sábado, 26 de setembro de 2026

A Associação de Estudantes da Guiné-Bissau no Porto assinalou com muito sucesso os 53 anos da proclamação da independência da Guiné-Bissau.

Na Cidade do Porto, "Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta", este sábado, dia 26/09/2026, no Auditório da Junta de Freguesia de Massarelos, sito na Rua do Campo Alegre, n.º 231 - Porto, a Associação de Estudantes da Guiné-Bissau no Porto celebrou (com convivência, conversas, debates e discussões sobre a mãe Guiné e perspetivas para o seu futuro) os 53 anos da proclamação da Independência da Guiné-Bissau — uma conquista construída com coragem, sacrifício e esperança.

Um bolo que assinalou o aniversário da Guiné-Bissau completou o dia de comemoração.















«COMPROMETIDOS COM A NAÇÃO!» À margem da 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, tivemos a distinta honra de sermos recebidos em audiência por Sua Excelência Senhora Amina J. Mohammed, Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas.


Esta importante audiência constituiu uma oportunidade privilegiada para fortalecer o diálogo institucional, aprofundar a cooperação e abordar questões de relevante interesse para a Guiné-Bissau e para a comunidade internacional.

Valorizamos profundamente este encontro, que reafirma a importância das relações entre a nossa Pátria e as Nações Unidas, bem como o nosso compromisso com a paz, a estabilidade, a cooperação internacional e o desenvolvimento sustentável.

Seguimos determinados, com sentido de Estado e elevado espírito patriótico, a trabalhar pela afirmação e valorização da República da Guiné-Bissau no concerto das nações.

Que Deus abençoe a Guiné-Bissau e o seu povo.

Ilídio Vieira Té/Político

ILÍDIO VIEIRA TÉ LEVA À ONU A MENSAGEM DE UMA GUINÉ-BISSAU COMPROMETIDA COM O REGRESSO À ORDEM CONSTITUCIONAL E COM UM MULTILATERALISMO MAIS JUSTO





Nova Iorque, 25 de setembro de 2026 — O Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, discursou hoje perante a 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, apresentando à comunidade internacional as prioridades diplomáticas do país, a situação da transição política guineense e a visão de Bissau sobre os grandes desafios internacionais.
A intervenção ocorreu durante o Debate Geral da 81.ª sessão, que decorre em Nova Iorque entre 22 e 28 de setembro. A sessão é presidida pelo diplomata e Ministro dos Negócios Estrangeiros do Bangladesh, Khalilur Rahman, sob o lema “Restaurar a confiança, gerir a transformação: umas Nações Unidas que produzem resultados para todos”.

No início da sua intervenção, Ilídio Vieira Té evocou o 53.º aniversário da Independência Nacional da Guiné-Bissau, celebrado ontem, 24 de Setembro, levando às Nações Unidas uma mensagem de paz, liberdade, soberania e fraternidade entre os povos.

O Chefe do Governo destacou a necessidade de respostas coletivas aos conflitos, às alterações climáticas, ao terrorismo, ao crime organizado transnacional, às desigualdades, ao endividamento dos países em desenvolvimento e às dificuldades de financiamento do desenvolvimento.

Uma das mensagens centrais foi a defesa da reforma da governação mundial, particularmente do Conselho de Segurança, considerando que África continua insuficientemente representada nas estruturas internacionais onde são tomadas decisões fundamentais sobre a paz, a segurança e o desenvolvimento.

TRANSIÇÃO POLÍTICA E ELEIÇÕES DE 6 DE DEZEMBRO
No plano nacional, Ilídio Vieira Té abordou diretamente a situação política resultante dos acontecimentos de 26 de novembro de 2025, que qualificou como uma interrupção da ordem constitucional.

O Primeiro-Ministro apresentou o referendo constitucional de 30 de agosto de 2026 como uma etapa do processo de transição e afirmou perante a comunidade internacional que o Governo está empenhado em criar condições para que as eleições presidenciais e legislativas previstas para 6 de dezembro decorram de forma “inclusiva, livre, transparente e credível”.

Agradeceu igualmente o acompanhamento da CEDEAO, União Africana e demais parceiros internacionais no processo destinado ao retorno à normalidade constitucional.

ECONOMIA, ENERGIA E DESENVOLVIMENTO
O Primeiro-Ministro apresentou também a leitura do Governo sobre a evolução económica e social do país, citando um crescimento real de 5,8% em 2025, redução da inflação e progressos em indicadores sociais.

Destacou ainda a importância da interligação energética da OMVG, bem como os investimentos em infraestruturas, emprego e empreendedorismo, particularmente dirigidos aos jovens e às mulheres.

GUINÉ-BISSAU CANDIDATA AO CONSELHO DE SEGURANÇA
Um dos pontos de maior projeção diplomática do discurso foi a reafirmação da candidatura da Guiné-Bissau a membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas para o biénio 2028–2029.

Ilídio Vieira Té sintetizou a orientação dessa candidatura em três palavras:
“PREVENÇÃO. COOPERAÇÃO. PAZ.”
Segundo o discurso, a Guiné-Bissau pretende privilegiar a diplomacia preventiva, as soluções políticas dos conflitos, a participação das mulheres e dos jovens nos processos de paz, o combate ao terrorismo e ao crime organizado, a cooperação ONU–organizações regionais e a relação entre alterações climáticas, paz e segurança.
O Primeiro-Ministro recordou igualmente que a Guiné-Bissau exerce uma das Vice-Presidências da Assembleia Geral nesta 81.ª sessão, responsabilidade que o país pretende desempenhar com imparcialidade, diálogo e espírito construtivo.

No plano internacional, o discurso abordou ainda a questão do Saara Ocidental, manifestando apoio ao processo político conduzido pelas Nações Unidas, e reiterou o apelo guineense ao levantamento do embargo económico, comercial e financeiro contra Cuba.

A intervenção terminou com uma defesa firme do multilateralismo, da solidariedade internacional e da ação coletiva, particularmente importantes para os pequenos Estados em desenvolvimento.

A mensagem final condensou a visão apresentada pela Guiné-Bissau em Nova Iorque: trabalhar por “um mundo mais pacífico, mais justo, mais solidário e mais sustentável”, no qual a paz deixe de ser apenas uma promessa, o desenvolvimento seja um direito e ninguém seja deixado para trás.

Com esta intervenção, o Governo colocou perante os 193 Estados representados na Assembleia Geral — órgão central deliberativo e representativo das Nações Unidas — tanto a agenda interna da transição guineense como as prioridades que pretende defender na diplomacia multilateral.


"A cada dia que passa, fico mais orgulhosa de fazer parte da Estratégia Espanha-África liderada por este senhor", diz a Dra. Suzi Barbosa, antiga ministra guineense dos Negócios Estrangeiros


Na tribuna da ONU, PM promete eleições transparentes e inclusivas na Guiné-Bissau


O Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira Té, garantiu o empenho do Governo na criação de condições para que as eleições presidenciais e legislativas marcadas para 6 de dezembro próximo decorram de forma “inclusiva, livre, transparente e credível”.

O chefe do Governo de transição fez a declaração durante a sua intervenção na 81.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada esta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

No discurso consultado pelo jornal O Democrata, Ilídio Vieira Té abordou a situação política da Guiné-Bissau na sequência dos acontecimentos de 26 de novembro de 2025, que classificou como uma interrupção da ordem constitucional.

O governante destacou ainda a celebração do 53.º aniversário da independência nacional, assinalado a 24 de setembro, considerando que a data possui um profundo significado para o povo guineense e constitui uma oportunidade para recordar os valores da liberdade, da soberania e da dignidade dos povos.

“É neste espírito que trago a esta Assembleia uma mensagem de paz, de liberdade e de fraternidade a todas as nações do mundo, e com a firme esperança de que cada povo possa viver em paz, exercer plenamente os seus direitos e construir livremente o seu próprio caminho de desenvolvimento e prosperidade”, afirmou.

Dirigindo-se aos Chefes de Estado e de Governo presentes, o Primeiro-Ministro recordou que a Guiné-Bissau integrou, há três décadas, o Conselho de Segurança das Nações Unidas como membro não permanente.

“Hoje, ao reafirmar o nosso compromisso com os princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e com a promoção da paz e da segurança internacionais, gostaria de reafirmar que a Guiné-Bissau é candidata a membro não permanente do Conselho de Segurança para o período 2028-2029”, declarou.

Na ocasião, sublinhou que a visão internacional da Guiné-Bissau assenta em quatro pilares fundamentais: prevenção, diálogo, cooperação e paz.

Ilídio Vieira Té assegurou que o país continuará a trabalhar com os Estados-membros na promoção de prioridades comuns, defendendo que, para a Guiné-Bissau, “o multilateralismo e o respeito pelo direito internacional não são meros conceitos, mas uma necessidade existencial”.

O governante defendeu igualmente uma reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas que garanta ao continente africano uma representação “mais justa, permanente e efetiva”.

Sobre o Saara Ocidental, saudou os esforços das Nações Unidas para alcançar uma solução política duradoura para o conflito e manifestou apoio à Iniciativa de Autonomia apresentada por Marrocos como base para a sua resolução.

No seu discurso, reiterou também o apelo da Guiné-Bissau ao levantamento do embargo económico, comercial e financeiro imposto a Cuba.

O Primeiro-Ministro destacou ainda a necessidade de respostas coletivas aos conflitos armados, às alterações climáticas, ao terrorismo, ao crime organizado transnacional, às desigualdades, ao endividamento dos países em desenvolvimento e às dificuldades de financiamento do desenvolvimento.

Por fim, expressou a gratidão da Guiné-Bissau à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), à União Africana, às Nações Unidas e aos demais parceiros internacionais pelo apoio prestado aos esforços para o regresso à normalidade constitucional no país.

Por Assana Sambú
odemocratagb

RESPONSÁVEIS DO MUSEU MILITAR DA LUTA DE LIBERTAÇÃO NACIONAL, INCITAM À PRESERVAÇÃO DA MEMORIA DA LUTA ARMADA.



Sob tema: A Luta de Libertação da Guiné-Bissau 1956 a 1973, os responsáveis do Museu Militar expuseram aos participantes assuntos ligados às datas marcantes do mês de setembro. A palestra foi organizada pela Direção do Hospital Militar Principal no dia 23 do mês em curso, e teve lugar no Salão multiuso “General Biaguê Clusse Na N´Tan” desta instituição de saúde militar.
Coronel Napoleão dos Reis, Conselheiro do CEMGFA e Tenente-Coronel Benício Tchosso Na Quidama, Director do Museu e orador principal, destacaram datas deste mês que segundo eles consubstanciam o génese da Luta Armada e a Liberdade do povo guineense. Segundo os oradores, 12 de setembro, data natalício do pai da nacionalidade guineense e o 24, data da independência, são traços no tempo que serviram para a determinação dum futuro livre para os povos da Guiné e Cabo-verde.

No intuito de apetrechar os participantes de conhecimentos históricos das façanhas dos Combatentes da Liberdade da Pátria durante os 11 anos de sacrifício, do suor e sangue pela causa da Independência Nacional, trouxeram temáticos ligados a importância da preservação da história e riquezas culturais que dela advém.

Para os Coronéis a atual geração deve conhecer os caminhos traçados pelos Combatentes com base numa união solida e perseverante, lembrar que a liberdade atual que se vive foi conquistada com sangue, que jovens na época decidiram abdicar de privilégios da juventude para que no futuro os filhos, esposas e idosos pudessem viver sem opressão fascista colonialista.

Exortam a mantiver e proteger a emancipação e a soberania do povo liberto dos colonialistas desde 24 de setembro de 1973, data da declaração unilateral da Independência da Guiné e cabo-Verde em Boé e que viria a ser reconhecida pelo regime colonial só em 10 de mesmo mês em 1974.

FA/IM 25.09.2026

DJURTUS JÁ ESTÃO NO AEROPORTO DE ZANZIBAR A CAMINHO DE BISSAU

A Seleção Nacional da Guiné-Bissau, os Djurtus, já se encontra no Aeroporto de Zanzibar, de onde seguirá viagem com destino a Bissau, para iniciar a preparação para o jogo diante da Nigéria, a contar para a segunda jornada do Grupo L da qualificação para o CAN 2027.

A equipa nacional regressa a Bissau depois da vitória por 2-0 frente à Tanzânia, na primeira jornada da competição.

Federação de Futebol da Guiné-Bissau