quarta-feira, 3 de maio de 2017

PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU VISITOU POR ALGUMAS HORAS A GUINÉ CONACRI




O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, visitou a Guiné-Conacri durante várias horas para falar com o seu homólogo, Alpha Condé sobre a cooperação e amizade entre os dois países.

José Mário Vaz deslocou-se ao meio da tarde hoje para Conacri, tendo regressado a Bissau ao início da noite.

Em declarações aos jornalistas no aeroporto, José Mário Vaz salientou que não podia aprofundar o teor da conversa que manteve com Alpha Condé, mas disse que se tratou de uma visita a um "amigo e irmão" no âmbito de contactos que tem estado a fazer a alguns países da sub-região.

No domingo, José Mário Vaz visitou a República do Congo, na segunda-feira a Libéria e na terça-feira esteve na Costa do Marfim.

Na terça-feira, José Mário Vaz referiu apenas que as suas deslocações serviram para aprofundar a cooperação bilateral.

As deslocações de José Mário Vaz aos países da sub-região acontecem numa altura em que a Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) deu um ultimato aos atores políticos da Guiné-Bissau para cumprirem o Acordo de Conacri, instrumento que visa a saída da crise política no país.

O ultimato da CEDEAO termina a 25 de maio e se até lá não for implementado o Acordo de Conacri os políticos guineenses que estejam a criar obstáculos ao processo serão alvo de sanções.

O Presidente da Guiné-Conacri, Alpha Condé, é o mediador da crise guineense proposto pela CEDEAO, mas o atual primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, tem-se insurgido contra a mediação de Condé.

Em entrevista a uma rádio internacional, Sissoco Embaló disse que não quer o líder da Guiné-Conacri a mediar a crise política na Guiné-Bissau porque aquele não gosta dele por ser da etnia fula.

Alpha Condé é da etnia mandinga.

Conosaba/dn


«NUNO NABIAM CU FALA» "PRESIDENTE GUINEENSE TEM MÃOS COM MANCHAS DE SANGUE DO GENERAL TAGME NA WAIE"-Nuno Nabian


O Líder da Assembleia do Povo Unido (APU-PDGB) acusa, José Mário Vaz, enquanto ministro das finanças, de estar envolvido no assassinato do general, Tagme

Na Waie e vários cidadãos guineenses. 

Nuno Nabiam adianta afirmando que, o actual Presidente da República tem em suas mãos manchas de sangue e foi quem aliciou as pessoas que colocaram a bomba que vitimou mortalmente, o general Tagme, em 2009, que resultou, igualmente, no assassinato a sangue frio do Presidente Nino Vieira e vários cidadãos guineenses. 


Por outro lado, o político apuano responsabilizou o PAIGC e o PRS pela actual situação política e social em que país se encontra, por formarem um casamento para dilapidar dinheiro público.  O presidente da APU-PDGB assegura que, José Mário Vaz, conhece muito bem, as circunstâncias do assassinato do general Tagme Na Waie, no passado 1 de Março de 2009.

“Este Presidente não presta. Tem coração nojo. É por isso em três anos não consegue unir os guineenses e construir o país.”-Nabian


Conosaba/Notabanca


general Tagme Na Waie com Nino Vieira

«OPINIÃO III» NA SEQUENÊNNCIA DO ARTIGO DE 26 DE FEVEREIRO DE 2017, - JUSTINO SANCHES CORREIA-. BOLAMENSE.


Havia anunciado nos órgãos de comunicação social da Guiné-Bissau, em abril/2016, na entrada da rotunda do aeroporto “Amílcar Cabral”, capotou uma viatura com seguranças do Presidente da República, o Sr. dr. José Mário Vaz, haviam vários feridos e corpos espalhados no chão. (Publicitou no referido artigo).

Foi triste a ausência de responsabilidades do estado da Guiné-Bissau, com estes [homens], que estão abaixo mencionados os seus respetivos nomes e seguintes:
- Sr. Oliveira Biaia;
- Sr. Tcherno Embaló e
- Sr. Mussa

Foram evacuados para Portugal, no entanto, após a saída do Hospital Santa Maria, a partir daí, foi um calvário e, no estado como eles vieram, deveriam ter proteção do estado do seu país, o que não aconteceu, negou-lhes o apoio fundamental para o bem-estar de um cidadão e demais seguranças do estado do [presidente da república] o cidadão o Sr. José Mário Vaz, da Guiné-Bissau.

Deveras, lamentáveis, após o seu depoimento, não tinham o sitio aonde se pousaram, ficaram alguns dias; praticamente ao relento por baixo da chuva; graças a alguns amigos e familiares que lhes deram guarida, em Cacém.

Atualmente se encontram no norte do País no Centro Ortopédico do Porto, graças aos bons ofícios de alguns indivíduos filantrópicos, todavia, porém, continuando, [eles … ] a precisarem de alguma ajuda do estado do seu País, para fazerem face as suas necessidades básicas; cada ser humano neste contexto, precisa de apoio económico-, o país não se olvide de prestar-lhes justo apoio-, quer económico quer material, até então dependendo de ajudas alheias, do seu estado nada.

Foram usados no momento em que o estado da [Guiné-Bissau], na pessoa da sua Excelência o Sr. Presidente da República precisasse deles, para garantirem a sua segurança, após o desfecho trágico do que aconteceu, naquele fatídico dia, sendo com alguma nuance foram descartados como simples objetos se tratassem.

Vitimas de acidente os danos morais são irreversíveis, completamente inutilizados, para o resto da vida os seus familiares em Bissau sem apoio do Estado. Se receberem apoios na altura como dizia o [PR…] 100.000,00 cfas correspondendo 160,00 € (cento e sessenta euros) são manifestamente insuficientes, nada substituirão o bem-estar e saúde destes jovens. Aí o estado tem as suas responsabilidades até o fim do ciclo da sua vida.

Nenhuma autoridade de Bissau em Portugal se preocuparem de saber os seus estados físicos e de saúde. Fizeram vários apelos pela rádio sem rugido tanto de um lado como de outro. É de uma grande crueldade e de uma insensibilidade sem caráter.

Apelo as partes desavindas, gracejarem um pouco, para que os ares impróprios se esvaziarem dos nossos pulmões, começarem a trabalhar para o desenvolvimento e bem-estar para todos.

Se se compreenderão, são gerações perdidas, sem capacitação e incapacidades do estado, promoverem, criação o posto de trabalho, com o ciclo de instabilidade permanente nada garante o posicionamento dos empresários estrangeiros investirem na Guiné-Bissau, irão sendo em conta gotas.

 O país anda a deriva várias décadas, sem mínimas condições para efetiva normalização do estado e do país.

Não há indústrias e nem outro pólo de emprego e de investimento; quem cria condições é o governo legitimo que garante os empresários os meios e contrapartidas para o investimento no País.

Esta é minha contribuição e opinião, ficará no ar para memórias futuras, sem sofisma; a construção do estado direito da Guiné-Bissau neste contexto, é uma miragem.

                   Até sempre!
Por: JUSTINO SANCHES CORREIA
              (BOLAMENSE)

      Portugal 2 de maio de 2017          

FILHOS DE COMBATENTES ACUSAM GOVERNO DE SISSOCO DE ACABAR COM HISTÓRIA DOS LIBERTADORES DA PÁTRIA

O coordenador da Associação dos Filhos dos Antigos Combatentes acusa o governo de Umaro Sissoco Embalo de querer acabar com a vida e história dos que deram vida pela libertação do país.
Domingos Tamba que falava esta quarta-feira (03 de Maio) num encontro onde estiveram presente a associação dos combatentes da liberdade da pátria, diz igualmente que este facto vem na sequência de um “dito” controlo de pagamento presencial de pensões aos combatentes da liberdade da pátria. “ Convém salientar que não estamos contra o controlo mas si contra a forma como ele está sendo feito e pelas pessoas que estão à testa do mesmo que nos criam muito receio quanto as suas idoneidades”.
O responsável explicou que foram realizadas controlo de pagamento presencial aos combatentes nos anos 2010-2011, questionando depois o relatório do referido pagamento e quais foram os destinos dos 44 milhões que segundo os mesmos foram poupados mensalmente.
Entretanto, afirma que existem combatentes que nas folhas de pagamentos constam valores de 230 mil francos CFA mas só recebem 30 mil.
Para isso, desafia o ministro da função pública a tornar público o relatório de pagamento dos anos 2010-2011 para que se saiba a verdade dos factos.
«Desafiamos o ministro da Função Publica e a equipa em dignar tornar publico o relatório dos pagamentos de 2010-2011 para que o povo da GB saiba da verdade para contrariar esta nossa opinião», conta.
Ao terminar exortou o presidente da república a tomar medidas necessárias porque segundo ele, a verdadeira corrupção no aparelho de estado reside no ministério da função pública.
Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com Conosaba do Porto

REGULADOR COMUNICAÇÃO SOCIAL DA GUINÉ~BISSAU DIZ QUE LIBERDADE IMPRENSA É MITIGADA NO PAÍS



O presidente da entidade reguladora da comunicação social da Guiné-Bissau, Ladislau Embassa, defendeu hoje que a liberdade de imprensa no país "é mitigada" e acusou alguns profissionais do setor de falta de isenção.

O líder do Conselho Nacional de Comunicação Social (CNCS), entidade do parlamento guineense, considerou ainda existir pressão política sobre os jornalistas, mais notória nos últimos tempos.

Ladislau Embassa falava aos jornalistas para assinalar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se celebra hoje.

Embassa afirmou que o quadro legal que regula a comunicação social do país "é propício e adequado" à liberdade de imprensa, mas faltam condições materiais para "um bom exercício" dos profissionais.

Por outro lado, Embassa acusou "alguns jornalistas" de faltarem ao princípio de observância do pluralismo e isenção no exercício da função de informar e formar os cidadãos, sublinhando que o quadro também influencia negativamente a afirmação da democracia no país.

"Se tivermos uma imprensa livre, teremos uma democracia saudável", considerou o presidente do CNCS.

O responsável sublinhou que outra fragilidade com que se depara a própria entidade que dirige é o facto de não possuir poder sancionatório aos profissionais faltosos.

Ladislau Embassa quer que o conselho passe a emitir licença de funcionamento aos órgãos de comunicação social - função desempenhada atualmente pelo Governo - e ainda participar na designação de diretores dos órgãos públicos, nomeadamente rádio nacional, televisão, agência noticiosa da Guiné e jornal Nô Pintcha.

"Em qualquer democracia moderna não é o Governo que tem essas atribuições", defendeu Ladislau Emba

Conosaba/Lusa

«SEMINÁRIO INTERNACIONAL» "FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO ESTÃO NA PRIMEIRA LINHA DO COMBATE AO CRIME TRASNFRONTEIRIÇO", DIZ PRESIDENTE STJ


Bissau, 03 Mai 17 (ANG) – o Presidente de Supremo Tribunal de Justiça (STJ) afirmou hoje que a Formação e Capacitação estão na primeira linha do combate ao crime transfronteiriço e que ninguém mora longe para escapar dos «monstruosos» crimes internacionais.

Paulo Sanha falava na cerimónia de abertura de um seminário Internacional sobre a Cooperação Judiciária e Policial que terá a duração de dois dias , organizado pelo Supremo Tribunal de Justiça e financiado pela União Europeia e Instituto Camões.

«Este acto de capacitação é uma perspectiva meramente protocolar no que concerne a reflexão e ponderação, no qual cada um de nós é convocado a mobilizar forças com os olhos postos nos desafios que a criminalidade transfronteiriço nos lança», considerou Paulo Sanha.

Sublinhou que o estado tem o poder de julgar aqueles que desrespeitem as normas de conduta por ele impostas ou seja o poder de julgar os que cometam actos susceptíveis de serem considerados infracções criminais.

«A crescente globalização no mundo provoca uma maior circulação de pessoas e bens, em consequência disso, possa existir conflitos de dimensões globais, se isso for o caso será neste contexto é que ganhará o sentido a Cooperação Internacional Judiciária e Policia», explicou Sanhá.

O recém reeleito presidente do STJ acrescentou que tornam-se cada vez mais acutilante uma necessidade da assistência mútua de cooperação internacional judiciária e policial no que concerne a maior elasticidade da criminalidade transfronteiriço tais como: o tráfico de estupefacientes, de seres humanos, o branqueamento de capitais e o terrorismo.

O Presidente de Supremo Tribunal de Justiça defende a necessidade de criação de condições adequadas à Polícia Criminal e aos magistrados com a finalidade de poderem cumprir com as suas tarefas de combate à criminalidade. 

Conosaba/ANG/AALS/SG

COLETIVO DE PARTIDOS APELA CEDEAO A RESPONSABILIZAR PRS POR OBSTRUÇÃO DO ACORDO DE CONACRI



O Coletivo dos Partidos Democráticos, uma organização na qual integram o Partido Africano da Independência da Guine e Cabo Verde (PAIGC), Partido da Convergência Democrática (PCD), União para a Mudança (UM), Partido da Nova Democracia (PND), Partido de Solidariedade e Trabalho (PST) e o Movimento Patriótico (MP) apelou à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para responsabilizar o Partido da Renovação Social (PRS) por aquilo que o grupo considera a recusa do PRS em participar no diálogo de busca de saída da crise politica em curso no país.

Em conferência de imprensa, realizada esta terça-feira 2 de Maio em Bissau, o grupo destacou a recente proposta do Presidente da Assembleia Nacional Popular para saída da crise, em que o PRS ficaria com 12 pastas ministeriais, o PAIGC 18 pastas e o PND com uma pasta, uma proposta que não terá sido aceite pelo PRS.

O grupo refere, que “o PRS é o único partido que se recusa a participar neste diálogo pelo que deve ser também responsabilizado enquanto instituição que obstaculizar a implementação do Acordo de Conacri”.

Em relação aos 15 deputados expulsos do PAIGC, o Coletivo dos Partidos Democráticos lembra que o Acordo de Conacri, no seu ponto 10, estabelece o princípio de reintegração dos deputados em causa, e adianta que esta situação tem merecido a atenção da Direção do partido, tendo garantido tornar público as provas sobre as medidas tomadas e esforços feitos no cumprimento do acordo, mas avança que “os 15 têm declinado todos os convites da Direção do partido, alegando compromisso com o PRS, isto inclusive na presença da delegação da CEDEAO”, revelou o grupo.

Neste sentido, o Coletivo apela a maior ponderação dos 15 no espírito do cumprimento de Acordo de Conacri e o PRS no retorno à convivência democrática tomando parte nas iniciativas que visam a formação do novo Governo inclusivo e a elaboração de programa consensual que vai ser aprovado na Mesa Redonda de Diálogo Nacional.

Ao Presidente da República, o Coletivo dos Partidos Democráticos apelou à imediata nomeação de Augusto Olivais ao cargo do primeiro-ministro, iniciando assim a implementação do Acordo de Conacri.

Conosaba do Porto/© e-Global Notícias