terça-feira, 6 de outubro de 2026

GOVERNO DETERMINA MEDIDAS URGENTES PARA REGULARIZAR ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ENERGIA



Conselho de Ministros aprova Compacto Nacional de Energia, fixa prazo para proposta de criação de uma entidade gestora dos serviços de água e determina maior fiscalização rodoviária.

Bissau, 6 de outubro de 2026 — O Conselho de Ministros, reunido esta terça-feira sob a presidência do Primeiro-Ministro, Ilídio Vieira Té, determinou a adoção urgente de medidas destinadas a assegurar, de forma gradual e sustentada, a regularidade do abastecimento de água e de energia elétrica em todo o território nacional.

Segundo o comunicado oficial, a sessão especializada, dedicada aos sectores da energia e dos transportes, analisou os problemas de abastecimento de água, as interrupções no fornecimento de eletricidade e a situação dos transportes e das telecomunicações. O Executivo avaliou igualmente os efeitos dessas dificuldades na vida das populações, nos serviços públicos essenciais e na atividade económica.

Durante a reunião, foi aprovado o Compacto Nacional de Energia, instrumento do Governo alinhado com a Política Nacional de Energia para o período 2025–2035.
No domínio da água, o Conselho de Ministros instruiu os responsáveis governamentais pelos sectores envolvidos a apresentarem, até 20 de outubro, uma proposta para a criação de uma entidade gestora dos serviços de água. A tarefa envolve as áreas da Energia, dos Recursos Naturais, do Ambiente e Ação Climática, da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares e da Administração Territorial e Poder Local.

Na área das telecomunicações e da modernização administrativa, o Executivo encarregou o Ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital de adotar, em articulação com o Ministério das Finanças e a Autoridade de Regulação das Telecomunicações (ARN), as medidas necessárias à integração do Instituto Tecnológico para a Modernização Administrativa (ITMA) no orçamento da ARN. A decisão visa assegurar a sustentabilidade financeira e a regularidade do funcionamento do instituto.

Fiscalização rodoviária reforçada

O Conselho de Ministros incumbiu também o Ministro do Interior e da Ordem Pública de reforçar a fiscalização do cumprimento das regras de trânsito.
Entre as prioridades figuram o uso obrigatório de capacete pelos condutores de motociclos e ciclomotores, a posse de carta de condução e de seguro válido, a documentação dos veículos e o controlo da circulação com um número de passageiros superior ao permitido.

Novos responsáveis na Administração Pública
No capítulo das nomeações, o Conselho de Ministros deu anuência à designação, por despacho do Primeiro-Ministro, de Edalberto Gomes Cuino para Diretor-Geral das Contribuições e Impostos, de Lassana Nancó para Diretor-Geral do Centro de Formalização de Empresas e de Juviano Leopoldo Correia Landim para Presidente da Câmara Municipal de Bissau.

O comunicado esclarece que, em consequência destas nomeações, termina a comissão de serviço dos anteriores titulares das mesmas funções.

O documento é assinado pelo Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares, Usna António Quadé.

Mustafa Cassamá

PJ DETÉM SUSPEITO DE ABUSOS SEXUAIS EM SÉRIE CONTRA MENORES

A Polícia Judiciária (PJ), através da Brigada de Combate aos Crimes contra Mulheres e Crianças, deteve e apresentou ao Ministério Público, esta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, um homem de cerca de 30 anos, suspeito de abusos sexuais reiterados contra menores, sobretudo crianças do sexo masculino.

O indivíduo volta a ser alvo de investigação por factos de natureza sexual envolvendo menores, sendo este, segundo os elementos disponíveis na Polícia Judiciária, o quarto processo em que surge referenciado por suspeitas semelhantes.

A repetição das denúncias e a natureza dos factos investigados levam as autoridades a tratar o caso com particular preocupação, por revelar um padrão reiterado de alegadas condutas de natureza sexual dirigidas contra crianças, circunstância que coloca o suspeito sob investigação por possíveis abusos sexuais em série.

Todos os processos anteriormente registados envolvendo o mesmo indivíduo foram remetidos ao Ministério Público para os competentes procedimentos de investigação e eventual responsabilização criminal

Cristiano Ronaldo quebra silêncio: "Peço desculpa". E diz-se "disponível"

O avançado Cristiano Ronaldo assumiu-se hoje disponível "como sempre" para "competir e ganhar" pela seleção portuguesa de futebol, numa mensagem escrita, em que pede desculpa aos adeptos e companheiros por ter abandonado a equipa das 'quinas'.

"Se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção. Esta é, acreditem, a mais pura das verdades", escreveu Ronaldo.
No passado dia 30 de setembro, Ronaldo abandonou o estágio da seleção portuguesa, que preparava os jogos do Grupo A4 da Liga das Nações frente a Dinamarca e Noruega, tendo hoje acusado o selecionador Jorge Jesus de quebra de confiança na carta a que a Lusa teve acesso.

"Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do selecionador, […] eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha", escreveu, mostrando-se preparado para as consequências disciplinares da sua atitude.

O capitão nacional pede ainda desculpa aos portugueses, mas justifica que a quebra da palavra tem, para si, "um impacto definidor".


Comunicado do Cristiano

Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional. Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa. No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse. Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou. Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa. Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. 

Era a opção certa, como os resultados vão comprovando. Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias. Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada. O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. 

Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo. Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão. Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo. O Selecionador acabou por concordar com a minha análise. Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025. Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos. Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor. À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema. Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min. 

O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra. No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido. Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto. Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro. Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa. O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria. Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre. A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos. Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado. A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera. As notas que validei eram as seguintes: “Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca: 1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. 

Foi uma conversa demorada e muito boa. 2. Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos. 3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite. 4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional. 5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou. 6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria. 7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também. 8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. 

Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.” Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa. 

Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada. Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade. Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado. Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional. Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. 

Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali. Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha. Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí. A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. 

Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos. A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade. Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém. Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso. Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. 

Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum. Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção. Esta é, acreditem, a mais pura das verdades. 

Cristiano Ronaldo 
6 de Outubro de 2026

JUVENIANO LANDIM NOMEADO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BISSAU


O Conselho de Ministros nomeou esta terça-feira Juviano Leopoldo Correia Landim como novo presidente da Câmara Municipal de Bissau (CMB), numa altura marcada por contestação interna e acusações de alegada má gestão na autarquia.

A decisão foi tomada durante uma reunião especializada do Conselho de Ministros, presidida pelo primeiro-ministro Ilídio Vieira Té, no Salão Nobre General Umaro Sissoco Embaló, no Gabinete do Primeiro-Ministro.

A nomeação de Landim acontece no mesmo dia em que funcionários da Câmara Municipal de Bissau anunciaram, em conferência de imprensa, a retirada de confiança à direção cessante.

Os trabalhadores acusaram a anterior gestão de alegada má gestão das receitas municipais e pediram a realização de uma auditoria pelo Tribunal de Contas, bem como a intervenção do Ministério Público para o apuramento de eventuais responsabilidades.

Juviano Leopoldo Correia Landim já desempenhou as funções de secretário-geral da Câmara Municipal de Bissau e é atualmente responsável pelo projeto “Homem Novo”.

OUTRAS NOMEAÇÕES
Na mesma reunião, o Governo nomeou Edalberto Gomes Cuino como diretor-geral das Contribuições e Impostos, no Ministério das Finanças, e Lassana Nancó para diretor-geral do Centro de Formalização de Empresas, no Ministério da Economia, Plano e Integração Regional.

As nomeações põem fim às comissões de serviço dos anteriores responsáveis pelos dois organismos.

ÁGUA E ENERGIA ENTRE AS PRIORIDADES
O Conselho de Ministros analisou também as dificuldades no abastecimento de água e as interrupções no fornecimento de energia elétrica, tendo determinado a adoção de medidas urgentes para melhorar a regularidade dos serviços.

O Governo aprovou ainda o Compacto Nacional de Energia, enquadrado na Política Nacional de Energia 2025-2035.

Os ministérios responsáveis pela Energia, Recursos Naturais, Ambiente e Ação Climática, em articulação com a Presidência do Conselho de Ministros e a Administração Territorial, deverão apresentar até 20 de outubro uma proposta para a criação de uma entidade gestora dos serviços de água.

No setor dos transportes, foi determinada a intensificação da fiscalização rodoviária, com particular atenção ao uso de capacete, habilitação legal dos condutores, seguros e documentação dos veículos, assim como ao transporte de passageiros acima do limite permitido.

RSM: 06 10 2026

«Decreto Presidencial Nº 23/2026» António Suca Intchama é o novo ministro do Interior, enquanto Fidelis Forbs vai dirigir o Ministério das Pescas e Economia Marítima.

Fidelis Forbs

António Suca Intchama

Demissões: Horta Inta-a exonera ministros do Interior e das Pescas

Mama saliu Embaló 

Virgínia Maria Correia



O Presidente de Transição Horta Inta-a exonerou das funções, na tarde desta terça-feira (06.10), os ministros do Interior e das Pescas e Economia Marítima, Mama saliu Embaló e Virgínia Maria Correia.

António Suca Intchama é o novo ministro do Interior, enquanto Fidelis Forbs vai dirigir o Ministério das Pescas e Economia Marítima.

As decisões de Horta Inta-a foram comunicadas através de um Decreto Presidencial publicado pelo Gabinete de Comunicação da Presidência da República.

António Suca Intchama tinha exercido as funções do ministro do Interior, entre 2012 e 2014, e Fidelis Forbs foi várias vezes ministro, ocupando entre outras pastas, a de ministro das Obras Públicas.

Essas demissões vêm no seguimento daquilo que a Rádio Capital FM adiantou na semana passada. As autoridades de transição na Guiné-Bissau estão dispostos a demitir das "funções-chave" de governação, todas as figuras próximas ao antigo Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.

Por CFM

ECORRE TRABALHOS DE RECONDICIONAMENTO DO RELVADO DO ESTÁDIO NACIONAL 24 DE SETEMBRO