O líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) quebrou o silêncio, depois de ter sido autorizado pela justiça militar a viajar para Portugal, para tratamento médico.
Simões Pereira assegura que não se sente impedido de fazer política e que é um homem absolutamente livre.
O político diz, em entrevista exclusiva à DW, que em nenhum momento reconheceu a validade do Tribunal Militar. "Quero retomar a integridade das minhas competências, das minhas liberdades", refere.

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