Nos últimos tempos, uma multidão tem procurado a Direção-Geral de Migração e Fronteiras para a obtenção de passaportes e outros documentos essenciais. Mas não tem sido fácil a vida de quem deseja os serviços daquela entidade governamental, tendo muitos cidadãos obrigados a madrugar, mas sem sucesso, em vários casos.
Os utentes ouvidos pela Rádio Capital FM denunciaram "atrasos" na obtenção dos documentos e falam em perda de benefícios por causa dessa demora. Relataram que os atrasos estão a causar prejuízos significativos, como a perda de viagens, oportunidades de estudo, de trabalho ou de tratamento médico no estrangeiro.
"Estamos aqui há duas semanas e isso não é aceitável. Muitos dos nossos irmãos perderam a oportunidade de viajar, de ir formar ou realizar o tratamento médico no estrangeiro por causa desses atrasos", disse um dos utentes que não se quis identificar.
Embora o prazo oficial para a emissão de um passaporte normal seja de até 15 dias úteis e até 5 dias úteis para o serviço urgentes, algumas pessoas relatam esperas superiores a esses períodos, devido a "dificuldades operacionais".
Para minimizar o problema, os cidadãos apelaram ao reforço de meios de trabalho para a Direção-Geral de Migração e Fronteiras. "É importante ter equipamentos modernos e melhorar o atendimento aos utentes", alvitraram.
A CFM tentou, sem sucesso, contactar a Direção-Geral de Migração e Fronteiras.
Por CFM
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