A adulteração de contratos de arrendamento esteve entre os motivos que levaram à recusa de vistos de estudo a 39 estudantes guineenses por parte da Embaixada de Portugal. A informação foi avançada esta quinta-feira, 22 de outubro, pelo diretor-geral do Ensino Superior, Amadú Caba Djaló, durante uma conferência de imprensa.
Segundo o responsável, o Ministério da Educação recebeu uma nota da Embaixada de Portugal a esclarecer que 21 estudantes adulteraram contratos de arrendamento, enquanto outros utilizaram o mesmo contrato, em desconformidade com as normas portuguesas.
Os restantes foram notificados para esclarecer a sua situação no prazo de dez dias, mas não responderam.
Amadú Caba Djaló afirmou que o Ministério convocou os estudantes para procurar alternativas, tendo-lhes proposto bolsas de estudo em Marrocos e na Argélia. No entanto, os estudantes recusaram as propostas, alegando que pretendiam estudar exclusivamente em Portugal.
Na mesma conferência de imprensa, o diretor-geral da Comunidade, Braima Mané, aconselhou os estudantes que obtiveram vistos de estudo para Portugal a procurarem orientação junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros, com vista a facilitar os procedimentos de entrada no país de destino.
Por: RGP
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