domingo, 27 de setembro de 2020

GOVERNO PROMETE CRIAR CONDIÇÕES PARA A RETOMA DAS ATIVIDADES DESPORTIVAS NA GUINÉ-BISSAU


 O governo da Guiné-Bissau prometeu criar condições para a retoma das competições desportivas, com destaque para o futebol, em todo o território nacional, e está a trabalhar com o Alto Comissariado para a Covid-19 neste sentido.

A garantia foi dada à imprensa desportiva na passada quarta-feira, 23 de setembro, pelo secretário de Estado da Juventude e dos Desportos, Florentino Dias, no final da visita às instalações da sede da Federação de Futebol do país (FFGB), acompanhado pelo diretor geral dos Desportos, Alberto Dias.

“Pensamos que teremos as condições de recomeçarmos as competições localmente nos próximos tempos e estamos a trabalhar com o Alto Comissariado para o combate à Covid-19 para definirmos as regras para a retoma do desporto coletivo no país”, explicou.

Segundo Dias, desde a semana passada estão a decorrer várias reuniões entre a direção geral dos desportos e a instituição liderada pela antiga ministra de Saúde Pública, Magda Robalo, com vista a concluírem o processo da retoma das provas que foram suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país.

Seis meses após a suspensão das atividades desportivas na Guiné-Bissau, devido à Covid-19, no final de mês de março do ano em curso, o país vai retomar as competições, cumprindo umas séries de protocolos de proteção que serão definidos entre o executivo e o alto comissariado.

Depois da confirmação de dois primeiros casos da covid-19, as autoridades da Guiné-Bissau declararam estado de emergência, em consequência foram suspensas várias atividades públicas, entre as quais as desportivas.


Na última atualização, o país registou 71 casos recuperados e 21 novos casos, elevando o número de acumulados para 2.324, dos quais 1.549 recuperados, 39 óbitos por Covid-19, 6 óbitos cuja causa da morte são outras doenças e 730 são considerados ativos.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade no centro da China.

Por: Alison Cabral
Foto: AC

Conosaba/odemocratagb

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