinema e espaços de espetáculos, no turismo e na saúde.

Os contactos bilaterais enquadram-se na visão do Governo de Transição, liderado pelo Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças, Ilídio Vieira Té, que procura dar continuidade às boas relações já existentes com países amigos e ampliar o leque de parcerias estratégicas.



O Primeiro-Ministro é Ministro das Finanças, Ilídio vieira Té,participou nas reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington, D.C. No regresso ao país, fez uma curta escala em Lisboa, onde foi acompanhado pela escolta oficial portuguesa .Hoje, no início da tarde, chegará ao Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira. Guiné Bissau em primeiro lugar !

TERMINOU ESTE QUINTA-FEIRA EM LOMÉ A REUNIÃO DE COORDENAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS PELOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO POLICIAL DA ÁFRICA OCIDENTAL (SIPAO)



A Reunião de Coordenação dos Responsáveis pelos Sistemas de Informação Policial da África Ocidental (SIPAO) concluiu-se na quinta-feira, 16 de abril de 2026, com um balanço positivo e uma série de recomendações.

A cerimónia de encerramento da reunião foi presidida pela Sra. Laygbay Lilian Amadu, Secretária Adjunta e Responsável pelo Gabinete da CEDEAO, na presença do Dr. AGNEKETHOM Cyriaque, Diretor de Manutenção da Paz e Segurança Regional da Comissão da CEDEAO, e do Comissário Divisional OUARO-SALIM Nouroudini, Diretor do Centro de Informação Policial do Togo (CIPT).






EAGB anuncia redução significativa nos preços de contratos de eletricidade e água a partir de 1 de maio

O Diretor-Geral da EAGB Carlos Alberto Handem, anunciou que, a partir do dia 1 de maio, os preços dos contratos de eletricidade e água irão sofrer uma redução considerável.

Segundo o responsável, o custo do contrato de eletricidade passará de 45.000 francos CFA para 17.000 francos CFA. Já o contrato de água terá uma diminuição de 43.000 francos CFA para 10.000 francos CFA.

A medida visa facilitar o acesso da população aos serviços básicos, reduzindo os encargos financeiros das famílias e incentivando a regularização dos contratos junto da empresa pública.

Mondlane denuncia assassínio de 55 apoiantes e 436 casos de "violência grave" em Moçambique

Líder da oposição moçambicana diz que casos foram denunciados junto do Ministério Público e do Ministério do Interior, com conhecimento das organizações dos direitos humanos.

O político moçambicano Venâncio Mondlane denunciou este sábado o assassinato de 55 apoiantes do seu projeto político, e o registo de 436 casos de “violência grave”, indicando que é resultado de lutar pela “verdade eleitoral”.

“Este projeto hoje, aqui como Anamola, temos 436 casos de violência grave, dos quais, até este ano, no primeiro trimestre deste ano tivemos mais quatro casos, e neste momento totalizam 55 irmãos nossos deste projeto que perderam a vida, não de morte natural, assassinados. Temos 55 mártires desta nossa luta, entre os quais o primeiro mártir Elvino Dias”, denunciou Venâncio Mondlane.

O ex-candidato presidencial falava em Chimoio, na província de Manica, centro de Moçambique, onde dirige a posse de coordenadores políticos provinciais do seu partido Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (Anamola).

“Nós viemos de uma luta muito sangrenta. Só aqui no nosso projeto político temos registados 436 casos de violência grave, não estou a falar de pequenos ferimentos, estou a falar de violência grave”, declarou Mondlane, indicando que todos os casos foram denunciados junto do Ministério Público e do Ministério do Interior, com conhecimento das organizações dos direitos humanos, nacionais e internacionais, e organizações da sociedade civil.

Para o político, a fundação do partido Anamola, o qual é presidente interino, assenta numa história de um partido “sem armas, que usa palavras”, indicando que “o único erro” que cometeu foi “pregar a verdade e de exigir a verdade eleitoral”.

“É por isso que o nosso próprio hino do partido tem um verso que é extremamente forte, que diz que fomos combatidos antes de existir. Isto é extremamente forte, já viu uma coisa que não existe e foi combatida? Nunca existiu isso na história do nosso país (…) Nós não existíamos e já estávamos a ser combatidos”, disse o ex-candidato presidencial.

Moçambique viveu cerca de cinco meses de protestos e agitação social após as eleições, que eclodiram a partir de Maputo, em 21 de outubro de 2024, dois dias após o duplo homicídio do advogado Elvino Dias e de Paulo Guambe, apoiantes de Mondlane, que na altura era apoiado pelo partido Podemos.

Daniel Chapo, que tomou posse como quinto Presidente de Moçambique em janeiro de 2025, e Mondlane reuniram-se pela primeira vez desde as eleições, em 23 de março desse ano. No dia seguinte, o ex-candidato presidencial apelou ao cessar da violência, não se registando casos de agitação social associados à contestação eleitoral desde então.

Na sequência, em julho Mondlane foi acusado pelo Ministério Público (MP) de cinco crimes, no âmbito das manifestações, incluindo incitamento à desobediência coletiva e instigação ao terrorismo, que o próprio nega.

O MP imputa a Venâncio Mondlane a “autoria material e moral, em concurso real de infrações”, dos crimes de apologia pública ao crime, incitamento à desobediência coletiva, instigação pública a um crime, instigação ao terrorismo e incitamento ao terrorismo.

Em 30 de abril do ano passado, o Procurador-Geral da República de Moçambique, Américo Letela, disse no parlamento que o caso de apoiantes de Venâncio Mondlane mortos a tiro em Maputo remete a “muitas linhas de investigação”.

“No caso em apreço, há muitas especulações sobre as motivações deste crime, entretanto, cabe à investigação explorar todas as linhas e determinar a que conduza a busca da verdade material (…) Os elementos de que dispomos remetem-nos para a necessidade de conjugar todas as linhas de investigação”, disse o Procurador-Geral, Américo Letela.

Lusa

sexta-feira, 17 de abril de 2026

MINISTRA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MADRINHA DÉCIMO PRIMEIRO GRUPO DE FINALISTAS DA ESCOLA NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO



Na Guiné-Bissau, está em curso um trabalho com vista a criação de condições concretas para a implementação de estágios profissionais.
Este trabalho envolve os Ministérios da Educação Nacional, da Administração Pública e a Escola Nacional da Administração.
Segundo a Ministra da Administração Pública, Assucénia Donate de Barros, o objetivo da iniciativa é de facilitar a transição entre a formação e o mercado de trabalho e aproximar jovens da realidade das instituições e das empresas.
Esse desiderato vai permitir formar profissionais mais preparados, mais conscientes e mais competitivos.
A Ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social proferiu esta declaração esta sexta-feira, [17.04] na cerimónia da entrega de diplomas aos 235 estudantes do décimo primeiro grupo de finalistas da Escola Nacional da Administração.
Assucénia de Barros no seu discurso afirmou que a Guiné-Bissau precisa de profissionais íntegro, responsáveis e comprometidos com serviço público, gestão de empresas e criação de novos negócios.
Na qualidade da madrinha, de Barros assegurou que acredita no potencial de 235 finalistas, mas também como exigência, que estejam à altura da responsabilidade que assumem.
O Ministro da Educação Nacional foi quem presidiu a cerimónia.
Mamadu Badji reafirmou o compromisso de executivo com a valorização do ensino superior e com a criação de melhores condições para a formação de quadros qualificados.
A cerimónia de entrega de diplomas à 235 finalistas decorreu sob o lema, “Com Visão e Propósito, Transformamos Desafios em Conquista” e foi assistida pelos familiares e demais personalidades
Por: Gabinete de Comunicação da Ministra da Administração Pública , Trabalho e Segurança Social