A empresa chinesa de construção, Jiangsu Tiangsu Grupo Co, Lda, entregou trezentas (300) carteiras e cadeiras, 8 mesas e cadeiras para professores, 8 quadros negros para salas de aulas, trezentas (300) mochilas e um lote de consumíveis.
Após a formalização da entrega dos materiais esta quarta-feira, 9 de novembro de 2021, o embaixador da República Popular da China na Guiné-Bissau, Guo Ce, destacou a responsabilidade social assumida pela empresa para com a escola, que Jiangsu Tiangsu Construção Grupo Lda construiu com ajuda do projeto de assistência da China.
O diplomata chinês encorajou as empresas chinesas na Guiné-Bissau a contribuírem para o bem-estar da sociedade guineense, tendo anunciado que o objetivo da China é construir uma comunidade de destino comum para a humanidade, uma intenção iniciada pelo Presidente chinês Xi Jinping.
Na sua intervenção, o ministro da Educação Nacional e Ensino Superior, Cirilo Mama Saliu Djaló, afirmou que o maior investimento que um pai pode fazer para os seus filhos é investir a sério na formação para que possam ser capazes de se autossustentarem no futuro.
“Os apoios da República Popular da China para a Guiné-Bissau são visíveis e claros. A nível das infraestruturas, temos a Assembleia Nacional Popular, os Palácios do Governo e o da Justiça, prédios dos combatentes da liberdade da pátria, entre outros. A China também tem apoiado os setores sociais do nosso país, nomeadamente, a educação e saúde”, sublinhou.
Em alusão à fraca adesão dos alunos às escolas públicas, Cirilo Mama Saliu Djaló pediu aos pais e encarregados da educação para matricularem as suas crianças nas escolas públicas do país.
Djaló assegurou que o governo irá fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que haja condições nas escolas públicas e manter um diálogo permanente, inclusivo e transparente com os sindicatos, porque “a educação é um direito que assiste a todos os cidadãos guineenses”.
O titular da pasta da educação nacional e ensino superior apelou aos professores da escola a redobrarem esforços para garantir uma educação de qualidade nas escolas e por conseguinte cumprir a missão de educar e ensinar as crianças.
Para o Diretor da escola da Amizade Guiné-Bissau e China, Aladje Só Sanhá, o apoio da empresa chinesa é sinal de seguimento de outros variadíssimos apoios que a República Popular da China tem dado à Guiné-Bissau, desde os primórdios e depois a luta de libertação nacional, em vários domínios, sustentando que “é bom ressalvar que a China é sempre um amigo fiel da Guiné-Bissau”.
A escola do ensino básico Amizade Guiné-Bissau e China tem capacidade de acolher mil e duzentos (1200) alunos do primeiro ao nono ano de escolaridade.
Por: Aguinaldo Ampa
Conosaba/odemocratagb
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