O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público considera que, o Ministério Público não pode ser instrumentalizado, para servir os interesses particulares ou políticos.
A declaração foi feita esta sexta-feira, na abertura da II Assembleia -Geral Ordinária do sindicato, destinada à apreciação e aprovação do relatório de atividades e das contas de gestão, referentes ao ano de 2025, bem como à apresentação e validação do projeto de protocolo de cooperação com a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) e a Ordem dos Advogados.
Francisco do Nascimento Lopes afirmou que, o Ministério Público não deve fechar os olhos às pressões internas e externas, que possam condicionar o exercício das suas funções.
O responsável sindical revelou ainda que o país dispõe atualmente de apenas 79 magistrados do Ministério Público em efetividade de funções, para servir uma população superior a dois milhões de habitantes.
O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, apelou ainda aos colegas que enfrentam o isolamento, a pressão e a adversidade no exercício diário das suas funções, para que permaneçam resilientes, sublinhando que essa resiliência constitui um dos alicerces do Estado de Direito.
RSM: 24. 07. 2026
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