terça-feira, 21 de abril de 2026

MOVIMENTO PÓ DE TERRA EXIGE JUSTIÇA E CELERIDADE NO CASO VIGÁRIO BALANTA


O Movimento Revolucionário Pó de Terra exige justiça e celeridade no processo relacionado ao assassinato do seu secretário-geral, Vigário Luís Balanta.

Em comunicado a que O Democrata teve acesso, a organização afirma não aceitar qualquer tentativa de atraso ou encobrimento das investigações, alegando a existência de “manobras para a ocultação de provas e para a proteção dos autores do crime”.

O Movimento Revolucionário Pó de Terra critica ainda a eventual realização de novas eleições, considerando-a uma tentativa de legitimar um alegado “golpe de Estado”, defendendo, por isso, o respeito pelos resultados das eleições anteriores.

Segundo o movimento, qualquer processo político que ignore a “legalidade democrática anteriormente estabelecida” não poderá ser considerado legítimo.

Entretanto, a organização alerta para o aumento do preço dos combustíveis, que classifica como insustentável e resultado de má gestão. De acordo com o comunicado, a situação tem impacto direto na vida da população, sobretudo nas ilhas e nas zonas do interior do país.

O grupo denuncia ainda alegadas tentativas de usurpação de espaços comunitários, com destaque para o Campo de Rádio, localizado no Bairro Militar.

Diante disso, o movimento apela aos moradores para que resistam a qualquer intervenção que não beneficie a comunidade, defendendo a preservação e proteção do património local.

Por fim, o Movimento Revolucionário Pó de Terra afirma manter-se “vigilante e organizado” em todo o território nacional, garantindo que continuará a denunciar o que considera injustiças e abusos contra os cidadãos.

Por: Tiago Seide
odemocratagb

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