Numa altura em que as delegações norte-americana - em que se inclui JD Vance, Steve Witkoff e Jared Kushner - e iraniana - liderada pelo presidente do parlamento, Mohammed Bagher Qalibaf - estão no Paquistão para conversações de paz, Donald Trump mostrou-se seguro de que o estreito de Ormuz abrirá "em breve", sem que surjam portagens "em águas internacionais".
As negociações têm como temas centrais o fim duradouro da guerra, do bloqueio do estreito de Ormuz, o programa nuclear iraniano e a produção mísseis de longo alcance, o apoio de Teerão a grupos armados no Médio Oriente - Hezbollah no Líbano, Hutis no Iémen e Hamas na Palestina - e as sanções económicas à República Islâmica.
Na sexta-feira, recorde-se, o presidente dos EUA já tinha dito que "o Irão parece não perceber que não tem cartas na manga para além de uma extorsão de curto prazo contra o mundo através do uso das passagens marítimas internacionais." "A única razão pela qual ainda estão vivos hoje é para negociar", escreveu na Truth Social.
Dois navios da marinha norte-americana atravessaram hoje o estreito de Ormuz para começar a "criar condições" para a remoção das minas colocadas pelo Irão, afirmou o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM).
Os dois contratorpedeiros operaram no âmbito de "uma missão mais ampla destinada a garantir que o estreito esteja totalmente livre das minas marítimas anteriormente colocadas pela Guarda Revolucionária Iraniana", precisou o CENTCOM num comunicado publicado na rede social X.
O comandante do CENTCOM, o almirante Brad Cooper, afirmou que a marinha norte-americana iniciou assim o processo de criação de uma nova rota pelo estreito.
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