sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
A Direção do Hospital Nacional Simão Mendes assinala, a 20 de fevereiro de 2026, o Dia do Hospital e do Doente, sob o lema “O doente no centro do sistema de saúde: Direitos, humanização e qualidade dos cuidados”, reforçando o compromisso com um atendimento mais digno e centrado no paciente. TV O PAÍS Umaro Djalo
O Ministro da Saúde, Comodoro Quinhin Nantote, presidiu hoje a inauguração da nova sede da Ordem dos Médicos, expressando o "reconhecimento do governo a todos os médicos do país pelo seu contributo essencial para o bem-estar da população".
"Os médicos do nosso país têm demonstrado ao longo dos anos, coragem, resiliência e compromisso com a vida, muitas vezes em contextos exigentes e com recursos limitados", enalteceu o Ministro, sublinhando que "o estado reconhece e valoriza este esforço".
O Comodoro, Quinhin Nantote diz que a inauguração da sede da Ordem dos Médicos, em Bissau, "representa um marco de maturidade institucional, de afirmação profissional e de compromisso coletivo com o futuro da saúde no nosso país", considerando a Ordem uma "parceira estratégica" no desenvolvimento do sistema nacional de saúde.
Na ocasião, o Ministro da Saúde reafirma o compromisso do governo em continuar a investir no desenvolvimento do sistema, na formação de recursos humanos qualificados, na melhoria das condições de trabalho dos profissionais e no alargamento do acesso a cuidados de saúde seguros, dignos e de qualidade.
Finalmente, o governante aconselha que a nova casa dos profissionais médicos seja um centro de conhecimento, um espaço de diálogo construtivo e um símbolo nacional com a saúde e com a vida.
Durante a inauguração, a Ordem dos Médicos fez a apresentação do seu site oficial que, além de concebido para a gestão de base de dados e informações médicas, dispõe igualmente de ferramentas que permitam o público ou utente interagir com a Ordem: emitir reclamações, apresentar dúvidas, pedir esclarecimentos e outros serviços por eles prestados.
By: gabinete de Comunicação Minsap GW
Irão adverte a ONU que responderá "de forma decisiva" em caso de ataque dos EUA
Ilustração: Washington e Teerão iniciaram negociações sobre o programa nuclear do Irão em Omã a partir de 5 de Fevereiro de 2026. AFP - -,SAUL LOEB
Por: Nelson Nascimento com RFI
Issy les Moulineaux, França – Interação entre os EUA e o Irão, pautada por troca de ameaças recíprocas sob fundo de desdobramento de importantes forças militares americanas no Médio Oriente e apelos às Nações Unidas por parte do Irão.
Pouco depois de Donald Trump ter afirmado que esperaria dez dias para chegar a um acordo sobre o programa nuclear do Irão, Teerão pediu ao secretário-geral da ONU que inste os EUA a “cessar de imediato as suas ameaças ilícitas do uso da força” e, alerta que responderá de “forma decisiva” em caso de ataque, passando a considerar as bases norte-americanas na região como alvos legítimos.
Numa carta enviada a Guterres na quinta-feira, a Missão Permanente do Irão junto da ONU afirmou que a retórica do Presidente dos EUA “sinaliza um risco real de agressão militar” e que convinha “actuar sem demoras, antes que seja demasiado tarde”, realçando que o seu país não procurava iniciar uma guerra.
O Presidente americano reiterou na quinta-feira que sem um acordo “pertinente”, poderiam acontecer “coisas más”, numa altura em que o seu país vem desdobrou uma imponente força de ofensiva naval e aérea.
Recorde-se que os EUA e o Irão levaram a cabo duas sessões de discussões indirectas, primeiro em Oman e depois na Suiça, mas tudo indica que esses encontros não desembocaram de imediato num reaproximar substancial das respectivas posições.
Washington exige em particular um acordo que vá além do programa nuclear iraniano e englobe também as capacidades balísticas, algo que o Irão rejeita.
Considerável destacamento militar
O poderio militar dos EUA está presente no Golfo, num desdobramento massivo de forças não visto desde a invasão do Iraque em 2003. Imagens satélite de livre acesso confirmam: nos últimos dias a força aérea americana distribuiu entre 150 a 200 mil aparelhos de todos os tipos por entre as suas diferentes bases militares no Médio Oriente, de acordo com o especialista em defesa da RFI, Franck Alexandre.
Caças F-22, F-15 e F-16 visando a superioridade aérea, assim como bombardeiros, incluindo vários B-52 alinhados na base de Al Udeid no Catar, apoiados por váarias dezenas de aviões de aprovisionamento.
Estes recursos adicionais somam-se a um total de 12 navios já presentes no Mar Arábico, no Estreito de Ormuz, em torno do porta-aviões Abraham Lincoln.
Os contratorpedeiros desta armada estão todos equipados com mísseis de cruzeiro Tomahawk. E um porta-aviões adicional, o Gerald Ford, o maior da frota americana, acompanhado por quatro navios, deverá chegar perto da costa israelita já a 22 de Fevereiro. Perante tal armada, o Irão não tem força aérea. A sua defesa terra-ar, complementada por equipamento chinês, mantém-se limitada.
A nível naval, a sua frota de superfície não representa uma ameaça real.
No entanto, o Irão possui três submarinos da classe Kilo de origem russa e uma frota de mini-submarinos que poderia limitar a frota americana às margens. Acima de tudo, poderia minar o Estreito de Ormuz e tentar saturar o espaço aéreo com ataques de drones.
❗❗CNE O Conselho Nacional de Transição (CNT) elegeu nesta quarta‑feira a juíza conselheira Carmem Isaura Lobo para presidir a Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Carmem Isaura Lobo
CNE tem nova presidente, N’Pabi Cabi descartado
O Conselho Nacional de Transição (CNT) elegeu nesta quarta‑feira a juíza conselheira Carmem Isaura Lobo para presidir a Comissão Nacional de Eleições (CNE). A votação ocorreu durante a reunião ordinária do órgão, criado pelo Alto Comando Militar, e colocou Lobo à frente da instituição responsável por organizar e supervisionar os próximos pleitos eleitorais na Guiné‑Bissau.
Lobo disputou o cargo com o juiz conselheiro Pansau Na Tcharé. Segundo fonte próxima ao CNT ouvida pelo Capital News, a decisão busca “reforçar a credibilidade” e a independência da CNE neste “período sensível”.
A eleição acontece em meio a contestações, nem a oposição guineense nem a comunidade internacional reconhecem a legitimidade do Conselho Nacional de Transição (CNT). Ainda assim, o conselho tem avançado com pacotes legislativos, revisão constitucional e a Lei‑quadro dos partidos políticos.
Agora, N’Pabi Cabi, que vinha ocupando o cargo desde 2020, após Pedro Sambú renunciar para concorrer à presidência do Supremo Tribunal de Justiça, está fora do posto; também, não concorreu à recondução na Comissão Nacional de Eleições.
Por CNEWS
Bancos comerciais disponíveis para financiar campanha de comercialização de caju
Bissau, 20 fev (RDN) - Os bancos comerciais manifestaram hoje a sua disponibilidade para financiar a campanha de comercialização da castanha de caju, principal produto de exportação da Guiné-Bissau.
A posição foi tornada pública à margem de um encontro entre representantes das instituições bancárias e o Director-Geral do Comércio Interno, realizado com o objectivo de discutir as condições de financiamento para a campanha que se avizinha.
No final da reunião, Abdulai Mané afirmou que os bancos estão preparados para apoiar o processo, sublinhando que as condições apresentadas são favoráveis e vão ao encontro das expectativas do Governo.
Segundo o responsável, o entendimento alcançado poderá contribuir para o bom desenrolar da campanha, garantindo maior fluidez no processo de compra e escoamento do produto.
Importa recordar que a Guiné-Bissau é o sexto maior exportador mundial de castanha de caju, sendo a comercialização deste produto um pilar fundamental da economia nacional e uma das principais fontes de rendimento para milhares de famílias.
RDN
Levantada imunidade parlamentar de André Ventura após queixa por difamação
Em causa está uma queixa por difamação, apresentada por um antigo deputado do PSD, por declarações de Ventura numa entrevista à SIC, em março de 2025.
A Assembleia da República autorizou esta sexta-feira, por unanimidade, o levantamento da imunidade parlamentar de André Ventura para responder a uma queixa de difamação apresentada pelo antigo deputado do PSD Joaquim Pinto Moreira.
Este processo corre no Juízo de Instrução Criminal de Santa Maria da Feira.
O que levou à queixa por difamação?
Em causa estão declarações do presidente do Chega, numa entrevista à SIC, em março de 2025, em que disse que Pinto Moreira terá recebido "dinheiro para fazer obras" e de "trocar obras por presentes".
Pinto Moreira, que nega estas acusações, considera ainda que André Ventura atuou propositadamente para lhe "imputar atos corruptivos" e "para os publicitar" e "atuou de forma dolosa", tendo-o ofendido "gravemente na sua honra e consideração".
Recorde-se que Joaquim Pinto Moreira está envolvido no processo Vórtex e foi acusado de dois crimes de corrupção passiva agravada, um crime de tráfico de influências e um crime de violação de regras urbanísticas por funcionário.
Lusa/SIC Notícias
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