terça-feira, 18 de junho de 2024

União entre os dois!


Qual é o Guineense patriota, sério e comprometido com os grandes desígnios do seu povo que não se sentiria orgulhoso de ver um clima de paz entre irmãos, Domingos Simões pereira (DSP) e Braima camara (Ba di povo).

Qual é o Guineense honesto, sério e patriota que não se sentiria orgulhoso de ter como compatriotas o empresários jovem, o Braima Camará (Ba di povo) que, apesar de tudo, saído de zero, sem ocuparem altos cargos no Estado em departamentos geradores de fundos para desviarem como fizeram outros e ainda fazem alguns impunemente, conseguiram triunfar no mundo de negócios?

Quem é que não sentiria orgulhoso de ter nascido numa terra ou pais, com grandes centros de difusão de Saber Islâmico, como Dajabicunda, Ngorecinho, Camboriú, Sidime, Quebo, farimdinto terra de DSP, e tantos outros. De mensageiros de paz que propagaram a Fé Cristã, nas várias localidades do país, tendo como expoente máximo o saudoso D.Settitmio A. Ferrazzeta?
Há rumores de um possível aproximação para salvar a nossa democracia e constituição e de mais leis.
Os dois melhores políticos da nossa democracia podem andar juntos para o bem da nossa democracia.
Se isso é verdade, o porquê de todo esse ódio e inveja contra um quadro nacional a quem foi dada oportunidade e conseguiu destacar-se, tendo desempenhado o seu cargo à frente da CPLP, na qualidade de Secretário Executivo, o primeiro Guineense, com brilho, competência e empenho total, orgulhando os seus compatriotas?
Salvo por oportunismo ou aproveitando-se da situação de obscurantismo em que um determinado povo é mergulhado, nenhum intelectual digno desse nome se engaja na política, sem que tenha estudado profundamente a sua sociedade, identificado os pontos de estrangulamento, sobretudo os obstáculos a um despertar de consciência coletiva, saindo da zona de conforto, em defesa dos menos favorecidos.
Foi o que fizeram os pais fundadores dos nossos países que, a ferro e fogo, conseguiram libertar os nossos povos da opressão e da exploração coloniais. E é precisamente o que nos nossos tempos muitos dos mais qualificados dentre nós fazem para combater o obscurantismo e as políticas deliberadas de manter o povo na ignorância, explorando-o abusivamente, vedando-o toda a possibilidade de reclamar pelos seus direitos, e, em caso de tentativa, responderem com a repressão cega, como acontece em muitos dos nossos países, incluindo o nosso, infelizmente.
Foi esse diagnóstico que o DSP fez antes de se lançar na corrida para a liderança do partido libertador em 2014, mas que infelizmente acabou por ser afastado da dinâmica da governação de rutura que tinha iniciado, em plena velocidade de cruzeiro. A traição daquele cujos interesses são
Diametralmente opostos aos do PAIGC, ditou a
Concretização do complot que não era nada mais, nada menos do que o prolongamento do “Filinguismo”, porque tinha surgido a oportunidade soberana.
Quando olhamos para trás, chegamos à conclusão de que o partido libertador contribuiu também muito para o atual status quo, porque na sua boa-fé de querer levar a cabo uma política inclusiva para que ninguém se sentisse marginalizado, admitiu que no exercício de cargos que exigem sólida formação académica fosse banalizado, chegando ao ponto de nomear Soi-disant que se transformaram depois em super. ministros.
Com essa permissividade, criou-se uma sociedade tão egalitária em todos os aspetos, quando na realidade a cada cidadão devia ser considerado de acordo com a sua capacidade, quanto ao desempenho de cargos políticos e de governação, ou seja, administrativa.
Essa política que é não só populista mas também demagógica, envenenou as relações no seio do partido libertador; porque todos sentiam e ainda se sentem no direito de serem nomeados, em vez de se conformarem com o “cargo ke pudi carga”.
Se hoje em dia o DSP está a passar por todas as dificuldades, é pôr em parte estar rodeado de alguns crocodilos/dinossauros “gros caïmans” que o intoxicam levando-o a continuar essa prática, em nome de soi-disant “arrastadores de massas”.
Os que pensam que estão a prejudicar o DSP, estão enganados porque o PAIGC não é pertença do líder humilde, competente, de fácil acesso, que é o filho de Farim e de Cacheu. O PAIGC é do povo que o DSP representa condignamente.
Se não for por ignorância, esses elementos da Quinta coluna”, com os seus “Garandi candjas”, deveriam saber que os verdadeiros intelectuais comprometidos com o povo, que não lutam pela defesa dos seus interesses empresariais, tribais, clânicas e religiosas são tão imunizados espiritualmente que não sentem nenhum efeito das guerrilhas que são movidas contra eles. Isso, por uma razão simples.
No caso do DSP, que é um intelectual de renome, está eminência leu e interiorizou as histórias dos profetas e dos grandes líderes do passado e do presente, contra os quais tinham sido montados ódios os complots, mas que nunca perderam de vista o seu objetivo
A maior proteção dos dois políticos (Ba di povo) e do (DSP) é, além do arsenal de conhecimentos acumulados, é a sua fé religiosa e o ACREDITAR permanente na consecução do objetivo que está na origem do seu engajamento desinteressado e incondicional, em defesa dos menos favorecidos; dos sem voz.
Alguém imaginou na remuneração de uma sessão de conferência/palestra numa universidade americana, dada pelo DSP, país onde o conhecimento é valorizado? Num Inglês Shakespeariano, e não de “desenrasca ou debruiagem”, como muitos pretendem fazer crer aqui aos menos informados da nossa sociedade?
Mas não é por isso que o DSP vai abandonar a luta para deixar o PAIGC nas mãos dos “yes men”, que não são movidos por nenhum motivo que não seja o de voltar ao “business politics”, para continuarem a explorar este povo, aproveitando-se dos recursos que a todos nós pertencem.
Se é verdade que neste país não há alternativa ao PAIGC, no seio do partido libertador, não há alternativa ao DSP, quanto à sua liderança.
Não é porque o DSP seja indispensável ou insubstituível, mas na atual conjuntura política, isso é uma realidade. Que me indiquem um único nome!
Liderar ou governar, não é para quem quer, é para quem pode e está devidamente formatado, isto é, academicamente habilitado. É a ciência, e não uma aventura, não é folklorismo ou “debruiagem”.
Na verdade, a governação não se resume apenas a isso, mas será que podemos comparar uma intervenção do DSP junto com o seu irmão Ba di povo, com a de certos lumpens que quer assaltaram o poder ou dos novos pretendentes, pseudo políticos/businessmen, à liderança do PAIGC, que no passado não fizeram senão promover e defender os seus negócios, como infelizmente aconteceu com o defunto regime de que nenhum Guineense terá saudades.
O DSP e o Ba di povo os dois sairá como vencedor, e, Incha Allah, um dia ser-lhe-á dada a oportunidade de pôr na prática a suas visão de unir este povo para paz social e o desenvolvimento.
Mas como crentes que somos e não “nafikis” que demagogicamente se escondem atrás da religião pensando poder enganar o povo, dúvidas não há de que “CÀ SE FAZ, E CÀ SE PAGA”. Quem com o ferro mata, com o ferro será morto, diz o velho ditado.
O PAIGC é e vai continuar a combater pelos ideais por que o Amílcar consentiu o sacrifício supremo, e honrar os poucos CLP que ainda restam.
O PAIGC que introduziu o multipartidarismo, por ser um partido democrático, não está a lutar contra nenhuma formação política ou alguma pessoa em particular. O PAIGC está a lutar sim, para que lhe seja dada de novo a oportunidade de governar, uma vez que, quando ganhou as eleições nunca foi deixado governar pelas disputas políticas.
O PAIGC está a lutar sim, para implementar a sua visão de governação que é de transformar a Guiné-Bissau num Eldorado, o que é perfeitamente factível.
VIVA O PAIGC!
VIVA MADEM-G15
VIVA CARISMATICO E HUMILDE LIDERES!
Por: Yanick Aerton

«Madem-G15» Um alto dirigente de estrutura regional de Cacheu 1, acusa sem rodeios o Presidente da República de "prejudicar e enfraquecer o partido Madem-G15 a favor de PTG e o próprio Presidente consegue dividir todos os partidos no meio", num encontro do Secretariado nacional do Madem-G15 Com a Estrutura Regional de Cacheu1

 



Encontro do Secretariado nacional do Madem-G15 Com a Estrutura Regional de Cacheu 1

Três dirigentes do partido do ex-PM guineense pedem demissão do Governo




Três dirigentes do partido do ex-primeiro-ministro guineense, Nuno Nabiam, pediram demissão do Governo de iniciativa presidencial, em obediência às orientações nesse sentido, disse hoje à Lusa fonte partidária.

De acordo com a mesma fonte da Assembleia do Povo Unido -- Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), pediram para sair do Governo o ministro da Juventude, Cultura e Desporto, Augusto Gomes, o ministro da Energia, Hideberto Infanda, e o secretário de Estado da Juventude, Garcia Biifa.

Gomes e Biifa entregaram hoje as respetivas cartas de pedido de demissão ao primeiro-ministro, Rui Duarte de Barros, a quem comunicaram que vão deixar de fazer parte do Governo.

"Por motivos políticos, em obediência às orientações superiores do meu partido", escreveram os dois responsáveis da pasta da Juventude, Cultura e Desporto para justificar a saída do executivo.

Na carta datada de 15 de junho, mas só hoje tornada pública, Hideberto Infanda justifica o pedido de demissão, em parte pela obediência às orientações partidárias, mas, por, alegadamente, as suas competências, enquanto ministro da Energia, terem sido "fragmentadas" desde a entrada em funções do atual Governo em dezembro.

"Continuar mais a pertencer este Governo por algum tempo é submeter a minha pessoa ao estado de desânimo", refere Infanda na carta dirigida a Rui de Barros.

No sábado, o partido de Nuno Nabiam anunciou ter retirado a "confiança política" ao Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, a quem exigiu que marque eleições presidenciais ainda este ano.

Através de uma declaração política sobre a situação atual do país, a APU-PDGB, o partido de Nabiam, antigo aliado político de Sissoco Embaló, ordenou ainda a demissão imediata dos seus membros do Governo de iniciativa presidencial.

A APU-PDGB disse ter tomado essas decisões na sequência de uma avaliação da situação do país, que considera ser marcada por "interferências" do Presidente da República nos partidos políticos, de "sequestrar as instituições" do Estado e ainda por se lançar "na vã tentativa" de garantir um segundo mandato.

O partido de Nabiam acusa ainda Umaro Sissoco Embaló de pretender instaurar uma ditadura na Guiné-Bissau.

Umaro Sissoco EEmbaló convocou para hoje uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros para, justamente, analisar a exortação do partido APU-PDGB e anunciar a sua decisão em relação aos membros de partidos que integram o executivo.

Em Bissau, nos círculos políticos, admite-se uma remodelação governamental nos próximos dias.

Conosaba/Lusa

A primeira reação do candidato, Adilé Sebastião à notificação do Conselho do Recurso da FFGB (A Comissão de Recursos da Federação de Futebol da Guiné-Bissau deliberou “negar totalmente” o provimento ao recurso da candidatura da lista Kabi24, por considerar que a candidatura de Adilé Domingos Sebastião foi entregue “fora de prazo”.)

 

Eleição na FFGB: COMISSÃO NEGA PROVIMENTO AO RECURSO DA CANDIDATURA DA LISTA KABI24

A Comissão de Recursos da Federação de Futebol da Guiné-Bissau deliberou “negar totalmente” o provimento ao recurso da candidatura da lista Kabi24, por considerar que a candidatura de Adilé Domingos Sebastião foi entregue “fora de prazo”.

Através de deliberação n°01/2024, com a data de 14 de junho, assinada por três dos quatro membros que compõem o órgão de recurso da FFGB, lê-se que o documento de subscrição dos Arados de Nhacra a candidatura da lista Kabi24 não é autêntico.

Em relação às subscrições da Associação de Medicina Desportiva (ASMED), os membros da Comissão de Recursos afirmam que a subscrição do Presidente Pedro José Maria da Silva está “ferida de nulidade por a data da subscrição da candidatura da lista Kabi24 não deter competência para o efeito, pois esta competência, por efeito do disposto no n°2 do art. 16° e al. A) do n°1 do art. 17°, todos dos Estatutos da ASMED, pertencia temporariamente, enquanto o Presidente estiver ausente do país, a Vice-presidente da ASMED na pessoa da senhora Ângela Peti”.

“Do exposto imediatamente supra, resulta que só há uma subscrição estatutariamente válida, a subscrição da Vice-presidente, senhora Ângela Peti, à candidatura da lista NOVA DINÂMICA DE FUTEBOL NACIONAL” argumentaram, sublinhando que a situação em apreço não se trata de delegação de competência, mas sim de previstas nas alíneas do n°1 do artigo 16° dos Estatutos da ASMED, nos termos do n°2 do art. 16° e al. A) do n°1 do art. 17°, todos dos Estatutos da ASMED, pelo simples facto de o Presidente estar ausente do país não carecendo o exercício dessas competências de delegação de competências.

“Não há conflito de interesse como a recorrente quer fazer crer, não está em causa a relação entre membros de órgãos da Federação de Futebol da Guiné-Bissau” disseram.

A Comissão de Recursos disse ainda que a requerente “foi devidamente” notificada para no prazo de três dias confirmar a renúncia ou não a filiação partidária em qualquer formação política, mas só viria a juntar fora de prazo o documento de renúncia do cabeça da lista Kabi24, Adilé Domingos Sebastião, ao partido PDD e de não militância a qualquer formação política de Wilson Pereira Batista e Erisângela Valentim Lopes.

Por: Tiago Seide
Conosaba/odemocratagb

Política: APU–PDGB RESPONSABILIZA SISSOCO PELA DEGRADAÇÃO DO ESTADO SOCIAL DEMOCRÁTICO CASO NÃO MARCAR ELEIÇÕES EM NOVEMBRO DE 2024


A Assembleia do Povo Unido- Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) responsabiliza o presidente da República Umaro Sissoco Embaló pela degradação geral do estado social e democrático do país caso resista a não marcação de eleições presidenciais para novembro de 2024.

A posição do APU consta numa declaração política consultada pela Rádio Sol Mansi, na qual, a formação política liderada pelo antigo primeiro-ministro Nuno Gomes Nabiam, lembra ao presidente da república que o seu mandato terminará em fevereiro de 2025, data na qual o novo presidente eleito entrará em funções.

A Assembleia do Povo Unido- Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) que recentemente assinou uma aliança política com o Partido da Renovação Social (PRS), Movimento para Alternância Democrático (MADEM-G15), Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC) exige do Presidente da República a marcação das eleições presidenciais antes do término do seu mandato em 2025.

Na declaração política datada de (15 de junho de 2024) o quinto partido mais votado nas últimas embates eleitorais que ditou a vitória da coligação liderada pelo PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-Verde), alerta para a gravidade das interferências do presidente da república nos assuntos internos dos partidos políticos, desencadeando divisão, indisciplina, desordem e anarquia através de corrupção e aliciamento político.

Neste caso, APU exortou ao chefe do estado a adotar a postura “equidistante e neutra” nos assuntos internos dos partidos políticos sob pena de uma mobilização popular sem precedentes na história do povo guineense.

Refira-se que esta formação política tem participado em todos os governos nomeados pelo Umaro Sissoco Embaló, e o caso recente é a sua participação no governo da iniciativa presidencial que não resultou das eleições e que foi muitas das vezes considerada por um governo “inconstitucional”.

No entanto, perante este fato, a Assembleia do Povo Unido ordenou este sábado a demissão de todos os seus militantes e dirigentes do governo liderado por Rui Duarte Barros.

Já relativamente à situação dos acusados da suposta tentativa de golpe de estado do passado dia 1 de fevereiro de 2022 que ainda se encontram detidos numa das unidades militares de base aérea de Bissau, o partido exige a celeridade da justiça sobre o caso dos militares e civis mantidos em detenção.

A declaração política do APU-PDGB alerta igualmente para a gravidade do aumento galopante da circulação da “droga” envolvendo os agentes do estado aliando pelos atos “criminosos” cometidos pelas milícias palacianas do Presidente Embaló contra os cidadãos indefesos nas manifestações e demais “abusos” das autoridades.

Esta formação política surgiu horas depois do Tribunal Regional de Bissau ter decidido sobre as disputas internas no seio do Partido da Renovação Social (PRS), indeferindo a providência cautelar intentada pela comissão de gestão transitória dos renovadores até o congresso extraordinário, à revelia da direção superior do partido liderado por Fernando Dias.

Por: Ussumane Mané/radiosolmansi com Conosaba do Porto

Futebol: Portugal entra em acção frente à Chéquia


Selecção Portuguesa de futebol. © AP - Luís Vieira

A Selecção Portuguesa de futebol inicia o seu Campeonato da Europa na terça-feira 18 de Junho frente à Chéquia num jogo a contar para o Grupo F.

Portugal vai participar pela nona vez no Euro, tendo vencido em 2016 pela primeira vez na história.

A Selecção Portuguesa venceu o Euro-2016 que decorreu em França e arrecadou o primeiro troféu da Liga das Nações europeias em 2019, sendo estes os dois únicos títulos continentais.

Neste Euro-2024, a Selecção das Quinas mede forças com a Chéquia no primeiro jogo a contar para o Grupo F, onde também estão incluídas as selecções da Turquia e da Geórgia.

Nesta terça-feira 18 de Junho, os portugueses vão defrontar os checos pela sexta vez, desta vez no Estádio Red Bull Arena em Leipzig, na Alemanha, o país anfitrião.

Portugal venceu quatro jogos e sofreu uma derrota nos quartos-de-final do Europeu de 1996, que decorreu na Inglaterra, por 1-0 frente aos checos.

Desde essa derrota, os portugueses nunca perderam. Houve dois triunfos em Europeus: por 3-1 na fase de grupos do Euro-2008, e por 1-0 nos quartos-de-final do Euro-2012.

Os dois últimos encontros foram dois triunfos para Portugal na fase de grupos da Liga das Nações europeias: por 2-0 em casa e por 4-0 em território checo.

Cinco jogadores presentes no plantel de Portugal marcaram à Chéquia: Bruno Fernandes, João Cancelo, Diogo Jota, bem como Diogo Dalot e Cristiano Ronaldo, estes dois últimos tendo marcado dois tentos.

O historial está a favor de Portugal, mas em 1996, os portugueses também eram favoritos perante uma desconhecida Chéquia que chegou à final e só foi derrotada pela Alemanha por 2-1 após prolongamento.

Recorde-se que, enquanto Checoslováquia, o país venceu a prova em 1970. Depois a nação foi dividida em duas nações: Chéquia e Eslováquia.

A cidade de Leipzig, que se encontra no Leste do país, estará esta noite no centro das atenções dos adeptos portugueses e checos.

O encontro entre Portugal e a Chéquia decorre pelas 21h, hora local, num jogo a contar para a primeira jornada do Grupo F do Campeonato da Europa de futebol masculino, que se realiza na Alemanha de 14 de Junho a 14 de Julho.

Todos os jogos da Selecção Portuguesa terão cobertura da RFI em Português, nas nossas antenas, no nosso site rfi.Fr/pt e em todas as nossas plataformas digitais - Facebook, X e Telegram.

Por: Marco Martins

Conosaba/rfi.fr/pt