terça-feira, 30 de janeiro de 2018

PARTIDO DA RENOVAÇÃO SOCIAL QUER ELEIÇÕES NO PERÍODO ESTABELECIDO PELA LEI

O Partido da Renovação Social (PRS) defendeu esta terça-feira (30 de Janeiro) a realização das eleições legislativas no período estabelecido pela lei do país.

A ideia defendida pelo Florentino Mendes Pereira, Secretário-geral dos renovadores á saída do encontro de auscultação iniciado hoje pelo presidente da República, José Mário Vaz, aos partidos com assento parlamentar.

Mendes Pereira garante que o PRS irá apoiar qualquer nome indicado pelo chefe estado de estado José Mário Vaz para o primeiro-ministro.

«Não nos foi proposto nenhum nome, não foi objecto de discussão neste encontro mas tornamos claro ao presidente da República que, qualquer que venha ser o governo, a realização das eleições na data prevista é o nosso maior desejo», apontou o Secretário-geral do PRS.

Por seu turno, Iaia Djaló líder do Partido Nova Democracia (PND) reafirmou a posição do seu partido na defesa do cumprimento do acordo de Conacri.

“É uma auscultação com os partidos políticos sobre a nomeação do primeiro-ministro e marcação das eleições de acordo com calendário eleitoral e da CNE. Continuamos a defender o cumprimento cabal do acordo de Conacri”, sublinhou Iaia Djaló.

Durante auscultação dos cincos partidos com assento parlamentar sobre a nomeação do primeiro-ministro nota-se a ausência do PAIGC, partido vencedor das últimas eleições legislativas, do Partido da Convergência Democrática e do partido União para a Mudança.

Assalto à sede do PAIGC

Entretanto sobre a situação na sede dos Libertadores, Florentino Mendes Pereira, secretário-geral dos renovadores, disse que a situação não é do conhecimento do PRS mas confirmou que o seu partido recebeu o convite do PAIGC para assistir o nono congresso.

«Não temos conhecimento nem fomos testemunhados do ocorrido mas o que posso dizer é que o PRS recebeu em mão o convite do PAIGC para participar no seu congresso e o PRS vai participar. Mas o que estamos a seguir é um problema que tem a ver com a justiça portanto há princípio da independência dos poderes da soberania e como é normal nós não podemos pronunciar de momento sem analisar a situação», ponderou.

Iaia Djaló do PND admite que “ não quero pronunciar sobre ocorrido na sede do PAIGC uma vez que são assuntos da instância judicial. “O PND não quer falar nisso. Nós achamos que na democracia não é correto, mas como o assunto está ligado a justiça não podemos pronunciar porque a justiça é um órgão independente que pode tomar decisão”, referiu líder do PND.

De referir que o presidente da República nomeou esta noite, 30 de Janeiro, o embaixador Augusto Artur António da Silva para cargo do sexto primeiro-ministro desta legislatura que vai terminar ainda este ano

Por: Marcelino Iambi/radiosolmansi com Conosaba do Porto

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