domingo, 20 de setembro de 2026

«GN - Guarda Nacional» PARTE: II EXERCÍCIO MATINAL – GT-N.º 1





No final do exercício, em representação do Comandante do GT-N.º 1, Tenente-Coronel Domingos Carfa Quindogo, o Adjunto do Comandante, Major Francisca Sana Sambú, agradeceu a participação e o empenho de todas as Unidades e Brigadas Especializadas presentes na atividade.

Na ocasião, apelou a todos os militares e paramilitares para que continuem a praticar regularmente exercícios físicos, destacando a sua importância para a preparação e o cumprimento eficaz das missões.

Sublinhou ainda que a preparação permanente constitui uma importante ferramenta para enfrentar os desafios operacionais, uma vez que “os malfeitores procuram estar sempre um passo à frente; por isso, a preparação e o exercício contínuo devem ser uma das nossas principais armas.”
BISSAU: 19/09/2026

FUNERAL DE ORLANDO MENDES VIEGAS



NA SEDE PRÓPRIA, A DIREÇÃO SUPERIOR DO PRS, RENDE HOMENAGEM AO FALECIDO ORLANDO MENDES VIEGAS, VICE- PRESIDENTE DO PRS E EX- MINISTRO DO COMÉRCIO


DR. CERTÓRIO BIOTE, PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO PRS, PRESIDIU A CERIMÔNIA.

BISSAU, 20 DE SETEMBRO DE 2026




ALERTA MÁXIMO: Domingos Simões Pereira: “Não há preço para pagar para alguém que me tirou a liberdade”.



À margem das celebrações dos 70 anos da fundação do PAIGC, realizadas em Lisboa hoje (19), o líder do partido, Domingos Simões Pereira, defendeu a liberdade, a democracia e o diálogo como caminhos para o desenvolvimento da Guiné-Bissau.

Nas suas declarações, Simões Pereira afirmou que “não há preço para pagar” por alguém que lhe tenha retirado a liberdade, sublinhando que o objetivo histórico da luta do PAIGC foi precisamente conquistar a liberdade para o povo guineense.
“Os nossos irmãos estão a andar num caminho muito perigoso que pode nos levar ao abismo. A Guiné-Bissau precisa realmente de liberdade, porque não é a violência que vai desenvolver o país”, declarou.

O dirigente do PAIGC defendeu ainda que as divergências políticas devem ser resolvidas dentro das regras democráticas.

“Podemos discutir as nossas ideias, mas isso só pode ser dentro da democracia, para que cada um possa mostrar as suas ideias para o desenvolvimento do país, e não com golpes baixos e conspirações para chegar ao poder. Isto tem que parar”, afirmou.

Simões Pereira também agradeceu o apoio das organizações internacionais, considerando que os processos políticos e sociais não são construídos de forma isolada.
“Nenhuma luta é feita sozinho. Sempre se precisa de apoio internacional para alcançar os melhores resultados”, disse.

Sobre os 70 anos do PAIGC, o líder partidário destacou o legado histórico daqueles que, segundo afirmou, deram “sangue e suor” pela construção da Guiné-Bissau.

“É importante que não estraguemos a nossa identidade, que é a nossa história”, afirmou, acrescentando que a tomada da sede do PAIGC representa, na sua interpretação, uma tentativa de atingir também a história e a identidade do partido.

Domingos Simões Pereira acusou ainda forças internas de contribuírem para a desestabilização do PAIGC e de procurarem silenciar alguns dos seus dirigentes.

O líder partidário recordou igualmente o legado de Amílcar Cabral e defendeu a continuidade da luta política pela liberdade e pela Guiné-Bissau.

“Prender Domingos Simões Pereira e fechar a sede do PAIGC não vai acabar com as ideias e os ideais do partido, porque sempre seremos a luz e guia do povo da Guiné-Bissau”, afirmou.

As declarações foram proferidas no contexto das comemorações dos 70 anos da fundação do PAIGC, num momento marcado por fortes disputas políticas e divergências internas em torno do partido.

Bissau, 19 de setembro de 2026

Teve lugar na passada sexta-feira, dia 18 de setembro, no Centro Cultural Português em Bissau (CCP), a apresentação do livro _O Conteúdo do Ilícito na Corrupção Desportiva e a Estrutura do Tipo Penal no Direito Português: o Modelo para a Guiné-Bissau?_, de Ricardo Costa e Silva.


A sessão reuniu o autor, juristas, estudantes e outros convidados, num debate centrado nos mecanismos de prevenção e combate à corrupção no desporto e na reflexão sobre a sua eventual adaptação ao ordenamento jurídico guineense.

Embaixada de Portugal na Guiné-Bissau

Página de facebook Djudan Buska Nha Familia reúne famílias separadas há décadas

A página de Facebook Djudan Buska Nha Familia. © Djudan Buska Nha Familia

Há famílias cabo-verdianas que passaram 40, 50 ou 60 anos sem notícias umas das outras. A página de Facebook Djudan Buska Nha Familia, coordenada por Isabel Semedo, tenta reconstruir esses laços através de nomes, fotografias, alcunhas e memórias dispersas por vários países. Cerca de 20 reencontros já foram possíveis, alguns em menos de uma hora.

Há histórias familiares que ficaram suspensas entre Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Portugal ou Estados Unidos. Algumas começaram com partidas forçadas pela pobreza e pela fome, outras perderam-se com o tempo, a distância e a ausência de meios de comunicação. Décadas depois, uma página de Facebook tenta voltar a ligar essas vidas.

A ideia nasceu depois de uma viagem de Isabel Semedo a São Tomé e Príncipe. “Toda a gente na sua família tem a história de alguém que partiu para São Tomé e não voltou”, conta. Ela própria não tinha esse percurso na família, mas conhecia desde pequena as histórias de quem tinha partido. Quando chegou ao arquipélago, percebeu a dimensão do problema. “Encontrei famílias, descendentes e pessoas que ainda estão lá. Foi muito, muito marcante. Apesar de tudo o que aconteceu, a palavra saudade é aquilo que mais lhes marca.”

Dessa viagem nasceu Djudan Buska Nha Familia, “Ajuda-me a encontrar a minha família”, em português. O ponto de partida era simples, criar um lugar onde pessoas separadas por décadas pudessem deixar um nome, uma fotografia, uma localidade ou apenas uma memória. “Têm muita saudade do país e, sobretudo, dos familiares que ficaram por lá e de quem nunca mais tiveram notícias. Uns há 60 anos, outros há 40”, explica Isabel Semedo.

Por detrás de muitas dessas histórias está uma página dolorosa da história cabo-verdiana. Isabel Semedo recorda a fome de 1947 e o envio de trabalhadores contratados para São Tomé e Príncipe, mas lembra que as separações se estenderam também a Angola, Moçambique e outras geografias da diáspora. “As pessoas foram para lá trabalhar, levaram a vida delas e foram perdendo contacto com os familiares em Cabo Verde.” Hoje, a página recebe pedidos vindos de vários pontos do mundo.


A procura começa muitas vezes com quase nada. “É como uma agulha num palheiro”, reconhece. Um nome incompleto, uma fotografia antiga, o nome de uma aldeia ou uma referência transmitida oralmente podem ser tudo o que resta. A equipa foi criando, com o tempo, uma rede de contactos em Cabo Verde, São Tomé e na diáspora, tentando cruzar documentos, testemunhos e informações recebidas pelas redes sociais.

Há um elemento que se revela muitas vezes decisivo, os nomes de casa. “Nós, cabo-verdianos, temos muito isso, o nominho”, explica. “Às vezes é ‘filho de tal’, ‘filha de tal’. E a partir daí temos conseguido encontrar pessoas.” Há famílias que enviam certidões, fotografias e documentos privados na esperança de que uma pista permita reconstruir uma ligação perdida.

Um desses casos foi o de Elsa, que procurava uma irmã desaparecida do radar familiar havia 40 anos. “Mandaram-me os dados, a fotografia, tudo. Em menos de uma hora conseguimos localizá-la através da página, dos comentários e das partilhas.” A irmã tinha passado por Cabo Verde e vivia em Portugal. “Foi uma história muito emocionante, triste e feliz. São sentimentos que se misturam.”

Outro reencontro marcou profundamente Isabel Semedo foi o de Manuel que procurava a mãe e os irmãos em São Tomé e Príncipe. Não tinha fotografia e nem sequer conhecia o nome verdadeiro da irmã. Sabia apenas que lhe chamavam “Nuna”. Através de uma segunda mensagem recebida pela página, a equipa percebeu que esse “nominho” correspondia a Valenciana Vaz Moreira. “Através desse Nuna encaixou tudo.”

Depois de cerca de 60 anos, os irmãos voltaram a encontrar-se. “Nós choramos com eles. Só quem vive é que sente uma coisa destas”, conta Isabel Semedo. Manuel, antigo GNR em Portugal, tinha passado praticamente toda a vida a procurar a família. “Ele disse-me que viajou por vários países sempre com isto na cabeça e que, no dia em que foi jurar bandeira para ser GNR, era o único que não tinha família.” Quando reencontrou a irmã, disse-lhe que tinha sido “o dia mais feliz da vida dele”.

Mas nem todas as histórias terminam num reencontro. E essa é, para Isabel Semedo, uma das partes mais difíceis do trabalho. “Falamos muito com as pessoas antes de publicar. Não somos profissionais, somos só pessoas que têm vontade e estamos no mesmo barco.” A equipa tenta recolher o máximo de informação possível, mas evita alimentar expectativas que talvez nunca se confirmem. “Dar falsas esperanças também é complicado.”

Há ainda casos em que a página serve de homenagem a quem procurou a família durante toda a vida e morreu sem conseguir regressar. Noutros, o reencontro torna-se real. Isabel Semedo recorda uma mulher filmada em São Tomé em 2025. A publicação chegou aos familiares, que a reconheceram, reuniram dinheiro e conseguiram levá-la a Cabo Verde. “Ficou lá três meses. Agora já voltou para São Tomé.”

Para Isabel Semedo, é talvez aqui que reside a força do projecto, em utilizar as mesmas redes sociais tantas vezes associadas ao ruído, à violência ou à desinformação para construir alguma coisa. “As redes sociais podem ser muito perigosas, mas, bem utilizadas, podemos fazer a diferença.” A página também recebe comentários xenófobos ou racistas, que prefere apagar em vez de alimentar confrontos.

Isabel resume esse espírito com uma expressão crioula: junta mon, juntar as mãos. “Estou sempre a agradecer às pessoas que comentam, que partilham. Isto é um junta mon, é juntar mãos para fazer algo de positivo.”
rfi.fr/pt/


sábado, 19 de setembro de 2026

25 de Setembro de 2026 - Guardiãs da Natureza reúnem-se em Santarém

 

Guardiãs da Natureza reúnem-se em Santarém

O Convento de São Francisco, em Santarém, acolhe, no dia 25 de setembro, o 4.º Encontro Nacional das Guardiãs da Natureza, uma iniciativa organizada pela Business as Nature e coorganizado com o Município de Santarém, que conta com a UCCLA entre as entidades parceiras.

 

Sob o propósito de aproximar pessoas, territórios e futuros, o encontro dará a conhecer mulheres, projetos e parcerias que estão a contribuir para a transformação sustentável dos territórios, através da agricultura sustentável, da conservação da natureza, da inovação e do empreendedorismo.

 

A Secretária-Geral Adjunta da UCCLA, Embaixadora Paula Leal da Silva, irá moderar, pelas 17h50, o painel «Apresentação das Guardiãs da CPLP», que reunirá participantes de diferentes países de língua portuguesa, nomeadamente Brasil, Cabo Verde e Timor-Leste.

 

No âmbito deste painel, Ana Mariza Monteiro apresentará um dos resultados do projeto UCCLA/URB-ÁFRICA «Nosso Património, Nossa Riqueza» - uma ação de valorização do artesanato enquanto instrumento de sustentabilidade. Desenvolvido com o financiamento do Camões, I.P. e com a parceria da Câmara Municipal de Ribeira Grande de Santiago, Associação Lantuna e Embaixada de Cabo Verde em Portugal/Centro Cultural de Cabo Verde, o projeto promove a valorização ambiental, cultural, social e económica do território e das suas comunidades.

 

A edição de 2026 conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa, António José Seguro. O encontro conta com o apoio do ICNF, do Fundo Ambiental e do Crédito Agrícola, e com a parceria da UCCLA, da Escola Superior Agrária de Santarém e da CONFAGRI. Conta ainda com o patrocínio de Bonduelle e Componatura.

 

Convidamos todos os interessados a participar neste encontro de partilha, inspiração e construção de novas parcerias. As inscrições estão abertas em: https://forms.cloud.microsoft/e/RVeQt9sj2m

 

Programa do 4.º Encontro Nacional das Guardiãs da Natureza https://www.uccla.pt/sites/default/files/2026-09/Encontro-Nacional-Guardias-2026-Programa-Detalhado.pdf 


 

Com os melhores cumprimentos,

 

 

Anabela Carvalho

Assessora de Comunicação | anabela.carvalho@uccla.pt 
Avenida da Índia n.º 110, 1300-300 Lisboa, Portugal  
Tel. +351 218 172 950 

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GUINÉ-BISSAU ABRE NOVA FRENTE DE COOPERAÇÃO COM A CHINA: DELEGAÇÃO DE GOVERNOS LOCAIS PROCURA ACORDOS DE PARCERIA E GEMINAÇÃO ENTRE CIDADES

Missão liderada pelo Presidente da Câmara Municipal de Bissau, Umaro Baldé, reúne representantes dos governos locais de Bissau, Bafatá, Gabú, Oio e Cacheu em contactos institucionais em Pequim e na província de Shanxi

Uma delegação de governos locais da República da Guiné-Bissau encontra-se na República Popular da China, numa missão de trabalho destinada a aprofundar os laços de amizade e cooperação entre os dois países e a criar novas oportunidades de colaboração directa entre cidades e governos locais guineenses e chineses.
A missão é liderada pelo Presidente da Câmara Municipal de Bissau, Umaro Baldé, e integra representantes dos governos locais de Bissau, Bafatá, Gabú, Oio e Cacheu, numa iniciativa que procura abrir uma nova etapa na cooperação descentralizada entre a Guiné-Bissau e a China.

A visita realiza-se a convite da Associação do Povo Chinês para a Amizade com os Países Estrangeiros, entidade vocacionada para a promoção da amizade entre os povos e para o desenvolvimento de intercâmbios e relações de cooperação entre governos locais, cidades e organizações de diferentes países.
Os contactos institucionais desta missão foram facilitados através da Embaixada da República Popular da China na Guiné-Bissau, que tem contribuído para a aproximação entre as autoridades dos dois países e para a criação de novas oportunidades de cooperação.
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PEQUIM: CONTACTOS INSTITUCIONAIS E NOVAS PERSPECTIVAS DE COOPERAÇÃO
A delegação iniciou a sua agenda em Pequim, onde realizou encontros de trabalho e visitas institucionais.
Um dos momentos centrais da missão foi o encontro com o Vice-Presidente da Associação do Povo Chinês para a Amizade com os Países Estrangeiros, durante o qual foram abordadas perspectivas de aprofundamento das relações entre os governos locais dos dois países.
As conversações incidiram sobre diferentes áreas de interesse comum, nomeadamente cooperação municipal, desenvolvimento local, intercâmbio institucional, formação, turismo, cultura, investimento e partilha de experiências, com particular atenção à possibilidade de estabelecer acordos de cooperação e relações de geminação entre cidades da Guiné-Bissau e cidades chinesas.
Durante a passagem por Pequim, a delegação realizou igualmente visitas à Huawei, ao Templo do Céu e ao Museu do Partido Comunista da China, permitindo aos representantes guineenses conhecer diferentes experiências ligadas ao desenvolvimento tecnológico, à história e à realidade institucional chinesa.
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SHANXI: APROFUNDAMENTO DOS CONTACTOS COM OS GOVERNOS LOCAIS
Depois de Pequim, a delegação seguiu para a província de Shanxi, onde prosseguiu a sua agenda de trabalho e intercâmbio.

Nesta etapa, realizou-se um encontro com a estrutura provincial da Associação do Povo Chinês para a Amizade com os Países Estrangeiros, permitindo aprofundar o diálogo sobre futuras formas de cooperação entre as entidades territoriais chinesas e os governos locais da Guiné-Bissau.

A presença conjunta de representantes de Bissau, Bafatá, Gabú, Oio e Cacheu permite apresentar uma visão abrangente das potencialidades dos diferentes territórios guineenses e identificar possíveis parceiros chineses para projectos de interesse comum.
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DA AMIZADE À COOPERAÇÃO ENTRE CIDADES
A missão procura transformar os contactos institucionais em parcerias concretas, com potencial para promover intercâmbios técnicos, formação de quadros, cooperação municipal, desenvolvimento económico local, turismo, cultura e outras áreas de interesse comum.
Particular importância está a ser atribuída à possibilidade de estabelecer acordos de geminação entre cidades, criando relações permanentes de intercâmbio e cooperação entre municípios guineenses e cidades chinesas.
Neste quadro, a Associação do Povo Chinês para a Amizade com os Países Estrangeiros constitui uma importante plataforma de aproximação entre governos locais e cidades chinesas e estrangeiras, facilitando contactos que podem evoluir para relações institucionais duradouras.
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UMA NOVA DINÂMICA DE COOPERAÇÃO DESCENTRALIZADA
A missão representa uma oportunidade para aproximar directamente os territórios, as instituições e as populações dos dois países, reforçando a dimensão local das relações de amizade e cooperação entre a Guiné-Bissau e a China.

Sob a liderança do Presidente da Câmara Municipal de Bissau, Umaro Baldé, e com a participação dos governos locais de Bissau, Bafatá, Gabú, Oio e Cacheu, a delegação guineense procura estabelecer pontes institucionais entre cidades dos dois países e criar bases para futuras parcerias concretas.

Mais do que uma visita de cortesia, a missão procura abrir espaço para uma cooperação orientada para resultados: aproximar cidades, partilhar experiências, construir parcerias e criar novas oportunidades de desenvolvimento local.

Da amizade à parceria. Da parceria à cooperação. E da cooperação a novas oportunidades para as cidades e populações da Guiné-Bissau e da China.