sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Governo da Guiné-Bissau aprova trasladação de restos mortais de “Nino” Vieira para a Amura



O Governo da Guiné-Bissau aprovou hoje, em Conselho de Ministros, a trasladação dos restos mortais do antigo presidente guineense João Bernardo 'Nino' Vieira para a Amura, local onde estão sepultados antigos chefes de Estado eleitos do país.

O Conselho de Ministros deliberou "aprovar o projeto de decreto relativo à transladação dos restos mortais do ex-Presidente da República general João Bernardo 'Nino' Vieira para a fortaleza de São José D'Amura", pode ler-se no comunicado enviado à imprensa.


A trasladação será feita a 16 de novembro, dia das Forças Armadas da Guiné-Bissau.

Na fortaleza de São José D'Amura, sede do Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, já estão sepultados os restos mortais dos antigos presidentes Kumba Ialá, Malam Bacai Sanhá e de Amílcar Cabral, pai da Nação guineense.

João Bernardo 'Nino' Vieira está atualmente sepultado do cemitério de Bissau a pedido de família.

O antigo chefe de Estado foi assassinado a 02 de março de 2009, horas depois de o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas general Tagme Na Waié ter sido morto numa explosão no antigo Estado-Maior General das Forças Armadas.

Conosaba/Lusa

NVESTIMENTO E ECONOMIA NA GUINÉ-BISSAU!

O investimento é essencial ao crescimento da nossa economia, sobretudo agora que a crise sanitária afetou totalmente o funcionamento do tecido económico nacional. A Covid-19 trouxe muitas incertezas relativamente ao nosso futuro, não sendo ainda claro como será o novo normal. 

De acordo com dados recentes do governo, cerca de 89% da força laboral do país foi afetada, cobrindo quase todos os sectores da economia nacional. Algumas medidas estão a ser implementadas pelo governo guineense para minimizar o impacto da pandemia na economia mas, ainda assim, as incertezas prevalecem. 

O Estado deve tomar iniciativas no sentido de se criar na Guiné-Bissau um bom ambiente de negócios, que atraia particularmente investidores estrangeiros, na perspetiva da diversificação da economia e da redução do desemprego. Um período muito prolongado de baixo crescimento da economia pode levar a políticas de promoção do investimento e a privilegiar os efeitos de curto prazo (de estímulo da economia) relativamente aos efeitos de longo prazo (de aumento de produtividade potencial). 

Os investidores estrangeiros sabem que há inúmeras oportunidades de negócio na Guiné-Bissau, mas gostam de trabalhar num ambiente de certeza e segurança jurídica porque desejam que os negócios tenham o retorno esperado. O que afasta ainda mais a Guiné-Bissau do investimento externo é que o nosso país não oferece infraestruturas tecnológicas e telecomunicações de topo de gama, nem um ambiente inovador muito apetecível a estes investidores. 

Não basta ser um país belo, não basta ter um código de investimento atrativo, é sobretudo a maneira como lidamos, tratamos, apoiamos, acarinhamos, seguimos e protegemos o investidor que faz a atração do investimento. Precisamos de investimento público e privado! O nosso país está na cauda de África no que toca ao investimento e neste momento o problema não é o da qualidade do investimento mas sim o do nível do mesmo. Esse é, provavelmente, o principal obstáculo que temos ao crescimento. 

Precisamos de mais investimento mas, para o financiar, precisamos de poupança. É verdade que a poupança é aparentemente mais segura, porém a sua rentabilidade é baixa. Nos investimentos, a rentabilidade esperada pode ser bastante elevada mas existem riscos, desde a liquidez do investimento até ao risco de não reembolso de capital. 

O Executivo deverá considerar que o sector privado deve constituir-se como o motor do crescimento económico, deixando o Estado de ser o maior empregador de mão de obra. O atual executivo elaborou um programa de financiamento da economia denominado “HORA TCHIGA”, ou seja, “CHEGOU A HORA”, no valor de trezentos e cinquenta milhões de Dólares, equivalente a cento e noventa e sete mil milhões de FCFA acho boa a iniciativa e espero que ajude o país a sair nesta situação económica catastrófica em que se encontra. As empresas devem estar no centro das grandes reformas económicas que estão a ser empreendidas no nosso país. Sem empresas não há crescimento económico, por isso é que faz todo o sentido que haja esforços no sentido de criar um ambiente de negócios que não deixe dúvidas aos potenciais investidores estrangeiros. 

O investimento na economia real (bens e serviços) é fundamental nesta fase em que a Guiné-Bissau precisa de retirar do desemprego muitos milhares de jovens que, mesmo tendo cursos médios e superiores, não estão a ser absorvidos pelo mercado de trabalho.

Num cenário de elevada taxa de desemprego, as famílias passam por situações geradoras de outros problemas lesivos do tecido social. O problema do desemprego, resultante da cíclica instabilidade política, pode provocar uma crise financeira e económica e tem sido uma das causas de desestruturação de muitas famílias, assistindo-se a uma desesperada luta pela sobrevivência. Deve-se acabar definitivamente com a prática de travar a entrada no país de investimento estrangeiro, por via de procedimentos administrativos pouco transparentes, que visam satisfazer alguns interesses particulares em detrimento do interesse coletivo. Mestre Aliu Soares Cassamá

Presidente da Guiné-Bissau nomeia Soares Sambú vice-primeiro-ministro

Cerimonia de posse do Sr. Soares Sambú - Vice Primeiro-Ministro e Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares, Coordenador para Area Económica.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, nomeou Soares Sambú vice-primeiro-ministro do país, segundo um decreto presidencial divulgado à comunicação social.

Soares Sambú vai acumular também a pasta de ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares, e a coordenação para a área económica.

Segundo o decreto presidencial, Soares Sambú foi nomeado sob proposta do primeiro-ministro guineense, Nuno Gomes Nabiam.

Num outro decreto, também enviado à comunicação social, o Presidente guineense exonera do cargo de ministro da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares Mamadu Serifo Jaquité, que era também porta-voz do Governo.

Soares Sambú foi diretor de campanha de Umaro Sissoco Embaló e faz parte da direção do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), liderado por Braima Camará, que apoiou a candidatura do atual chefe de Estado.

O novo vice-primeiro-ministro foi ministro em vários governos da Guiné-Bissau e é um antigo dirigente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que abandonou esta formação política para se juntar ao Madem-G15.

Esta é a primeira vez que a Guiné-Bissau tem oficialmente um vice-primeiro-ministro.

O atual Governo no poder integra o Madem-G15, o Partido de Renovação Social, a Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau, bem como elementos de outros partidos e movimentos que apoiaram a candidatura de Umaro Sissoco Embaló à presidência da República.

Conosaba/Lusa











MORATÓRIA DE RECONCILIAÇᾹO NACIONAL!


Por: yanick Aerton

O momento é o do reforço da unidade da nossa Guinendade e da reconciliação nacional, esquecendo todos os males e de perdoarmo-nos, porque o povo está expectante, e o período da graça será muito curto, tendo em conta as promessas eleitorais.

Por isso, para que os males sobretudo do passado recente, sejam esquecidos é bom permitir ao general Presidente e para andar com os seus pés e pensar com a sua própria cabeça. Nada de influências negativas, e eu  o conheço muitíssimo bem, sei que não se vai deixar influenciar para se desviar dos seus objectivos pá i passanta djintis borgonha.

Porque todos esses anos e uma estrada directa para esse radiante embate construir mamã Guiné.

Se há um Presidente da República que não deve ter direito a erro e o USE, razão pela qual deverá ter como principais conselheiros, não estatutariamente, o Braima camara, Ernesto dabo, oliveira sanca, alberto nambeia, eng, Braima djassi, pelo menos até aos novos embates do desenvolvimento inevitavelmente nuns pais promissor. Tudo isso deverá ser feito em nome do heróico povo da Guiné-Bissau, para se poder pôr definitivamente termo a este ciclo de instabilidade.

Vamos todos eleger uma MORATÓRIA de pelo menos 3 anos e voltarmos a considerar-nos como fidjus di um pape cu um mame, porque na verdade assim é que é – anos tudo i ki um son!

Viva Guinendade!

Viva Democracia!


PR guineense diz que há conversações com Senegal sobre acordo de petróleo mas nada assinado


O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse que há conversações com o Senegal sobre a exploração de petróleo, mas que ainda não foi assinado qualquer acordo entre os dois países

OPresidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse hoje que há conversações com o Senegal sobre a exploração de petróleo, mas que ainda não foi assinado qualquer acordo entre os dois países.

“Quero dizer-vos que no dia em que for assinar algum acordo nesse sentido os jornalistas vão saber, mas que eu saiba a Guiné-Bissau ainda não tem nenhuma fonte do petróleo”, afirmou Sissoco Embaló.

Alguns órgãos de comunicação social guineense atribuíram ao ministro da Economia do Senegal, Amadou Hott, informações sobre um alegado acordo de exploração petrolífera que teria sido assinado entre os chefes do Estado dos dois países.

O Presidente guineense realçou que é sua intenção introduzir mudanças no entendimento sobre a forma da partilha em caso da descoberta de petróleo nas zonas pertencentes aos dois países.

“Por exemplo em caso de descoberta do petróleo no território guineense a chave da partilha tem que mudar, o mesmo princípio será observado em caso de descoberta no lado senegalês, porque é inconcebível que se descubra petróleo na Guiné-Bissau e que se diga que a chave da partilha será de 15% para nós 85% para o Senegal”, disse Sissoco Embaló.

O Presidente guineense lembrou que este princípio da chave de partilha foi fixado a partir de um entendimento alcançado ainda nos anos de 1980 pelos então chefes dos dois Estados, na sequência de disputas em tribunais internacionais.

“Fomos ao tribunal e perdemos”, observou Umaro Sissoco Embaló, salientando que o então Presidente guineense, João Bernardo ‘Nino’ Vieira, defendeu os interesses do país, o que também vai procurar fazer em caso de um novo acordo com o Senegal.

O Presidente guineense garantiu que “brevemente” será assinado um novo acordo com o Senegal para exploração do petróleo.

“Uma coisa posso garantir, como o então Presidente ‘Nino’ Vieira soube salvaguardar os interesses da Guiné-Bissau, é da mesma forma que cuidarei dos interesses nacionais nesta questão”, frisou Sissoco Embaló.

A notícia sobre uma alegada assinatura do acordo de exploração do petróleo com o Senegal está a merecer um aceso debate entre os guineenses.

O Acordo de Gestão e Cooperação entre a Guiné-Bissau e o Senegal foi assinado em outubro de 1993 e incluiu a criação de uma zona de exploração conjunta (ZEC), que comporta cerca de 25 mil quilómetros quadrados da plataforma continental.

A Guiné-Bissau dispensou 46% do seu território marítimo para constituir a ZEC e o Senegal 54%.

A zona é considerada rica em recursos haliêuticos, cuja exploração determina 50% para cada um dos Estados, e ainda hidrocarbonetos (petróleo e gás), ficando os senegaleses com 85% de hidrocarbonetos e os guineenses com 15%.

A chamada “chave da partilha dos recursos da plataforma continental” ficou acordada na sequência de litígios judiciais em tribunais internacionais para os quais os dois países recorreram na sequência de disputas fronteiriças herdadas do colonialismo.

O ex-presidente guineense José Mário Vaz, por não concordar com aquele acordo de partilha, sobretudo de hidrocarbonetos, denunciou, formalmente, o entendimento, em 29 de dezembro de 2014, propondo ao Senegal a reabertura de negociações para fixação de novas bases de partilha.

Desde aquela altura, Bissau e Dacar têm vindo a conversar para obtenção de um novo acordo.

Conosaba/Lusa

Representante da ONU na Guiné-Bissau confirma encerramento de missão política em dezembro



A representante do secretário-geral da ONU em Bissau, Rosine Sori Coulibaly, confirmou hoje que o Gabinete Integrado da ONU para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) encerra em dezembro.

"Informei o Presidente da República que conforme a resolução e decisão do Conselho de Segurança a UNIOGBIS vai encerrar no final do ano e que haverá uma cerimónia oficial de encerramento", disse Rosine Sori Coulibaly.

A representante, que falava aos jornalistas após um encontro com o chefe de Estado guineense, Umaro Sissoco Embaló, salientou que a missão encerra, mas que as Nações Unidas vão continuar a apoiar o país e o povo através das várias agências.

A missão da ONU na Guiné-Bissau foi estabelecida foi criada em 1999, no final do conflito político-militar no país, por determinação do Conselho de Segurança.

O Gabinete de Apoio à Consolidação da Paz das Nações Unidas na Guiné-Bissau foi estabelecido em 25 de junho de 1999, tendo em 2010 passado a ser uma missão integrada.

Conosaba/Lusa







Jornalistas, são olhos e ouvidos do mundo!

 

Por: yanick aerton

 Caros irmãos guineenses, a midia teve papel fundamentam na abertura política, democrática, nos anos 1990.

A contribuição dos jornalistas guineenses foi sempre uma acto de coragem, demostrados por nossos irmãos da midia, foram perseguidos espancados e ameaçados por regimes anteriores, os governantes guineenses esqueceu-se que a liberdade de expressão, e defendido pelo constituição da republica e de mais leis.

Momento mais serotico da midia guineense e de, Março e Junho de 2009, os sucessivos assassinatos ocorridos na guine Bissau, a morte do presidente da Republica general João Bernardo; Nino; vieira, e o chefe do estado-maior das forças armadas, baptista Tagme na Waié, assim como do major baciro dabo, e de deputado, Hélder magno Proença, tem gerado situações de intimidação contra jornalistas e de ameaças de suspensão de funcionamento e ou cancelamento definitivo de autorização contra meios de comunicação social.

Exemplo jornal Privado Ultima hora, foi vítima do poder politica em 2011, com ameaça de suspensão de funcionamento.  

Gandhi, nunca desisti de fazer o que e certo!

Os jornalistas são, Olhos e ouvidos do mundo.