O empresário falava esta quinta-feira (16.04) aos jornalistas, à margem de um encontro com mulheres e membros do projeto, para debater as condições de produção e transformação da castanha de caju na Guiné-Bissau.
Jean-Pierre Rousseau disse que, para a primeira fase do projeto, caju é o setor prioritário.
"O projeto [WEECAP] depende de algum financianmento e esse financiamento vem da parte master-Weeca. Eles é que escolheram o setor de cajú para trabalharmos. Por isso o nosso objetivo é criar 70 mil postos de tranformação de cajú na Guiné-Bissau", revelou o responsável.
O empresário francês reconheceu ainda a importância do setor das pescas para a Guiné-Bissau, mas referiu que o foco do projeto que lidera é aumentar o "brilho" da castanha de caju e atrair interesse por esse produto considerado "estratégico" para a economia nacional.
Por sua vez, Elise Bidault, responsável do pilar de saúde e bem-estar da fundação For Women By Women, explicou o objetivo do encontro com mulheres.
"Objetivo do encontro é dar oportunidade às mulheres, proporcionar um tempo de partilha, de forma a perceber como elas trabalham e ajudar aquelas que não conseguem o rendimento nas suas atividades, a aumentar a sua capacidade produtiva para que possam atingir um nível desejado nos seus negócios", detalhou.
A campanha de comercialização da castanha de caju foi aberta na Guiné-Bissau, no passado dia 11 de marco, tendo o governo de transição fixado o valor de 410 Francos CFA, por quilograma do produto junto ao produtor.
Segundo o Ministério do Comércio e Indústria, a Guiné-Bissau exportou em 2025, 210 mil toneladas da castanha de caju, "graças à eliminação das barreiras não tarifárias pelo executivo".
Por CFM


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