No seu primeiro discurso perante os delegados ao oitavo
congresso do PAIGC que o elegeram na última noite em Cacheu, norte da
Guiné-Bissau, Simões Pereira afirmou que o exílio de dirigentes
políticos do país "é a real imagem de rutura" que ainda persiste no
país.
"O asilo a que estão forçados é a real imagem de rutura
ainda prevalecente na nossa sociedade", disse Simões Pereira, deixando
saudações especiais aos dirigentes do partido derrubados com o golpe de
Estado de 12 de abril de 2012.

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