domingo, 27 de setembro de 2026

FUNDAÇÃO ANSU FATI APOIA CIRURGIA DE CATARATA PARA 450 PESSOAS NA GUINÉ-BISSAU

A Fundação Ansu Fati está a apoiar a realização de cirurgias gratuitas de catarata para 450 pessoas, durante cinco dias, através de uma missão de médicos espanhóis da Fundação Elena Barraquer, que decorre no Orfanato Casa Emanuel, em Bissau.
A Fundação Ansu Fati é uma organização criada pelo futebolista guineense Ansu Fati para apoiar comunidades carenciadas na sua terra natal, promovendo ações humanitárias, com destaque para cirurgias oftalmológicas gratuitas de recuperação da visão.
A coordenadora da Fundação Ansu Fati, Rosa Garcia, afirmou que o principal objetivo da missão é operar o maior número possível de pessoas da Guiné-Bissau.
Por sua vez, a coordenadora da Fundação Elena Barraquer, Mónica Garcia, explicou que a equipa é composta por 11 médicos espanhóis, que irão realizar as intervenções ao longo de cinco dias, com a meta de operar 450 pacientes.

A responsável acrescentou que todas as pessoas inscritas na lista serão atendidas, embora algumas possam não reunir condições clínicas para serem operadas nesta missão.
A Rádio Sol Mansi ouviu igualmente vários pacientes que aguardam a cirurgia e outros que já recuperaram a visão após serem operados.

Segundo a equipa médica, durante as consultas de hoje verificou-se que alguns pacientes não sofrem de catarata, enquanto outros terão de aguardar por uma próxima campanha cirúrgica. Os médicos apelam à população para se deslocar ao Orfanato Casa Emanuel e realizar consultas de rastreio à catarata.

Segundo a equipa médica, como alguns pacientes inscritos na lista não foram diagnosticados com catarata, existem vagas que poderão ser ocupadas por outras pessoas que necessitem da cirurgia, durante os cinco dias da missão.

Esta é a quarta missão da Fundação Ansu Fati de apoio às cirurgias de catarata na Guiné-Bissau.

RSM: 27. 09. 2026

O Primeiro-Ministro, regresssa ao País, depois de participar em Nova Iorque na 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas

 

🇬🇼 DEUS, OBRIGADO! 🙏🏾
Por tudo, obrigado ao nosso Senhor Altíssimo, Deus Todo-Poderoso, pela Sua infinita proteção e pelas bênçãos que nos acompanharam durante esta missão, permitindo-nos regressar ao nosso país depois de termos participado na 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, onde tivemos a honra e o orgulho de representar a República da Guiné-Bissau.

Aos povos da Guiné-Bissau e a todos aqueles que escolheram esta nossa Pátria como sua casa, dirigimos a nossa profunda gratidão pelas inúmeras mensagens, pelo reconhecimento, pelo carinho e pelo apoio incondicional que nos têm demonstrado desde o início da nossa caminhada política até aos dias de hoje.

Esta confiança constitui, para nós, uma grande responsabilidade e um compromisso permanente de servir a nossa Pátria com dedicação, humildade, determinação e sentido de Estado.

Que Deus Todo-Poderoso continue a proteger a Guiné-Bissau e o seu povo.
Que a PAZ esteja sempre connosco e reine para sempre na nossa Pátria.
Que a UNIÃO entre nós prevaleça, fortalecendo a fraternidade, a estabilidade e o desenvolvimento da nossa querida Guiné-Bissau.

Que Deus abençoe a Guiné-Bissau e todos os seus filhos!

No âmbito das visitas de proximidade, o Presidente da Câmara Municipal de e a sua Direção visitaram o Mercado de Cuntum Madina e, de seguida, acompanharam de perto as obras do Mercado do Bairro de Ajuda, reafirmando o compromisso da Câmara Municipal com o desenvolvimento, a melhoria das condições de vida e o bem-estar das nossas comunidades.

«DISCURSO DA CERIMÓNIA OFICIAL DA COMEMORAÇÃO DE 53 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ-BISSAU» Festa do Dia Nacional da Guiné-Bissau, em Caldas da Rainha, dia 26 de setembro, organizada pela PDG, Plataforma das Associações da Diáspora Guineense, com o apoio da Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal e da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.




 PDG-NOTÍCIAS: Resumo do discurso proferido por Sua Excelência o Senhor Artur Silva, Embaixador da República da Guiné-Bissau em Portugal, por ocasião da cerimónia oficial comemorativa do 53.º aniversário da Independência da República da Guiné-Bissau, realizada na Câmara Municipal das Caldas da Rainha.

Caldas da Rainha, 26/09/2026
Fonte: PDG














sábado, 26 de setembro de 2026

A Associação de Estudantes da Guiné-Bissau no Porto assinalou com muito sucesso os 53 anos da proclamação da independência da Guiné-Bissau.

Na Cidade do Porto, "Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta", este sábado, dia 26/09/2026, no Auditório da Junta de Freguesia de Massarelos, sito na Rua do Campo Alegre, n.º 231 - Porto, a Associação de Estudantes da Guiné-Bissau no Porto celebrou (com convivência, conversas, debates e discussões sobre a mãe Guiné e perspetivas para o seu futuro) os 53 anos da proclamação da Independência da Guiné-Bissau — uma conquista construída com coragem, sacrifício e esperança.

Um bolo que assinalou o aniversário da Guiné-Bissau completou o dia de comemoração.















«COMPROMETIDOS COM A NAÇÃO!» À margem da 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, tivemos a distinta honra de sermos recebidos em audiência por Sua Excelência Senhora Amina J. Mohammed, Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas.


Esta importante audiência constituiu uma oportunidade privilegiada para fortalecer o diálogo institucional, aprofundar a cooperação e abordar questões de relevante interesse para a Guiné-Bissau e para a comunidade internacional.

Valorizamos profundamente este encontro, que reafirma a importância das relações entre a nossa Pátria e as Nações Unidas, bem como o nosso compromisso com a paz, a estabilidade, a cooperação internacional e o desenvolvimento sustentável.

Seguimos determinados, com sentido de Estado e elevado espírito patriótico, a trabalhar pela afirmação e valorização da República da Guiné-Bissau no concerto das nações.

Que Deus abençoe a Guiné-Bissau e o seu povo.

Ilídio Vieira Té/Político

ILÍDIO VIEIRA TÉ LEVA À ONU A MENSAGEM DE UMA GUINÉ-BISSAU COMPROMETIDA COM O REGRESSO À ORDEM CONSTITUCIONAL E COM UM MULTILATERALISMO MAIS JUSTO





Nova Iorque, 25 de setembro de 2026 — O Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, discursou hoje perante a 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, apresentando à comunidade internacional as prioridades diplomáticas do país, a situação da transição política guineense e a visão de Bissau sobre os grandes desafios internacionais.
A intervenção ocorreu durante o Debate Geral da 81.ª sessão, que decorre em Nova Iorque entre 22 e 28 de setembro. A sessão é presidida pelo diplomata e Ministro dos Negócios Estrangeiros do Bangladesh, Khalilur Rahman, sob o lema “Restaurar a confiança, gerir a transformação: umas Nações Unidas que produzem resultados para todos”.

No início da sua intervenção, Ilídio Vieira Té evocou o 53.º aniversário da Independência Nacional da Guiné-Bissau, celebrado ontem, 24 de Setembro, levando às Nações Unidas uma mensagem de paz, liberdade, soberania e fraternidade entre os povos.

O Chefe do Governo destacou a necessidade de respostas coletivas aos conflitos, às alterações climáticas, ao terrorismo, ao crime organizado transnacional, às desigualdades, ao endividamento dos países em desenvolvimento e às dificuldades de financiamento do desenvolvimento.

Uma das mensagens centrais foi a defesa da reforma da governação mundial, particularmente do Conselho de Segurança, considerando que África continua insuficientemente representada nas estruturas internacionais onde são tomadas decisões fundamentais sobre a paz, a segurança e o desenvolvimento.

TRANSIÇÃO POLÍTICA E ELEIÇÕES DE 6 DE DEZEMBRO
No plano nacional, Ilídio Vieira Té abordou diretamente a situação política resultante dos acontecimentos de 26 de novembro de 2025, que qualificou como uma interrupção da ordem constitucional.

O Primeiro-Ministro apresentou o referendo constitucional de 30 de agosto de 2026 como uma etapa do processo de transição e afirmou perante a comunidade internacional que o Governo está empenhado em criar condições para que as eleições presidenciais e legislativas previstas para 6 de dezembro decorram de forma “inclusiva, livre, transparente e credível”.

Agradeceu igualmente o acompanhamento da CEDEAO, União Africana e demais parceiros internacionais no processo destinado ao retorno à normalidade constitucional.

ECONOMIA, ENERGIA E DESENVOLVIMENTO
O Primeiro-Ministro apresentou também a leitura do Governo sobre a evolução económica e social do país, citando um crescimento real de 5,8% em 2025, redução da inflação e progressos em indicadores sociais.

Destacou ainda a importância da interligação energética da OMVG, bem como os investimentos em infraestruturas, emprego e empreendedorismo, particularmente dirigidos aos jovens e às mulheres.

GUINÉ-BISSAU CANDIDATA AO CONSELHO DE SEGURANÇA
Um dos pontos de maior projeção diplomática do discurso foi a reafirmação da candidatura da Guiné-Bissau a membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas para o biénio 2028–2029.

Ilídio Vieira Té sintetizou a orientação dessa candidatura em três palavras:
“PREVENÇÃO. COOPERAÇÃO. PAZ.”
Segundo o discurso, a Guiné-Bissau pretende privilegiar a diplomacia preventiva, as soluções políticas dos conflitos, a participação das mulheres e dos jovens nos processos de paz, o combate ao terrorismo e ao crime organizado, a cooperação ONU–organizações regionais e a relação entre alterações climáticas, paz e segurança.
O Primeiro-Ministro recordou igualmente que a Guiné-Bissau exerce uma das Vice-Presidências da Assembleia Geral nesta 81.ª sessão, responsabilidade que o país pretende desempenhar com imparcialidade, diálogo e espírito construtivo.

No plano internacional, o discurso abordou ainda a questão do Saara Ocidental, manifestando apoio ao processo político conduzido pelas Nações Unidas, e reiterou o apelo guineense ao levantamento do embargo económico, comercial e financeiro contra Cuba.

A intervenção terminou com uma defesa firme do multilateralismo, da solidariedade internacional e da ação coletiva, particularmente importantes para os pequenos Estados em desenvolvimento.

A mensagem final condensou a visão apresentada pela Guiné-Bissau em Nova Iorque: trabalhar por “um mundo mais pacífico, mais justo, mais solidário e mais sustentável”, no qual a paz deixe de ser apenas uma promessa, o desenvolvimento seja um direito e ninguém seja deixado para trás.

Com esta intervenção, o Governo colocou perante os 193 Estados representados na Assembleia Geral — órgão central deliberativo e representativo das Nações Unidas — tanto a agenda interna da transição guineense como as prioridades que pretende defender na diplomacia multilateral.