O PAIGC afirmou hoje que não vai alterar a sua bandeira nem os seus símbolos, por serem decisões tomadas por um órgão ilegal, sem respaldo popular, formado através de um golpe de Estado que interrompeu o processo eleitoral e suspendeu a Constituição.
Em entrevista exclusiva à DW, o porta-voz do partido, Muniro Conté, declarou que é o Estado da Guiné-Bissau que deveria mudar a sua bandeira, os seus símbolos e o seu hino, por todos eles pertencerem ao PAIGC, partido que fundou o Estado.
Nesta entrevista, Muniro falou ainda sobre o futuro político de Domingos Simões Pereira, as contestações internas, o governo inclusivo exigido pela CEDEAO e as alegadas tentativas de apagar a história do PAIGC e pôr fim à existência do partido.

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