O Presidente de Transição, General Horta Inta-a, afirmou que a Guiné-Bissau passa a dispor de uma infraestrutura aeroportuária condizente com as aspirações do país, destacando que o antigo aeroporto remontava ao período colonial.
“Antes não tínhamos um aeroporto. O antigo é da era colonial. Agora temos um aeroporto internacional que dignifica os guineenses”, declarou.
O chefe de Estado fez estas declarações após uma visita às obras de reabilitação e modernização do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, realizada na tarde desta sexta-feira, 18 de setembro de 2026.
“Todo o povo da Guiné-Bissau está de parabéns pela edificação deste novo aeroporto. Apelo a todos para que utilizemos esta infraestrutura de forma responsável, porque ela é nossa”, acrescentou.
Horta Inta-a esteve acompanhado pelo primeiro-ministro, Ilídio Vieira Té, pelo ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital, Florentino Mendes Pereira, por membros do seu gabinete e por chefes militares.
Durante a visita, guiada pelos responsáveis da empresa turca FB-GROUP, a delegação presidencial percorreu o salão VIP, a pista, as áreas ainda em construção e a sala de espera.
Na sua declaração aos jornalistas, o Presidente de Transição salientou que as obras de reabilitação e modernização do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira representam um avanço significativo em relação às antigas instalações, contribuindo para melhorar as condições de acolhimento dos passageiros e reforçar a imagem do país.
O chefe de Estado aproveitou igualmente a ocasião para apelar à união entre os guineenses, defendendo que o desenvolvimento nacional exige o empenho e a colaboração de todos.
Ao referir-se às novas infraestruturas, Horta Inta-a sublinhou que o aeroporto simboliza uma nova etapa para a Guiné-Bissau e apelou aos cidadãos para preservarem as instalações, considerando-as um património coletivo.
No final da visita, o Presidente agradeceu à equipa turca da FB-GROUP pelo trabalho desenvolvido no âmbito das obras de requalificação do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira.
Por: Jacimira Segunda Sia
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