domingo, 19 de novembro de 2017

ONTEM, PRESIDENTE GUINEENSE ESTEVE EM BRUCE/BUBAQUE PARA ENTREGAR DONATIVOS

A Comitiva presidencial continua a percorrer o país para fazer as entregas do donativo do arroz (donativo da República Popular da china), as famílias camponesas afectadas pela seca. 

"Aproveitamos para agradecer a forma calorosa como a população nos recebeu" - Jomav




























REPÚBLICA POPULAR DA CHINA FAZ DOAÇÃO DE ARROZ À GUINÉ-BISSAU



A República Popular da China doou 1290 sacos de arroz à Guiné-Bissau que terão como destino 16 instituições sociais de caridade com sede na capital, Bissau, tendo o respectivo acto formal tido lugar terça-feira nas instalações da Presidência da República.

O embaixador da China, Jin Hongjun, disse no decurso da cerimónia que o donativo, no valor de dois mil milhões de francos CFA (cerca de três milhões de euros), ajuda a satisfazer as necessidades básicas da população.

“Entendemos que a agricultura é fundamental na Guiné-Bissau, que é um país agrícola e 80% da população é camponesa”, frisou o embaixador, para recordar que anualmente cerca de 60 guineenses beneficiam anualmente de formação ministrada por técnicos chineses, além de material agrícola que é doado.

Em resposta, o ministro da Agricultura, Nicolau dos Santos disse que o donativo reveste-se de importância capital para as organizações sociais que os irão receber, sobretudo as que apoiam as famílias de agricultores que sofreram prejuízos devido às inundações e seca que se registaram na Guiné-Bissau nos últimos anos. 

Conosaba/Macauhub

MUGABE FALOU E NÃO MENCIONOU QUALQUER SAÍDA.DO PODER


Robert Mugabe, com 93 anos de idade, foi destituído do partido que lidera há 37 anos.

Robert Mugabe terminou, este domingo, um discurso ao país onde não fez qualquer menção a uma saída da liderança do partido União Nacional Africana do Zimbabué - Frente Patriótica (ZANI-PF), conforme era esperado. Fontes próximas do presidente avançaram, inclusive, a agências noticiosas internacionais que este renunciaria à presidência do país.

Durante o discurso, porém, o estadista, que estava ladeado por militares, indicou ainda que irá presidir ao Congresso nas próximas semanas, ignorando que tem até amanhã para se demitir do cardo de Presidente, sob pena de ser alvo de um processo de destituição.

Recorde-se que Robert Mugabe, de 93 anos, foi este domingo destituído pelo seu próprio partido após 37 anos de liderança. Emmerson Mnangagwa, vice-presidente que foi demitido por Mugabe há duas semanas, será o seu sucessor.

Além de passar a assumir a liderança do partido, Emmerison Mnangagwa foi também indicado, pelo partido no poder, para as eleições presidenciais do Zimbabué.

No discurso, Robert Mugabe afirmou que, apesar da crise política que se vive nos últimos dias, "os pilares do Estado permaneceram funcionais" e que o país precisa "voltar à normalidade".

Apesar de a economia estar a passar por um "período difícil", o ainda Presidente do Zimbabué disse que "o Governo mantém-se comprometido em melhorar as condições sociais e materiais do povo" zimbabueano.

Na passada quarta-feira, as forças armadas detiveram Robert Mugabe, de 93 anos, e a mulher, Grace Mugabe, e garantiram o controlo de todas as instituições governamentais.

A ação político-militar teve as características de um golpe de Estado, uma vez que foram também detidos ou colocados sob prisão domiciliária grande parte dos membros do executivo.

Grace Mugabe foi também expulsa, "para sempre", do mesmo partido, bem como os ministros da Educação Superior, Jonathan Moyo, e das Finanças, Ignatius Chombo, próximos de Mugabe.

Conosaba/noticiasaominuto

NO DIA 17 DE NOVEMBRO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA RECEBEU EM AUDIÊNCIA OS BISPOS DE DIFERENTES PAÍSES AFRICANOS

José Mário Vaz - Presidente da Republica da Guiné-Bissau recebeu em audiência os Bispos de diferentes países africanos, que se encontram no pais no âmbito de uma Conferência “Episcopal,” na qual discutem a vida religiosa nos respectivos países.




«MON NA-LAMA» PRESIDENTE DA REPUBLICA ESTEVE EM BAFATA PARA ASSISTIR A COLHEITA DO ARROZ EM CONTUBUEL



No passado dia 16 de Novembro de 2017, José Mário Vaz - Presidente da Republica da Guiné-Bissau, visitou a região de Bafata para assistir a colheita do arroz em Contubuel. 

Também a comitiva presidencial visitou os camponeses de Fã Mandinga e Campossa onde fizeram a entrega do donativo do arroz (oferta da República Popular da China) conforme prometido aos camponeses afectados pelas inundações.












ENTREVISTA EXCLUSIVA COM PM UMARU CISSOKO 1/3

"EU PERDOEI TODAS AS PESSOAS QUE ESTIVERAM ENVOLVIDAS NA TENTATIVA DE ME ASSASSINAR", DIZ IANCUBA INDJAI


Bissau,17 Nov 17(ANG) - O líder do Partido de Solidariedade e Trabalho (PST), Iancuba Indjai disse numa entrevista exclusiva ao semanário O Democrata, que, há muito tempo, decidiu perdoar todas as pessoas que estiveram envolvidas na tentativa de o assassinar no dia 22 de outubro de 2012.

Disse que tomou-a em nome de uma verdadeira reconciliação, e que desejaria que todos aqueles que se sentiram injustiçados ou torturados tomassem a mesma decisão.

Djola Indjai criou e dirigiu a Frente Nacional Anti Golpe (FRENAGOLPE), uma iniciativa que exigia reposição da ordem constitucional, depois do golpe de Estado de 12 de Abril de 2012, conduzido pelo ex-chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, General António Indjai. 

Iancuba Indjai fora sequestrado por um grupo de pessoas desconhecidas nas instalações da sede do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), onde se encontrava a reunir com os dirigentes daquela formação política, que também faziam parte da FRENAGOLPE.

Em entrevista ao O Democrata explicou que está a 100 por cento disponível para regressar ao país que o viu nascer. Ndjai se encontra exilado em Portugal.

Acrescentou que está muito bem de saúde e assegurou que o seu estado de saúde é o resultado do trabalho de muitos médicos tradicionais e modernos, desde os médicos de ECOMIB em Bissau, médicos do hospital militar de Dakar (Senegal) e por último os médicos neurologistas franceses que o trataram durante oito meses.

Assegurou ainda que na qualidade do combatente da liberdade da pátria, sente o dever de voltar à Guiné-Bissau para dar a sua modesta contribuição para o desenvolvimento democrático e sustentável do país. 

Lembrou, neste particular, que o regresso dos exilados é o resultado da vontade popular expressa por mais de 70 mil guineenses que subscreveram a petição pública para o regresso de todos os exilados políticos.

Sublinhou por isso, que a iniciativa não é de um grupo de pessoas como se diz, mas de milhares de pessoas que, sob a coordenação do Movimento “Nó Djunta Mon pa Fidju di Guiné Riba Casa”, pedem o regresso de todos os guineenses à pátria. 

Conosaba/ANG/O Democrata