sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

«COMISSÃO DO FUTEBOL DA DIÁSPORA» COMUNICADO: 'DJURTUS' - FEDERAÇÃO DO FUTEBOL DA GUINÉ-BISSAU




COMUNICADO

A Comissão do Futebol da Diáspora da Federação do Futebol da Guiné-Bissau, vem, por este meio, comunicar a todos os antigos e actuais jogadores que, prestaram os seus serviços a nossa selecção que, a nossa GALA CAN 2017- FAFE, ficará adiada para o mês de Maio.

Mais se informa que, foi adiada devido a agenda do Primeiro que, não poderá tomar parte no dia 25 de Fevereiro. Pedimos a todos os convidados pelo incómodo causado devido a alteração da mesma. A comissão agradece a vossa compreensão e até Maio.

A Comissão do Futebol da Diáspora

Vice-presidente

Dr José Canas

Saudações Desportivas





«FOTOS» HOJE, PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ENCONTROU-SE COM CHEFE DA MISSÃO DA FMI PARA A GUINÉ-BISSAU


Uma delegação do Fundo Monetário Internacional chefiada pelo senhor Felix Fisher, chefe da Missão da FMI para a Guiné-Bissau - efectuou hoje, uma visita de cortesia ao Presidente da República Dr. José Mário Vaz a quem agradeceram a amabilidade e informaram ao Presidente da República que o FMI vai continuar apoiar a Guiné-Bissau.



Neste encontro, o chefe da Missão da FMI para a Guiné-Bissau (no fim da sua missão.no nosso país), aproveitou e fez um breve balanço da sua missão durante este período e reiterou o apoio da instituição ao nosso país.

O Senhor Presidente da Republica agradeceu pela visita e se mostrou disponível em nome do país a colaborar com FMI.

Conosaba



PRS VAI CONVOCAR A PLENÁRIA DA ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR DA GUINÉ-BISSAU



O porta-voz do Partido da Renovação Social (PRS), Vítor Pereira, anunciou hoje que o seu partido vai convocar a plenária da Assembleia Nacional Popular (ANP) para debater o programa do governo.

Em conferência de imprensa, Vítor Pereira, que é também ministro da Comunicação Social, não revelou a data nem os moldes em que o seu partido (o segundo mais votado nas eleições de 2014) pretende proceder para convocar a plenária da ANP.

O porta-voz do PRS considerou "nula e sem efeito" a decisão da comissão permanente que, na quarta-feira, chumbou o pedido do primeiro-ministro para que o seu programa de ação fosse discutido.

"Esta incompetente, inconstitucional e inexistente deliberação, no espaço e no tempo, do presidente da Assembleia Nacional Popular, obriga a bancada parlamentar do PRS ao recurso à plenária" do órgão, disse Vítor Pereira.

Segundo Pereira, as decisões da ANP são tomadas "regra geral" na sua plenária e só "a título excecional" pela sua comissão permanente, por exemplo, quando o Parlamento está dissolvido ou em caso de ser decretado estado de sítio no país.

O PRS considera que a decisão de não permitir que o programa de governo seja levado à plenária é uma usurpação de competências por parte da comissão permanente e responsabiliza o presidente do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá, pela situação.

Com nove votos contra os deputados do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) chumbaram a proposta face seis votos a favor dos parlamentares do PRS que queriam que o programa do governo fosse debatido em sessão plenária da ANP.

A comissão permanente é constituída por 15 deputados.

Com o chumbo do pedido de debate do programa do governo, várias forças políticas representadas no Parlamento exigem a demissão do governo de Umaro Sissoco Embaló.

Conosaba/Lusa


REPRESENTANTES DO PODER TRADICIONAL NA GUINÉ-BISSAU QUEREM FIM DA CRISE POLÍTICA

Os régulos da Guiné-Bissau mantiveram encontro, esta sexta-feira, com o presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) para saber da real razão da instabilidade política no país e do funcionamento da casa do povo
O encontro sugerido pelos régulos de todas as regiões do país também juntou alguns conselheiros de Cipriano Cassama.
Durante o encontro Cipriano Cassama ofereceu o regimento da ANP aos régulos como forma de entenderem melhor o funcionamento da Assembleia Nacional Popular.
Na mesma ocasião foi colocada a gravação da sessão de discussão e aprovação de o programa de o governo de Carlos Correia.
Em nome do poder tradicional, o Juiz do povo, Augusto Fernandes, pede os parlamentares para discutirem os documentos que impulsionam o desenvolvimento do país.
Em jeito da resposta, Cipriano Cassamá garante aos régulos que a casa do povo funciona normalmente e critica a actuação dos régulos no inico da crise.
“Estamos disponíveis para ultrapassar a situação. Enquanto servidores do povo não podemos aceitar a existência da guerra. Enquanto representantes do povo onde estavam quando a crise estava prevalente e a quando do derrube do governo de Domingos Simões Pereira?”, Interroga.
Visivelmente emocionado, Cipriano Cassama critica ainda as acusações que dão conta que o parlamento não quer discutir o programa de governação de Umaro Sissoco Embaló. Entretanto, pede o presidente José Mário Vaz a tomar mesmas decisões que tomadas quando o governo de Baciro Djá estava na mesma situação.
“Baciro Djá passou neste circuito, será que ele não foi primeiro-ministro e além disso a nossa situação foi mais difícil. Depois de a comissão permanente recusar o pedido fui ter com o presidente José Mário Vaz e ele disse que Baciro não pode estar por acima da lei. Hoje pessoas devem estar por cima da lei. Mas qual povo pode ser representado com esta injustiça, dois pesos e duas medidas”, critica Cassama que adianta ainda que já tentou marcar encontros com o presidente para falar sobre a situação do país mas nunca chegou a ser recebido.
“Fui ofendido e chamado de incompetente. Se eu não tinha o direito de convocar a sessão para a discussão de o programa de Carlos Correia, agora a lei dá-me o direito de convocar a sessão para o governo de Sissoco? Não estou aqui para agradar ninguém e desafio qualquer partido”, garante.
Cassama acusa ainda José Mário Vaz de não querer a reconciliação nacional porque anda com as suas cadeiras e microfones em todos os actos públicos.
“A última actuação foi durante a conferência para a reconciliação onde acusa a assembleia de ser o guia do problema mas ele (o presidente) sabe que é ele o número um (01) desta crise”.
As acusações de Cipriano Cassama foram ouvidas numa altura em que o governo entra em gestão depois de o parlamento recusar o pedido para o agendamento da sessão para discussão e votação do programa de governação.
Reportagem & Imagem: Elisangila Raisa Silva dos Santos/radiosolmansi com Conosaba do Porto

ONU FINANCIA ESTUDO PARA MELHOR SERVIÇOS DE SAÚDE NA GUINÉ-BISSAU

Ayigan Cossy (à dir.), coordenador do Sistema da ONU e Leticia Kayisire, coordenadora da ONU Mulheres. Foto: ONU News/Amatijane Candé

Resultados do estudo foram apresentados num ateliê realizado em Bissau para o seu enriquecimento; documento vai melhorar a qualidade de atendimento em cinco hospitais do país; ideia é salvaguardar a vida das mulheres e crianças vulneráveis.

A ONU Mulheres reuniu-se com técnicos do ministério guineense da Saúde, de organizações da sociedade civil e pessoal das Nações Unidas para debater a análise da satisfação dos utentes do sistema nacional de saúde.

Os resultados abordam principalmente o serviço do Hospital Nacional Simão Mendes para analisar como foram cumpridas as metas fixadas pelas autoridades sanitárias sobretudo no combate a mortalidade materna e infantil.

Promoção

Falando a ONU News, o Coordenador Interino do Sistema da ONU, Ayigan Cossy, referiu ser fundamental a qualidade dos serviços prestados na promoção de saúde materna e infantil de qualidade num país em desenvolvimento.

"Conhecer a qualidade da prestação dos serviços de saúde é pertinente para combater as praticas prejudiciais aos pacientes o que pressupõe a adoção de estratégias e medidas necessárias para salvaguardar a vida das mulheres e crianças sobretudo as mais vulneráveis."

O estudo foi financiado pelo projeto H4+ e conduzido por dois consultores nacionais, recrutados pela entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Género e Empoderamento das Mulheres.

Colaboração

Mulheres grávidas, mães e acompanhantes foram alvos do estudo levado a cabo no maior hospital da Guiné-Bissau.

Os alvos incluem também mulheres que vivem com VIH/Sida e vítimas de violência baseada no género. O estudo registou fraca colaboração dos pacientes que receiam denunciar o pessoal de saúde.

O ato ficou marcado pela apresentação do relatório de avaliação dos custos de assistência medica e medicamentosa as utilizadoras dos serviços públicos de saúde em quatro regiões mais o setor autónomo de Bissau.

António Guilherme Silá é o secretário-geral do ministério da saúde pública.

"Há que saber até que ponto eles se sentem satisfeitos, são atendidos da forma como se quer. Devemos ser persistentes nesse sentido, trabalhando junto das comunidades para ver de fato se o investimento feito em termos de formação e materiais tem resultados. Relação custo beneficia."

Associadas, as duas atividades visam no fundo melhorar a prestação dos serviços sanitários, não só nos hospitais alvos do estudo, como em todo o país.

Conosaba com Amatijane Candé, de Bissau para a ONU News.

GUINÉ-BISSAU: 500 FRANCOS CFA PREÇO MÍNIMO POR QUILO DE CASTANHA DE CAJÚ

O governo guineense fixou, quinta-feira (23/02), o preço de quinhentos fracos CFA como preço mínimo por quilograma de castanha de caju deste ano. A abertura oficial da campanha será no próximo dia 31 de Março
A medida vem expressa no comunicado do conselho de ministros desta quinta-feira que fixa igualmente a base tributaria em 1.150 dólares por toneladas a exportar.
Por outro lado, o conselho de ministro aprovou, sob proposta do conselho de ministros especializados para a área económica e financeira, o projecto de decreto relativo á comercialização interna e externa da castanha de Caju, regulamentação da profissão de intermediário de castanha de Caju e o projecto de decreto sobre a regulamentação da profissão de exportador da castanha.
O produto é o maior peso de rendimento na economia da Guiné-Bissau que agora passa a ser o quarto maior produtor mundial e segundo em África, depois da Costa do Marfim.
Entretanto, segundo a mesma nota que a Rádio Sol Mansi (RSM) tem acesso, o colectivo governamental analisou o processo de concurso para a concessão e exploração do Porto de Bissau, ao qual instruiu o ministro dos transportes no sentido de prosseguir com a negociação com as duas empresas concorrentes e submeter a sua consideração a melhor oferta para efeitos de decisão final.
Igualmente deu a sua anuência para alargar a cobertura nacional do sistema nacional de áreas protegidas de cerca de 15 para 26,3% do território nacional.
No capítulo das nomeações houve movimentações de pessoais na presidência do conselho de ministros, no ministério do comércio e no ministério dos negócios estrangeiros com promoção a categoria de embaixador.
Por: redacção/radiosolmansi com Conosaba do Porto

Dr. Makuta Nkondo - (Nova) A Grande Entrevista - 2016