domingo, 21 de junho de 2026

«Comissariado Nacional da Polícia de Ordem Pública Guiné-Bissau» NOTA DE IMPRENSA

 O Coletivo de Quadros da Polícia de Ordem Pública (POP) da Guiné-Bissau realizará, no âmbito do projeto “Pensar a Nossa Polícia”, a I.ª Edição da Sessão de Formação, subordinada ao tema “Polícia e Direitos Humanos: Limites, Responsabilidade e Legitimidade da Atuação Policial”, destinada aos Comandantes das Esquadras de Zona Centro Bissau e Biombo da Polícia de Ordem Pública.

Esta iniciativa, promovida por antigos e atuais estudantes do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI), estabelecimento do ensino policial da Polícia Segurança Pública (PSP) de Portugal 
🇵🇹
, bem como por antigos estudantes da Academia de Polícia da Federação Russa 
🇷🇺
, visa contribuir para o fortalecimento institucional e a capacitação contínua dos elementos desta formação policial.

A referida sessão de formação tem como objetivo reforçar a atuação dos Comandantes das Esquadras da POP, promovendo o respeito, a proteção e a observância efetiva dos direitos humanos no exercício das suas funções, em conformidade com os princípios da legalidade, responsabilidade e legitimidade da atuação policial.

Essa Iª edição iniciará no dia 22 de junho de 2026 pelas 9h, e terminará no dia 24 de corrente mês, nas instalações do Comissariado Nacional da POP. As cerimónias de abertura e do encerramento da formação contará com altas entidades do Ministério do Interior e da Ordem Pública e da POP. Desta forma a POP, tem a honra de convidar todos os órgãos de comunicação social para os dois atos que terão lugar no mesmo local e na mesma hora.

A Câmara Municipal de Bissau continua a campanha de limpeza da cidade. O presidente da Câmara, Umaro Baldé, participou nos trabalhos de limpeza juntamente com toda a direção da Câmara Municipal e com algumas organizações juvenis. A iniciativa visa promover a higiene urbana, a proteção do ambiente e a melhoria das condições de vida da população.


Ex-PM cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva deixa política ativa

Anúncio foi feito este sábado nas redes sociais.

O ex-primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva anunciou este sábado que vai deixar a política ativa, depois de o novo Governo do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), liderado por Francisco Carvalho, ter sido empossado na sexta-feira.

"Agora é o momento de continuar a vida fora da política ativa", escreveu no Facebook, numa mensagem em que informou ter renunciado ao mandato de deputado.

Ulisses Correia e Silva já tinha anunciado igualmente a demissão da presidência do Movimento pela Democracia (MpD) após a derrota nas eleições legislativas de 17 de maio.

O PAICV assegurou uma maioria absoluta de 37 deputados entre os 72 lugares da Assembleia Nacional e o MpD regressou à oposição, com 33 eleitos, após dois mandatos (10 anos) na governação do arquipélago sob a liderança de Ulisses Correia e Silva.

O parlamento conta ainda com dois deputados da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID).

O MpD escolheu, no início do mês, Eurico Monteiro como presidente interino e agendou para 06 de setembro a eleição de um novo líder.

Na Assembleia Nacional, onde a nova composição tomou assento na quinta-feira, a bancada do MpD será liderada pelo deputado Luís Carlos Silva e integra, na qualidade de vice-presidentes, os deputados Damião Medina, Sandra Galina, Lídia Lima e Liver Gomes.

Guiné Equatorial prepara-se para assumir próxima presidência da CPLP - ex-secretário-executivo

O ex-secretário-executivo da CPLP Murade Murargy declarou à Lusa que a Guiné Equatorial prepara-se para assumir a próxima presidência da organização e que esta cumpre o prometido aquando da adesão, embora considere que Portugal nada faz pelo país.

O ex-secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) anunciou à Lusa, numa entrevista feita por telefone no âmbito dos 30 anos que a organização assinala em 17 de julho, que a Guiné Equatorial prepara-se para assumir a presidência da organização, em 2027, e confessou que, pessoalmente, esse foi o motivo que o fez prolongar, por um ano, as suas funções naquele país africano, que cessaria este ano.

O atual conselheiro do Governo equato-guineense para os Assuntos dos Países da Língua Portuguesa defende que a Guiné Equatorial está pronta para assumir as funções – apesar de precisar do apoio dos outros países – mas necessitará de dar mais formação em língua portuguesa aos seus altos quadros, missão para a qual contribui, assegurou.

O embaixador, que esteve no secretariado-executivo entre 2012 e 2016, recordou que tal já foi feito no passado com Timor-Leste, para onde, na altura, foram enviados “sete conselheiros”.

“A Guiné Equatorial solicitou a entrada na CPLP logo em 1996, quando esta foi criada, mas houve objeção de um país”, contextualizou o diplomata.

Ao iniciar as suas funções na CPLP, a pedido do Presidente moçambicano Armando Guebuza, que detinha a presidência da comunidade, foi rapidamente confrontado com a questão do pedido de adesão da Guiné Equatorial.

“Quando comecei a exercer as minhas funções, tive de imediato uma visita a Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, onde estava também o Presidente [da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Nguema Mbasogo], que me solicitou uma reunião para reiterar o seu pedido de adesão”, recordou.

“Ao regressar a Lisboa, enviei à Guiné Equatorial um roteiro – que já tinha sido feito, com principal contribuição do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros português Luís Amado – com tudo o que tinham de cumprir”, prosseguiu.

Para que esta nação fosse integrada, teve de se comprometer a abolir a pena de morte da Constituição e a introduzir a língua portuguesa no país, entre outras questões.

“Prometeram fazer uma moratória à pena de morte e fizeram-na”, frisou.

Relativamente à língua portuguesa, garante que “aos poucos, o trabalho foi sendo feito” e criticou Portugal por não se ter empenhado em ajudar mais.

“Não podemos esperar que uns velhotes de 70 ou 80 anos falem português. Mas hoje, talvez, a juventude já fale”, disse.

Questionado sobre se a Guiné Equatorial, um dos países africanos exportadores de petróleo, não tem fundos para financiar as próprias medidas de incentivo à língua portuguesa, respondeu que “sim”, mas reiterou que “é preciso que outros países também participem, porque a língua não é só da Guiné [Equatorial]” e “Portugal é o maior interessado”.

Segundo o diplomata, em contraste face a nações que criaram centros culturais e de aprendizagem, assim como bolsas de estudo, “Portugal nada faz com a Guiné Equatorial, mas exige que esta fale português”.

“Eu próprio, que sou conselheiro do Presidente, dou aulas de português aos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros”, referiu.

Sobre a pena de morte, o conselheiro frisou que esta já não se aplica e que a situação “foi tratada”, pois foi “abolida da Constituição”.

Questionado sobre o facto de a Guiné Equatorial ser considerada, em vários estudos, um dos países mais repressivos do mundo, respondeu que vive lá há oito anos e não reconhece “repressão nenhuma”, mas salvaguardou “que todos os países têm cadeias”.

Murargy recordou ainda a cimeira de Díli, em 2014, com orgulho, tendo sido nesta que foi anunciada pela presidência timorense, antes da reunião de chefes de Estado e de Governo sobre o tema, a adesão da Guiné Equatorial.

“Eu sinto orgulho de ter sido secretário-executivo durante a primeira cimeira de Díli. Produziu muitos resultados. Se a cimeira durasse mais tempo, nós até podíamos ter criado um banco de desenvolvimento”, indicou.

A CPLP, que assinala 30 anos dia 17 de julho, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Lusa

sábado, 20 de junho de 2026

COMUNICADO/ ELETRIFICAÇÃO -GABÚ E BAFATÁ

A Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau-EAGB, S.A, focado na promoção de equidade social, impulcionar a economia regional (agricultura e comércio) e principalmente em viabilidade de serviços básicos de saúde e educação para toda a população, iniciou com um projecto de emergência para a electrificação das regiões de Gabú e Bafata .
Esta iniciativa é no quadro da extensão da Rede elétrica no interior do pais e tem como pilares quatro pontos.
1. Fomento Econômico e Geração de Emprego(agroindústria , comercio e serviços).
2.Infraestrutura Básica e Saúde(saneamento e armazenamento adequado).
3.Educação e Inclusão Digital(acesso a informação).
4.Segurança e Qualidade de Vida( iluminação pública e conforto básico).
Como se vê nas ilustração, já estão a ser executado os trabalhos de fixação dos poste de elevação da corrente elétrica e, a conclusão do mesmo está previsto para até o dia 07 de julho do ano em curso.
A EAGB MAIS PRÓXIMO DE SI




Mundial 2026: Estados Unidos nos dezasseis-avos-de-final

A selecção dos Estados Unidos de futebol. © IMAGN IMAGES via Reuters/Troy Wayrynen

A segunda jornada da fase de grupos do Mundial de futebol masculino prosseguiu na sexta-feira 19 de Junho e já há um segundo país apurado para os dezasseis-avos-de-final, os Estados Unidos.

Quatro encontros disputados, e uma segunda selecção apurada para a fase seguinte do Campeonato do Mundo: os Estados Unidos.
Estados Unidos, dois triunfos em dois jogos

A selecção norte-americana venceu por 2-0 a Austrália, em Seattle, nos Estados Unidos, e apurou-se para os dezasseis-avos-de-final do Mundial, liderando o Grupo D com seis pontos.

Os tentos norte-americanos foram apontados por Alex Freeman e pelo defesa da Austrália, Cameron Burgess, na própria baliza.

A selecção dos Estados Unidos tem seis pontos, mais três do que a Austrália e do que o Paraguai, e mais seis do que a Turquia, esta última selecção foi aliás eliminada.

No outro encontro do agrupamento, os paraguaios venceram por 1-0 os turcos, em San Francisco, nos Estados Unidos. O único tento do Paraguai foi da autoria de Matías Galarza. De notar que pela primeira vez na história, Miguel Almirón, avançado paraguaio, acabou expulso por colocar a mão à frente da boca numa discussão com Mert Muldur, atitude que pode levar a uma expulsão de acordo com as novas recomendações da FIFA. Neste caso, o árbitro de El Salvador, Iván Barton, decidiu expulsar o avançado do Paraguai.

De notar que a Turquia foi eliminada contabilizando duas derrotas em dois jogos.

Na terceira jornada, os Estados Unidos vão medir forças com os turcos, enquanto os australianos vão defrontar os paraguaios.

Recorde-se que os dois primeiros de cada grupo, bem como os oito melhores terceiros, em 12 grupos, também seguem para os dezasseis-avos-de-final.
A Turquia foi eliminada do Mundial-2026. © AP Photo/Jeff Chiu

Brasil e Marrocos com um pé nos dezasseis-avos-de-final

No Grupo C, o Brasil venceu o Haiti por 3-0, em Filadélfia, nos Estados Unidos, e lidera agora a classificação com quatro pontos.

Os tentos foram apontados por Matheus Cunha, que bisou, e Vinícius Júnior.

Os brasileiros partilham o primeiro lugar com Marrocos. Os marroquinos venceram por 1-0 a Escócia em Boston, nos Estados Unidos.

O único tento da partida foi apontado por Ismael Saibari após apenas 71 segundos de jogo.

De notar que a Escócia ocupa o terceiro lugar com três pontos, enquanto o Haiti, sem nenhum ponto após duas jornadas, já está eliminado.

Na terceira e derradeira jornada, os escoceses vão medir forças com os brasileiros, enquanto os marroquinos vão defrontar o Haiti.
Festejos dos jogadores brasileiros. © AP Photo/Petr David Josek

Por: Marco Martins
rfi.fr/pt/

O Governo de Transição prestou homenagem fúnebre ao antigo Embaixador da Guiné-Bissau e ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Lopes da Rosa, numa cerimónia realizada no Palácio do Governo, em Bissau.

TV O PAÍS | Hamadi Candé