domingo, 1 de novembro de 2026

GUINÉ-BISSAU NA III CIMEIRA RÚSSIA–ÁFRICA

Sob instruções de Sua Excelência o Presidente da República de Transição, Horta Inta- a, a Ministra dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades, Fatumata Jau - MNE, chefiou a delegação da Guiné-Bissau à III Cimeira Rússia–África, que decorreu de 28–29 de outubro de 2026.

Reunindo delegações de 48 países africanos, incluindo 22 Chefes de Estado e de Governo, a Cimeira constituiu um importante espaço de diálogo estratégico sobre o futuro da parceria Rússia–África e o papel do continente na construção de uma ordem internacional mais inclusiva.

A Guiné-Bissau reafirmou o seu compromisso com a diversificação das parcerias internacionais e o aprofundamento da cooperação nos domínios da educação, agricultura, energia, saúde, investimento e formação de quadros, prioridades essenciais para o desenvolvimento nacional.

Uma diplomacia de abertura, de diálogo e de resultados, ao serviço dos interesses nacionais.

Bissau, 31 de outubro de 2026


O Presidente da República, Bassirou Diomaye Faye, recebeu esta sábado de manhã no Aeroporto de Léopold Sédar Senghor, o Presidente da transição da República de Guiné-Bissau, o General Horta Nta. Os dois chefes de Estado tiveram conversas no Pavilhão Presidencial.


O Presidente de Guiné-Bissau participará no Summit de Dakar sobre esportes e desenvolvimento sustentável, e depois na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos da Juventude no Estádio Abdoulaye Wade. Ele se junta aos Presidentes da Sierra Leoa e da Maurícia, que chegaram no dia anterior.

Após a costa norte do rio Senegue, é o vizinho sul que está presente.

Esta presença de países vizinhos ao redor do Presidente reflete a vitalidade das boas relações vizinhas que o Senegal mantém na sub-região e a confiança que seus parceiros depositam nela para receber o primeiro evento olímpico no continente.




Os familiares de Olof João Gomes Sambu, brutalmente assassinado, depositaram, na manhã deste domingo, 1 de novembro de 2026, uma coroa de flores no local onde ocorreu o crime.



O gesto constitui uma homenagem à memória da vítima e uma forma de expressar a dor e a consternação dos familiares perante a morte trágica de Olof João Gomes Sambu.

Rádio Djumbay

Polícia volta a dispersar com violência manifestantes em Lisboa e no Porto


A polícia em Portugal deteve sete manifestantes no Porto e seis em Lisboa. AFP - FILIPE AMORIM

As manifestações pela habitação em Portugal terminaram novamente com cenas de violência na madrugada de Sábado para Domingo. A polícia deteve sete manifestantes no Porto e seis em Lisboa, contabilizam-se dezenas de feridos entre os manifestantes. Advogados do movimento vão apresentar queixa contra ministro da Administração Interna e director da PSP.

As manifestações me Portugal voltaram a degenerar em violência contra os manifestantes durante esta madrugada. Durante a tarde de sábado, tanto no Porto como em Lisboa decorreram protestos pacíficos pelo acesso à habitação que reuniram centenas de pessoas, com os manifestantes a tentarem novamente acampar em praças históricas das duas cidades.

Por volta das quatro da manhã, quando ainda algumas dezenas de manifestantes persisitiam com tendas montadas tanto no Rossio, na capital, como na praça D. João I, no Porto, terá sido dado uma ordem de dispersão pela polícia. Em seguida, a polícia avançou sobre os manifestantes. Alguns manifestantantes tentaram criar um cordão humano para atrasar o avanço da polícia, mas os agentes avançaram de qualquer forma distribuíndo bastonadas e destruindo as tendas.

Foram detidas sete pessoas no Porto e seis em Lisboa, contabilizam-se dezenas de feridos entre os manifestantes e os polícias. Pelo menos um jornalista foi também vítima de violência policial no Porto, tendo sido também visado por bastonadas. O advogado do movimento em Lisboa, Ricardo Sá Fernandes, afirmou que estas foram acções ilegítimas e que vai apresentar queixa contra o ministro da Administração Interna e o director da PSP.

“Isto é uma noite negra na história da democracia portuguesa. Isto é absolutamente inultrapassável, intolerável, ultrapassou todos os limites. E, por isso, o ministro e o diretor da polícia podem ter a certeza que terão participações criminais por abuso de poder”, afirmou o advogado.

Entretanto, o Presidente da República solicitou informações "com todo o detalhe" ao Governo e Provedoria de Justiça, sobre o que se passou nesta madrugada nas manifestações de Lisboa e do Porto e sobre a situação dos detidos e feridos.

Lusa