quinta-feira, 15 de outubro de 2026

QUALIFICAÇÃO CAN 2027 PAMOJA: SELECIONADOR NACIONAL EMILIANO TÉ ANÚNCIA A PRÉ-CONVOCATÓRIA DOS DJURTUS PARA A DUPLA JORNADA FRENTE A MADAGÁSCAR

Ministro da Comunicação Social, Abduramane Turé, visitou as instalações da INACEP. Após a visita, o governante explicou à imprensa os objetivos da deslocação.

 
Radio TV Bantaba






BALANTAS DE MANSOA: JUNTOS, VAMOS CONQUISTAR O NOSSO TRANSPORTE!


Caros sócios, adeptos, filhos de Mansoa e amigos dos Balantas. Bom dia, boa tarde e boa noite, dependendo do fuso horário de cada país. 

A iniciativa de aquisição de um meio de transporte para o Clube de Futebol "Os Balantas" de Mansoa (CFBM) nasceu na nossa Diáspora, demonstrando que a distância não diminui o amor pelo nosso clube. Uma palavra especial de reconhecimento ao nosso irmão Demba Zizou Djassi, antigo jogador e uma das grandes referências da sua geração, mentor desta iniciativa e exemplo de ligação à instituição que ajudou a representar. 

Esta causa começou na Diáspora, mas pertence a todos nós! O objetivo é proporcionar melhores condições aos nossos atletas, reduzir os custos das deslocações e contribuir para um Balantas mais forte e sustentável.

VALORES DE CONTRIBUIÇÃO PROPOSTOS  Guiné-Bissau: mínimo proposto de 32.500 FCFA.
Diáspora: mínimo proposto de 50 €. Quem puder contribuir com um valor superior poderá fazê-lo. O mais importante é que cada um participe de acordo com as suas possibilidades. 

Ninguém deve sentir-se excluído por não poder contribuir com o valor proposto.

CONTRIBUIÇÕES NA GUINÉ-BISSAU — ORANGE MONEY Código: #144#32*231183#  Efetue a operação diretamente no seu telemóvel, seguindo as instruções do visor. 

Não faça depósitos através de comerciantes Orange Money. Confirme cuidadosamente os dados antes de validar, para evitar transferências para contas erradas.

A conta está em nome do Clube de Futebol Os Balantas de Mansoa, representado pelo seu Presidente. 

CONTRIBUIÇÕES DA DIÁSPORA — EUROS Beneficiário: Rui Jassi, conhecido por Matcho IBAN: PT50 3560 0001 9001 8859 0810 3 BIC/SWIFT: REVOPTP2 Banco: Revolut Bank UAB — Sucursal em Portugal Morada: Fábrica 390, Rua Heróis de França, n.os 415 e 417, 4450-155, Matosinhos, Portugal. BIC correspondente: CHASDEFX Sempre que possível, utilize a referência «TRANSPORTE BALANTAS» e envie o comprovativo à organização responsável pela iniciativa.  

TRANSPARÊNCIA E UNIÃO Todas as contribuições devem ser devidamente registadas, com prestação de contas aos participantes. 

A confiança de cada contribuinte é fundamental para o sucesso desta iniciativa. Não podemos esperar que sejam sempre os mesmos a assumir todas as responsabilidades. 

Cada contribuição representa um gesto de solidariedade e um investimento no futuro do nosso clube. Os Balantas não pertencem apenas a uma Direção. Pertencem à sua gente, à sua história e a todos aqueles que continuam a acreditar neles!
 
UMA VEZ BALANTAS, BALANTAS PARA TODA A VIDA! MANSOANDADI! BALANTANDADI! 

Unidos somos mais fortes!



CEMGFA declara disponibilidade de militares gambianos serem recebidos no Centro de Instrução Militar de Cumeré

(ANG) – O Chefe de Estado-maior General das Forças Armadas(CEMGFA), da Guiné-Bissau manifestou a disponibilidade de os efectivos das Forças Armadas da Gâmbia serem acolhidos no Centro de Instrução Militar de Cumeré para formação e aperfeiçoamento técnico na especialidade de Artilharia Terrestre.

Tomás Djassi que se encontra de visita à Gâmbia, fez esta declaração na reunião de duas delegações militares, realizada no quartel general das Forças Armadas da Gãmbia, em Banjul.

Na ocasião, Tomás Djassi agradeceu ao seu homólogo gambiano, Ousman Gomez, e ao Presidente gambiano, Adama Barrow, pela recepção e hospitalidade dispensadas à delegação guineense.

O responsável militar guineense destacou os laços históricos, culturais e de fraternidade que unem os dois países, considerando que a visita constitui uma oportunidade para aprofundar as relações militares e consolidar o compromisso comum com a paz, estabilidade e soberania nacional.

Tomás Djassi recordou que o Acordo de Cooperação na Área da Defesa, assinado em Bissau, em Fevereiro de 2025, constitui uma base jurídica para o desenvolvimento da parceria entre as duas instituições militares.

Por isso, defendeu a necessidade de transformar os compromissos nele assumidos em medidas concretas, através da activação da Comissão Conjunta de Acompanhamento e da implementação de planos anuais de execução.

No domínio de formação, Djassi apontou a capacitação linguística como prioridade, com a proposta de criação de programas de formação em língua portuguesa para militares gambianos nas instituições militares da Guiné-Bissau. Em contrapartida, oficiais e sargentos guineenses poderão frequentar cursos de aperfeiçoamento em língua inglesa em instituições militares gambianas.

Disse que, a Guiné-Bissau pretende igualmente enviar jovens cadetes e futuros oficiais para a Escola de Formação Militar das Forças Armadas da Gâmbia, em Fajara.

O Chefe do Estado-maior-General das Forças Armadas defendeu ainda o planeamento e a realização de exercícios militares combinados, envolvendo unidades de forças especiais e de artilharia dos dois países, com o objectivo de melhorar a capacidade de resposta perante ameaças assimétricas e reforçar a segurança.

Outra prioridade apontada foi a operacionalização de canais directos de partilha de informações estratégicas e tácticas, visando a protecção das fronteiras e o combate ao crime transnacional organizado.

O responsável militar guineense propôs ainda a elaboração de um Plano de Ação Técnico, com calendário e metas definidos, bem como a realização regular de reuniões anuais entre os Estados-Maiores das duas Forças Armadas.

Por sua vez, o Chefe do Estado-maior da Defesa das Forças Armadas da Gâmbia, Tenente-General Ousman Gomez, considerou a visita uma demonstração de amizade duradoura entre os dois países e da vontade comum de reforçar a cooperação no domínio da defesa.

Ousman Gomez salientou que, apesar de os dois países não partilharem uma fronteira comum, existem interesses e responsabilidades regionais que justificam uma parceria militar mais estreita, em benefício da paz e da estabilidade na África Ocidental.

Segundo o Chefe de EMDFAG, o actual contexto de segurança na sub-região exige maior coordenação entre as instituições de defesa, tendo em conta ameaças como a criminalidade organizada transnacional, o tráfico ilícito, a insegurança marítima, o extremismo violento e outras formas de criminalidade transfronteiriça.

Ousman Gomes disse que nenhum país por si só consegue enfrentar todos esses desafios, sublinhando a importância da partilha de experiências profissionais, do reforço das capacidades institucionais e do intercâmbio de informações de segurança, respeitando as leis e as prioridades nacionais.

Destacou as oportunidades de cooperação nas áreas de formação, capacitação, intercâmbios profissionais militares, partilha de experiências operacionais e estreitamento das relações institucionais.

O responsável das Forças Armadas gambiano reconheceu igualmente o papel da Embaixada da Guiné-Bissau na Gâmbia e do adido de defesa na promoção do diálogo e na facilitação de iniciativas destinadas a aproximar as instituições militares dos dois países.

Os dois responsáveis manifestaram o desejo de verem os encontros técnicos realizados durante a visita produzirem resultados concretos e duradouros, que contribuam para uma parceria de defesa mais sólida e mutuamente benéfica para os dois países.

O Chefe do Estado-maior General das Forças Armadas (CEMGFA) da Guiné-Bissau, Tomás Djassi, se encontra desde terça-feira em Banjul, para uma visita de trabalho e amizade de quatro dias à República da Gâmbia.

ANG/LPG/ÂC//SG

MAGDA NELY ROBALO ESCLARECE POLÉMICA SOBRE A VACINA DA HEPATITE B E APELA AO GOVERNO PARA A INTRODUZIR RAPIDAMENTE



A antiga ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Magda Robalo, disse que as pessoas não devem confundir o protocolo de estudo submetido pelo Projeto de Saúde de Bandim para avaliar os efeitos inespecíficos da vacina contra a hepatite B com a necessidade de vacinar as crianças guineenses à nascença, uma responsabilidade do Governo, nomeadamente do Ministério da Saúde Pública. ela disse que o Governo deve ser encorajado a introduzir a vacina contra a hepatite B o mais rapidamente possível.

Estas afirmações foram feitas ontem, numa publicação na sua página do Facebook, intitulada «Polémica sobre a vacina da hepatite B: dez esclarecimentos».

A médica, especialista em saúde pública e doenças infecciosas, e igualmente antiga Alta-Comissária para a resposta à COVID-19 na Guiné-Bissau, avança que se trata de dois objetivos muito diferentes, sendo que um deles pretende satisfazer uma curiosidade científica questionada por muitos cientistas, decisores e peritos de saúde, apesar do financiamento do Governo americano.

Magda Robalo sustenta ainda que a ideia que circula de que a vacina vai ser testada em crianças guineenses é falsa, uma vez que, segundo ela, a vacina contra a hepatite B foi amplamente testada e revelou ser segura e eficaz.

A vacina é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para proteger a população da infecção pelo vírus da hepatite B. Segundo Magda Robalo, o que o Projeto de Saúde de Bandim (PSB) pretendia ou pretende fazer é avaliar se a vacina confere benefícios adicionais, tendo como população-alvo os recém-nascidos guineenses.

"E julgo que é daqui que nasce toda a confusão", enfatiza Magda Robalo, que considera ser necessário não confundir a proposta do PSB de estudar a vacina contra a hepatite B em crianças recém-nascidas com a possível decisão do Governo de introduzir a vacina no calendário nacional de vacinação, para imunizar os recém-nascidos contra a doença.

A antiga ministra disse também que o Governo da Guiné-Bissau deve ser encorajado a introduzir a vacina contra a hepatite B o mais rapidamente possível e que as mães guineenses devem ser incentivadas a vacinar os seus bebés à nascença, assim que a vacina passe a fazer parte do calendário nacional de vacinação.

Segundo Magda Robalo, o outro objetivo visa responder a um problema de saúde pública universal e nacional: a proteção da saúde das crianças guineenses e dos adultos, a médio e longo prazo, através de uma vacina comprovadamente eficaz e segura.

A possível administração da vacina contra a hepatite B está a gerar polémica e críticas no país. Esta semana, o Governo informou que, até ao momento, não autorizou a administração da vacina aos recém-nascidos guineenses.

Segundo a publicação da médica, um dos maiores desafios dos tempos atuais está relacionado com a velocidade com que a desinformação entra pela porta adentro e deixa confusa a maior parte das pessoas, sobretudo as mais "incautas".

Magda Robalo esclarece que a intenção da sua publicação é tentar esclarecer a opinião pública guineense sobre o que está em causa relativamente à vacina contra a hepatite B, uma vez que, segundo afirmou, tem lido e ouvido nas redes sociais posicionamentos "inflamados", mas baseados numa má compreensão do assunto.

Segundo a antiga ministra, o que está em causa é um estudo proposto pelo Projeto de Saúde de Bandim (PSB) para avaliar os efeitos inespecíficos da vacina contra a hepatite B quando administrada à nascença.

"Este protocolo foi submetido pelo PSB (e não pelo Governo da Guiné-Bissau) e aprovado para financiamento pelo Governo americano", lê-se na mesma publicação, na qual a antiga ministra esclarece que a vacina contra a hepatite B é "extremamente" segura e eficaz e está a ser comercializada a nível mundial desde 1981, tendo já sido administrada a mais de mil milhões de pessoas.

Outro esclarecimento apresentado por Magda Robalo é que a vacina já é administrada a crianças guineenses e que os fundos foram solicitados e deveriam ser atribuídos ao PSB, e não ao Governo da Guiné-Bissau.

"O protocolo de estudo do PSB, amplamente discutido em janeiro de 2026, foi duramente criticado por atores internacionais e nacionais — entre os quais me incluo — por não obedecer, devido ao seu desenho, a padrões universais de ética, por falta de mérito científico e, entre outras razões, por não responder aos critérios científicos que permitiriam a sua aprovação por comités de ética europeus ou americanos, apesar de ter sido aprovado pelo Comité de Ética da Guiné-Bissau", afirmou.
Segundo Magda Robalo, o protocolo de estudo revisto, avance ou não, não deve impedir ou atrasar a "urgente" necessidade de introduzir a vacinação dos recém-nascidos guineenses contra a hepatite B, tendo em conta a elevada prevalência da infeção no país.
A médica reconhece que a hepatite B é uma doença muito frequente na Guiné-Bissau e que «não se cura com doses diárias de óleo de palma».

«A doença tem efeitos a curto, médio e longo prazo que podem levar à morte», alerta a médica, que questiona ainda se será crime negar às crianças guineenses, com a maior urgência possível, a proteção conferida pela vacina contra a hepatite B administrada à nascença.

RSM: 15 10 2026
Imagem: Facebook/Magda

«DECLARAÇÃO DE CORREÇÃO» Em relação às publicações da Confidentiel Afrique em relação ao Presidente Umaro Sissoco Embaló e ao Sr. Macky Sall

Casablanca, 14 de outubro de 2026
A Diretoria de Comunicação do Presidente Umaro Sissoco Embaló se tornou ciente das sucessivas publicações da Confidentiel Afrique, sob a penas do Sr. Chérif Ismael Aïdara, em relação às relações entre o Presidente Umaro Sissoco Embaló e o ex-presidente da República de Senegal, o Sr. Macky Sall.
Após um primeiro artigo publicado no final de junho de 2026, apresentando o Presidente Embaló como um suposto apoiador "sobrecarregado" do candidato do Sr. Macky Sall para a posição de Secretário-Geral das Nações Unidas, deliberadamente escolhemos não reagir.
Acreditávamos que não era necessário nem apropriado alimentar uma controvérsia, considerando que a evolução dos eventos só nos permitiria apreciar a realidade das relações entre os dois homens.
No entanto, o artigo publicado em 12 de outubro de 2026, em que se afirma que o Presidente Embaló teria procurado participar de uma reunião em Nova Iorque entre os presidentes Bassirou Diomaye Faye, Emmanuel Macron e o Sr. Macky Sall, mas foi recusado na solicitação do último e do seu entorno, esteve a pedir uma esclarecimento.
Em 14 de setembro de 2026, ele excepcionalmente foi para Paris para prestar uma homenagem final ao falecido Orlando Mendes Viegas, ex-ministro e líder do Partido para a Renovação Social (PRS), a quem considerava um grande irmão.
A sua presença em Paris naquele dia foi pública e documentada. Imagens e vídeos foram transmitidos em plataformas digitais. O próprio Presidente Embaló mencionou a sua cirurgia e o seu estado de convalescência. As publicações e os vídeos publicados também ajudaram a mostrar as dificuldades com as quais ele ainda estava a se deslocar após a sua operação.
Após esta homenagem, ele se juntou ao Marrocos, onde continuou a sua convalescência.
Em 23 de setembro de 2026, no dia do seu aniversário, imagens transmitidas publicamente em plataformas digitais mostram o Presidente Umaro Sissoco Embaló cercado por várias pessoas durante a celebração do seu aniversário.
Esses elementos, portanto, levam a uma pergunta muito simples:
Em que momento o Presidente Umaro Sissoco Embaló deixou a sua convalesência para ir para Nova York e tentar participar na reunião descrita por Confidentiel Afrique?
Já que Confidentiel Afrique afirma ter fontes suficientes para contar as circunstâncias em que o Presidente Embaló tentou participar nesta reunião, convidamos o seu autor a produzir um único elemento verificável que estabeleça a sua presença física em Nova York no momento das supostas ocorrências.
Um fotograma, um vídeo ou qualquer outro material e elemento verificável seriam suficientes para esclarecer esta pergunta.
EVENTOS POSTERIORES TAMBÉM DESERVEM VERIFICAÇÃO
O artigo de 12 de outubro também apresenta o episódio de Nova York como uma expressão da vontade do Sr. Macky Sall e de sua entourage de se distanciarem do Presidente Umaro Sissoco Embaló.
Novamente, convidamos o Sr. Aïdara a prosseguir com suas verificações.
Desde que ele afirma ter acesso a fontes bem apresentadas, não é nada secreto. O Sr. Aïdara pode facilmente verificar essas fontes de sua própria fonte em Abidjan, particularmente em relação à presença dos dois homens e às suas reuniões.
Ele também pode verificar as circunstâncias em que continuaram a sua viagem após a sua visita à Côte d'Ivoire.
Simplesmente, convidamos-o a realizar essas verificações antes de apresentar como fato a tese de uma ruptura entre os dois homens.
É por isso que escolhemos não responder ao primeiro artigo publicado em junho: os fatos que intervêm falam por si próprios.
NENHUMA CONTROVERSA PESSOAL, NENHUMA PROCEDURA INTENCIONAL
A Diretoria de Comunicação não pretende envolver-se em uma controvérsia pessoal com o Sr. Chérif Ismael Aïdara.
Sabemos da história dos seus relatórios com o Presidente Umaro Sissoco Embaló. Poderíamos ter participado neste campo, mas escolhemos deliberadamente não fazer isso.
Este comunicado não aborda a pessoa do Sr. Aïdara ou as suas motivações. Aborda exclusivamente os fatos que ele publica.
A liberdade de imprensa e a liberdade de investigar devem ser plenamente respeitadas. No entanto, isso também implica uma exigência fundamental: verificar, verificar e confrontar informações antes de apresentá-las como fatos.
O Sr. Chérif Ismael Aïdara conhece perfeitamente como iria alcançar o Presidente Umaro Sissoco Embaló ou o seu entorno.
Antes de afirmar que teria procurado participar em uma reunião em Nova York e que teria sido excluído, uma verificação prévia foi essencial:
O Presidente Umaro Sissoco Embaló estava realmente em Nova York no momento da reunião?
A nossa resposta é não.
Por isso, convidamos o Sr. Chérif Ismael Aïdara a permanecer profissional no exercício da sua profissão e a apresentar os elementos que apoiam as suas alegações.
Não pedimos tratamento especial da Confidentiel Afrique, nem mais do que isso da sua autora.
Pedimos apenas o respeito de uma regra básica do jornalismo:
Verificar antes de afirmar.
A Diretoria de Comunicação do Presidente Umaro Sissoco Embaló, portanto, aborda publicamente o Sr. Chérif Ismael Aïdara e a Confidentiel Afrique com esta simples solicitação:
Mostre um único elemento verificável.
Em ausência disso, os leitores devem tirar suas próprias conclusões.
A Diretoria de Comunicação
do Presidente Umaro Sissoco Embaló

A Seleção Nacional Sub-20 da Guiné-Bissau não vai participar no torneio de qualificação para o CAN 2027 da categoria, que será disputado no Mali.

De acordo com a informação avançada na semana passada pelo antigo candidato à presidência da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB), Adele Sebastião “Kabi”, através da sua conta na rede social Instagram, a entidade federativa depara-se com dificuldades financeiras e logísticas para garantir a deslocação da delegação guineense para o Mali.

Entretanto, os cidadãos guineenses aguardam um esclarecimento oficial da entidade máxima que tutela o futebol nacional sobre as razões que levaram à não participação da Seleção Nacional Sub-20 na competição africana.

Recorde-se que o torneio inicia-se esta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, em Bamako, no Mali. A turma nacional deveria entrar em ação amanhã, diante da Seleção da Serra Leoa, num jogo agendado para as 19h00.

Heraldo Gomes