A operação, que contou com inspetores de diferentes serviços do Estado e técnicos da ACOBES – Associação de Consumidores de Bens e Serviços da Guiné-Bissau, teve como alvo todas as indústrias que empacotam água em sacos de plástico, cuja produção, importação e comercialização são proibidas por lei na Guiné-Bissau. No total, foram encerradas cinco empresas de empacotamento de água em sacos de plástico e duas fábricas de produção de sacos plásticos.
• • Enterramento: Quatro (4) unidades de produção de água e uma (1) fábrica de produção de plásticos encerradas.
• Bandim: Uma (1) fábrica de sacos plásticos encerrada.
• Praça: Uma (1) unidade de produção de água encerrada.
Durante a fiscalização do dia 04 de novembro, a equipa de inspeção constatou uma grave violação por parte de três empresas situadas no Bairro Militar, em Djolo e na Canária.
As referidas empresas violaram os cadeados das portas que tinham sido seladas pela equipa de inspeção no passado mês de agosto, retomando de forma ilegal a produção de água em sacos de plástico.
Perante esta flagrante desobediência às autoridades, a Comissão procedeu à entrega imediata de notas de encerramento aos proprietários, que serão formalmente notificados sobre a violação da lei.
Segundo a Comissão Interministerial, a fiscalização continuará nas restantes regiões do país. O objetivo principal é garantir que a população tenha acesso a água potável e segura para consumo, bem como proteger o meio ambiente dos resíduos plásticos.
Assessoria de Imprensa do Ministério dos Recursos Naturais.
Bissau, 05 de novembro de 2026.

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