O Movimento Revolucionário Pó de Terra exige justiça e celeridade no processo relacionado ao assassinato do seu secretário-geral, Vigário Luís Balanta.
Em comunicado a que O Democrata teve acesso, a organização afirma não aceitar qualquer tentativa de atraso ou encobrimento das investigações, alegando a existência de “manobras para a ocultação de provas e para a proteção dos autores do crime”.
O Movimento Revolucionário Pó de Terra critica ainda a eventual realização de novas eleições, considerando-a uma tentativa de legitimar um alegado “golpe de Estado”, defendendo, por isso, o respeito pelos resultados das eleições anteriores.
Segundo o movimento, qualquer processo político que ignore a “legalidade democrática anteriormente estabelecida” não poderá ser considerado legítimo.
Entretanto, a organização alerta para o aumento do preço dos combustíveis, que classifica como insustentável e resultado de má gestão. De acordo com o comunicado, a situação tem impacto direto na vida da população, sobretudo nas ilhas e nas zonas do interior do país.
O grupo denuncia ainda alegadas tentativas de usurpação de espaços comunitários, com destaque para o Campo de Rádio, localizado no Bairro Militar.
Diante disso, o movimento apela aos moradores para que resistam a qualquer intervenção que não beneficie a comunidade, defendendo a preservação e proteção do património local.
Por fim, o Movimento Revolucionário Pó de Terra afirma manter-se “vigilante e organizado” em todo o território nacional, garantindo que continuará a denunciar o que considera injustiças e abusos contra os cidadãos.
Por: Tiago Seide
odemocratagb

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