sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
MINISTRO DA JUSTIÇA INAUGURA CENTRO DE PRODUÇÃO DE DOCUMENTOS BIOMÉTRICOS EM SÃO DOMINGOS
A região de Cacheu conta, a partir desta quinta-feira, 26 de Fevereiro, com mais um Centro Biométrico de Produção de Bilhete de Identidade.
O serviço instalado em São Domingos, eleva para três o número de Centros Biométricos colocados ao serviço da população da região de Cacheu, depois de Canchungo e Ingoré.
Ao inaugurar a infra-estrutura, o Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Dr. Carlos Pinto Pereira, garantiu que os esforços irão prosseguir no sentido de aproximar cada vez mais, os serviços do Ministério das populações, com qualidade e eficácia.
As autoridades da região e do sector de São Domingos manifestaram satisfação pela iniciativa, que consideram importante para as populações, que passam a não necessitar de se deslocar a outras localidades para a obtenção dos respectivos documentos de identidade.
Nesta perspectiva, Carlos Pinto Pereira assegurou que apesar dos recursos limitados, o Ministério da Justiça estará em condições de garantir o funcionamento dos serviços sob a sua tutela.
Assim, estão previstas para o próximo mês de Março a abertura de novos Centros de Produção de Documentos Biométricos, nomeadamente em Bolama e em Calequisse.
Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos
GOVERNO CAPACITA AGENTES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ATRAVÉS DA CONVENÇÃO ASSINADA ENTRE PAGAP E ENA
A Ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social considera a formação dos agentes da administração pública como marco corolário de uma estratégia nacional do executivo em modernizar e profissionalizar a administração pública, através de reforço de capacidades institucionais e consolidação de boa governação.
As consederações da Ministra da Administração Pública, Assucénia Donate de Barros foram proferidas esta sext-feira, [27.02] quando discursava na cerimónia de assinatura e lançamento oficial de formação dos agentes da Administtração Pública.
Esta ação enquadra-se no âmbito de assinatura da Convenção entre o Projeto de Apoio à Gestão da Administração Pública, "PAGAP" e a Escola Nacional da Administração, "ENA", e conta com o financiamento do Banco Africano de Desenvolvimento, BAD.
Esta parceria das duas instituições vai permitir reforçar as competências técnicas específicas aos trezentos e quarenta agentes da Administtração Pública em áreas estratégicas como, gestão da massa salarial, investimento público, estatísticas, contratação pública, competências informáticas, administração fiscal e criação de uma escola de Alfândigas.
Para a Ministra da Administração Pública, Assucénia de Barros esta parceria vai fomentar a colaboração entre as instituições e a sociedade para melhorar a prestação de serviço público de qualidade direcionadas às pessaoas.
Assucénia Donate de Barros é de opinião, que capacitar os agentes da administração pública reforça as suas competências para mobilizar mais receitas, melhorar a qualidade das despesas públicas e constituí uma alavanca essencial para relançar a economia e iniciar uma transição para maior resiliência, permitindo o Estado melhorar a sua capacidade de exercer as suas funções básicas.
A formação é destinada às Direções-gerais da Administração Pública, do Plano, das Contribuições e Impostos, das Alfândigas, dos Concursos Públicos e da Autoridade Reguladora dos Concursos Públicos e tem como finalidade aumentar a eficiência e a qualidade da gestão pública.
Estas estruturas segundo, a Ministra Donate de Barros estão no núcleo da gesção administrativa e financeira do Estado e reforça o centro de gravidade da governação pública.
A cerimónia foi presidida pelo Ministro da Educação Nacional, Ensino Superior e Investigaão Científica e contou com a presença de vários Diretores-gerais que assinaram o protocolo, Coordenador do Projeto de Apioo à Gestão da Administração Pública, "PAGAP", Diretor-geal do Plano, que representou as instituições beneficiárias de formação, Diretor da Escola Nacional da Administração, "ENA entre outras personalidades.
A formação decorre sob o lema, "juntos vamos transformar a nossa Administração Pública".
Por: Gabinete de Comunicação
EUA: Discurso de Trump “bate recordes no número de mentiras”
Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos. REUTERS - Evelyn Hockstein
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória.
No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”.
Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump?
É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa.
Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo.
O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade?
Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles.
Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores.
Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos.
Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva.
A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país?
Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade.
Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa?
Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender.
Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão?
Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos.
Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante.
Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão?
Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo.
A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar.
No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada?
As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral.
Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo.
Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
Por: Neidy Ribeiro
rfi.fr/pt
O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, João Bernardo Vieira, conferiu posse hoje ao novo Diretor Geral do Protocolo de Estado, Abdulai Galdé Baldé, nomeado no último Conselho de Ministros.
Uma cerimónia que contou com as presenças da Secretaria de Estado da Cooperação Internacional e das Comunidades, Fatumata Jau, Secretário Geral, Diretores Gerais e membros do Gabinete do Ministro.
Na ocasião, o Chefe da diplomacia agradeceu o Diretor Geral cessante, Bubacar Baldé, pelo trabalho desenvolvido durante o tempo em que dirigiu o Protocolo de Estado e de ter manifestado a sua disponibilidade em continuar a dar o seu melhor ao serviço do Ministério.
Ao novo Diretor Geral, o Ministro chamou a atenção para a responsabilidades e desafios que o aguardam com vista a melhorar cada vez mais a eficiência do Protocolo de Estado.
Ao usar da palavra, Galdé Baldé, consciente das suas responsabilidades, prometeu, junto com a sua equipa, trabalhar para melhorar cada vez mais a performance do Protocolo de Estado e do Ministério.
PUN QUER CONSULTA NACIONAL E TRANSIÇÃO LIDERADA POR CIVIS
O Partido da Unidade Nacional (PUN) defende uma “Refundação Pacífica do Estado”, assente no diálogo nacional, em reformas institucionais profundas e na promoção do desenvolvimento humano, como via para ultrapassar a crise política na Guiné‑Bissau.
Em comunicado intitulado “Guiné‑Bissau: Proposta para a Saída da Crise”, o partido propõe a realização de uma consulta nacional inclusiva e soberana, envolvendo partidos políticos, organizações da sociedade civil, líderes tradicionais e religiosos, bem como as Forças de Defesa e Segurança.
O PUN, liderado por Idriça Djaló, considera que o golpe de Estado de 26 de novembro de 2025 agravou a instabilidade crónica que o país enfrenta desde a independência, em 1973. Segundo o partido, as sucessivas crises político‑militares fragilizaram as instituições, minaram a confiança dos cidadãos e comprometeram a coesão nacional.
O comunicado alerta ainda para sinais considerados preocupantes, como a incitação a confrontos interétnicos durante a última campanha eleitoral e tentativas de instrumentalização das Forças Armadas para fins políticos. Para o PUN, tais práticas constituem ameaças diretas à unidade nacional e à estabilidade do Estado.
O documento aponta riscos como a evolução para uma violência interétnica descontrolada, a divisão e eventual implosão das Forças Armadas, a perda de legitimidade das instituições políticas e eleitorais, bem como a desestabilização da África Ocidental, criando um vazio de segurança propício ao tráfico e ao crime transnacional.
Como saída para a crise, o partido propõe que a gestão do período de transição seja confiada a uma equipa de civis competentes, sem ligação à anterior gestão do poder, salvaguardando o papel republicano das Forças Armadas enquanto último garante da estabilidade nacional.
Entre as principais reformas defendidas constam a reforma constitucional, com a definição clara entre um sistema presidencial ou parlamentar; a reforma do sistema judicial, assegurando a sua independência e credibilidade; a clarificação do papel das Forças Armadas na ordem republicana; a gestão da diversidade étnica e o combate ao discurso de ódio; a definição de uma estratégia de desenvolvimento económico a 25 anos, abrangendo setores como agricultura, pescas, turismo e iniciativa privada; bem como investimentos estruturantes na educação e na saúde.
O PUN recomenda ainda que as conclusões da consulta nacional sejam submetidas a referendo, como forma de garantir legitimidade democrática, culminando na assinatura de um Pacto Nacional de Estabilidade, a ser depositado junto de organizações internacionais, nomeadamente a CEDEAO e a União Africana.
Por fim, o partido sublinha que a saída para a crise passa, “imperativamente”, por uma refundação pacífica do Estado, condição essencial para a construção de um país estável, justo e orientado para o desenvolvimento.
Por: Tiago Seide
odemocratagb
MORADORES DE MATANDIM ( BOR) VÃO BENEFICIAR DE SERVIÇOS SOCIAIS
A Ministra da Mulher Família e Solidariedade Social defende que, o governo deve continuar com políticas de apoio, as populações em situação da vulnerabilidade.
Kady Dabó Correia falava hoje, em Bissau, na cerimónia de lançamento oficial da 5ª Edição da Feira de Serviço Socias Básicos, organizada pelo Grupo Técnico da Proteção Social que vai beneficiar os residentes do Bairro de Matandim nos próximos dias 06 e 07 do mês de Março próximosob o lema: "Juntos pelas pessoas mais necessitadas".
Segundo Kadi Dabó, é preciso fortalecer o sistema de proteção social, promovendo politicas que garantam melhor apoio as famílias, em situação da vulnerabilidade.
Nos dias 6 e 7 de Março próximo, os moradores de Matandim (Bor) arredores de Bissau vão beneficiar dos serviços social, nomeadamente em áreas de saúde, registo civil, formação e inserção profissional e agroecologia.
Este serviço social foi lançado pela ADPP hoje, em Bissau, com objetivo de consciencializar e aproximar diferentes serviços básicos necessários, junto das comunidades através das ações de sensibilização, sobre a proteção social das crianças e o abandono das práticas nefastas, assim como a mobilização dos serviços públicos e privados.
O Diretor Executivo da ADPP, Fernando Binhafa, disse que esta feira é para aproximar mais as pessoas junto dos serviços básicos.
Já a Coordenadora da ESSOR, Thirzah Nene de Pina Bernardo Vieira, acredita que articular entre as instituições e sociedade civil, é fundamental para garantir respostas mais eficazes.
Durante o evento ADPP espera reunir mais pessoas e pretende que respondam mais de mil pessoas, com serviços básicos sociais, como a saúde, registo civil gratuito, formação e inserção profissional, agroecologia e ação de consciencialização comunitária e igualmente oferta de roupas usadas.
RSM: 27. 02. 2026
O Embaixador da Guiné-Bissau na Arábia Saudita, Dino Seidi, participou na Conferência dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da Organização da Cooperação Islâmica.
Falando na reunião em representação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, João Bernardo Vieira, o Embaixador Dino Seidi realçou a importância de preservar os princípios do direito internacional e os valores de solidariedade que fundamentam a Organização, da qual a Guiné-Bissau é fiel à sua história e aos ideais consagrados na Carta das Nações Unidas.
Polícia cabo-verdiana detém suspeitos de burla e falsificação em vistos para Portugal
O Ministério Público cabo-verdiano anunciou hoje a detenção de um homem de 41 anos, por suspeita de falsificação de documentos e burla no agendamento de pedidos de vistos para Portugal.
A detenção foi feita em Santa Cruz, ilha de Santiago, onde o tribunal ordenou que o suspeito, natural daquele concelho, fique em prisão preventiva, enquanto a investigação continua.
A procura por vistos para Portugal tem motivado casos que estão na mira das autoridades.
Uma das investigações em curso pelo Ministério Público de Cabo Verde diz respeito ao açambarcamento de vagas para agendamento de pedidos, por parte de empresas que cobram valores diferenciados para prestar esse serviço, que, se for tratado nos balcões públicos criados para o efeito, é gratuito.
No último ano, numa ronda por algumas dessas firmas na Praia, capital do arquipélago, a Lusa constatou que cobravam entre mil e 20 mil escudos (nove e 181 euros) por processo, podendo o valor aumentar em caso de prestação de outros serviços.
Na altura, o ministro das Comunidades de Cabo Verde, Jorge Santos, classificou como "traficantes" as empresas e particulares que açambarcam vagas para agendamento de vistos para Portugal e disse que estas devem ser punidas.
Em maio deste ano, o Procurador-Geral da República de Cabo Verde, Luís Landim, disse à Lusa que há denúncias que estão a ajudar a concluir a investigação, sem conseguir "precisar uma data" para o seu termo.
A população "tem colaborado nessa questão dos vistos" para se averiguarem os casos e perceber "se há ou não crime", referiu, sobre o processo aberto pelo Ministério Público e entregue à Polícia Judiciária.
Lusa
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
44.ª REUNIÃO DO COMITÉ DE CHEFES DE ESTADO-MAIOR DA DEFESA DA CEDEAO REALIZA-SE EM FREETOWN – SERRA LEOA
A Direção de Manutenção da Paz e Segurança Regional (DPKRS) da CEDEAO, através da sua Divisão de Operações de Apoio à Paz (PSOD), convocou a 44.ª Reunião do Comité de Chefes de Estado-Maior da Defesa, de 23 a 27 de fevereiro de 2026, em Freetown, República da Serra Leoa. Este encontro de alto nível reúne os Chefes de Estado-Maior da Defesa dos Estados-Membros para deliberar sobre a situação de segurança prevalecente em toda a região e traçar uma resposta coletiva às ameaças emergentes e complexas.
A reunião centra-se na revisão das estratégias para fazer face à evolução do panorama de segurança, incluindo o terrorismo, o crime organizado transnacional e a insegurança marítima. No centro das discussões está a avaliação do roteiro para a ativação da Força de Reserva da CEDEAO (ESF) na sua forma cinética para combater o terrorismo na sub-região. No final da reunião, os chefes de defesa realizarão uma visita de trabalho ao Depósito Logístico da CEDEAO em Lungi para avaliar a sua prontidão operacional e capacidade de apoiar a rápida mobilização de forças.
Fonte: CEDEAO
«Visita de Cortesia» O ex-— futebolista português nascido em Bissau, Nelson António Soares da Gama, mais conhecido por "Toni" com o "Pano de pente" distinguiu ontem, o Chinês, Y Ping Chow, Presidente da Câmara de Comércio (de Pequenas e Médias Empresas) Portugal — China, na Academia de Futebol "Demba Sanó", no Bairro de Antula, em Bissau, na presença do Sr. Justiniano Gomes "Juka" presidente da Associação Nacional dos Empresários da Pesca Industrial da República da Guiné-Bissau.
No quadro da diplomacia económica e da fraternidade Internacional, o Chinês, Y Ping Chow, e o antigo jogador do FC Porto, Toni, durante o encontro, falou-se bastante na formação de jovens e negócios na Guiné-Bissau e na China.
MINISTRO DA SAÚDE ADMITE IRREGULARIDADES NA LIMPEZA DO HOSPITAL ˝SIMÃO MENDES˝ E PROMETE MEDIDAS CORRETIVAS
O Ministro da Saúde Pública do governo de transição, Quinhin Na N´Tote, admite que o serviço de limpeza do Hospital Nacional "Simão Mendes" encontra-se em situação de irregularidade em vários aspetos, mas garante que medidas serão tomadas, para que casos semelhantes não voltem a ocorrer no futuro.
Estas informações foram avançadas hoje, pelo ministro à margem da visita realizada aos serviços do Hospital Nacional, onde se encontram internadas seis sinistrados da decorrência da explosão de bomba de combustível na cidade de Bafatá.
Quinhin Na N´Tote informou ainda que o governo está a diligenciar esforços para regularizar a situação de pagamento dos meses em atraso, e que vai ser revisto a assinatura do contrato com a empresa responsável pela limpeza. O ministro prometeu adotar medidas para que, o hospital não enfrente novamente problemas desse tipo.
Esta manhã, a Rádio Sol Mansi (RSM) esteve em diferentes serviços do Hospital Nacional "Simão Mendes" e constatou que várias salas permanecem sem limpeza adequada, inclusive na própria maternidade, onde se pode constatar manchas de sangue no chão, bem como resíduos hospitalares deixados espalhados.
A situação é preocupante, sendo que tal coloca em risco a própria vida não apenas dos pacientes, mas também dos próprios técnicos de saúde, que se encontram a trabalhar em ambiente inadequado.
RSM: 26. 02. 2026
Administradora da região de Gabu anuncia encerramento de todos os postos de venda de combustíveis improvisados sem condições.
O Governo Regional de Gabu anuncia o fechamento de todos os postos de combustíveis localizados na região leste da Guiné-Bissau que não atendem aos requisitos necessários para uma operação segura e regulada.
O anúncio em questão é parte da medida do Governo Central de Transição, que determina o fechamento de todos os postos improvisados usados para venda de combustível em todo o país. Isso ocorre após a explosão de um depósito de combustível na cidade de Bafatá, que resultou em mais de 160 feridos e oito mortes.
A decisão foi anunciada nesta quarta-feira pela governadora da região aos representantes de postos de combustível na cidade de Gabu.
Eliza Maria Tavares Pinto afirmou que a medida tem o objetivo de diminuir os perigos que os locais de venda de combustíveis trazem para a área.
“O que constatamos neste encontro é que os trabalhos continuam e vão continuar. Será feito um controle em todos os postos e aqueles que não têm condições para funcionar serão encerrados de imediato, disse. "Na região de Gabu, independentemente do que aconteceu em Bafatá, vivemos em constante risco com os postos de combustíveis."
Em representação dos gerentes dos locais de vendas de combustíveis na região de Gabu, Lassana Sanhá promete cumprir com as exigências do governo local. Afirmou: “Prometemos que vamos fazer o nosso trabalho para cumprir com as exigências feitas e, em caso de falta de condições de qualquer posto de venda, comprometemo-nos a aceitar que a medida seja aplicada.”
Mamadú Aliu Djaló, o Comandante dos Bombeiros na Região de Gabu, saudou a decisão do governo regional. “Acompanhamos de perto a situação que aconteceu em Bafatá, que abalou quase todos os guineenses. Também constatamos a situação de postos improvisados em Gabu. Por este motivo, convocamos os nossos parceiros para estudar se há possibilidade de melhorar as condições. Caso contrário, a única medida será o encerramento. ” Declarou
O incêndio ocorrido em Bafatá, de acordo com os dados atualizados, resultou em oito mortes e Mais de 163 vítimas de queimaduras de segundo e terceiro grau…
Radio Djumbay/ADD
Transição política: CNT APELA AO REEQUIPAMENTO DA CNE PARA GARANTIR ELEIÇÕES DE DEZEMBRO
O vice-presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), Fodé Caramba Sanhá, exortou o Governo de Transição a reequipar a Comissão Nacional de Eleições (CNE), de modo a colocá-la em condições de responder às exigências do processo e avançar com a preparação das eleições gerais marcadas para 6 de dezembro deste ano.
Fodé Caramba Sanhá falava durante a cerimónia de passagem de testemunho entre o presidente interino da CNE e a nova presidente eleita pelo Conselho Nacional de Transição.
A cerimónia teve lugar nas instalações da CNE, em Bissau, ocasião em que o conselheiro de transição sublinhou que a credibilidade do processo eleitoral — legislativo, presidencial e autárquico — é da inteira responsabilidade da Comissão Nacional de Eleições.
O vice-presidente do CNT afirmou que “os homens passam, mas as instituições permanecem” e defendeu que estas devem ser constantemente melhoradas através de reformas nos processos, acompanhando a evolução do tempo e adaptando-se às novas dinâmicas.
Nesse sentido, apelou aos funcionários da CNE para colaborarem com a nova presidente, demonstrando sempre profissionalismo no exercício das suas funções.
Fodé Caramba Sanhá enfatizou ainda que a Comissão Nacional de Eleições tem sido uma instituição “altamente profissional”.
“Ninguém consegue fazer o que quer, porque os procedimentos são claros. Quem se encontra em situação de desvantagem pode ter a sua própria interpretação, mas o fundamental é que existem mecanismos práticos e legais que regem o funcionamento desta instituição”, afirmou.
Em declarações à imprensa, o ex-presidente interino da CNE, Mpabi Cabi, desejou êxitos à nova presidente e manifestou disponibilidade para continuar a colaborar sempre que for útil à instituição.
“Dirigi a CNE em meio a desafios, mas consegui ultrapassá-los de forma sábia. Fiz algumas pessoas sentirem-se satisfeitas e outras não. O mais importante é que dei a minha contribuição como cidadão, na função para a qual fui chamado”, declarou.
Por sua vez, a nova presidente da CNE, Carmem Isaura Tavares Batista Lobo, garantiu que assumirá o cargo com elevado sentido de responsabilidade e dedicação.
Apelou à colaboração de todos os técnicos da Comissão Nacional de Eleições, sublinhando que “só com trabalho em equipa é possível alcançar bons resultados”.
Carmem Lobo exortou igualmente o Governo a disponibilizar os meios necessários para que a CNE possa exercer plenamente as suas funções e cumprir o calendário eleitoral estabelecido pelo Presidente da República de Transição.
A Guiné-Bissau prepara-se para realizar eleições gerais — presidenciais e legislativas — no próximo dia 6 de dezembro, data anunciada em decreto presidencial pelo Presidente da República de Transição, Horta Inta-A.
O anúncio foi feito após o Presidente ouvir os órgãos nomeados pelos militares que tomaram o poder em 26 de novembro, interrompendo o processo eleitoral iniciado a 23 de novembro de 2025, destinado à eleição do novo Presidente da República e dos deputados à Assembleia Nacional Popular.
Por: Aguinaldo Ampa
odemocratagb
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Irmãos que ordenaram morte de Marielle Franco condenados a mais de 76 anos de prisão
A falecida ex-vereadora carioca Marielle Franco
O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil condenou hoje os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão a 76 anos e três meses de prisão por terem planeado e ordenado a morte da ex-vereadora carioca Marielle Franco em 2018.
O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil condenou hoje os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão a 76 anos e três meses de prisão por terem planeado e ordenado a morte da ex-vereadora carioca Marielle Franco em 2018.
Os dois terão ainda de pagar uma indemnização de sete milhões de reais (1,16 milhões de euros) de reparação de danos a familiares das vítimas.
Marielle Franco, mulher, negra, nascida numa favela e militante do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), foi baleada na noite de 14 de março de 2018 após participar num evento no centro do Rio de Janeiro. O motorista, Anderson Gomes, também foi assassinado. Com eles seguia Fernanda Chaves, assessora de Marielle Franco e única sobrevivente do ataque.
Lusa
Uma Boa noticias para povo de Boé Anúncio Oficial da Lançamento de Luz elétrica para Beli hoje 25/02/2026 em Beli Boe reunida a comunidade beneficiaria de Luz sobre o anúncio de lançamento da energia e de esclarecimento sobre utiliza los, a rede elétrica de OMVG no quadro do Projecto PRAE-GB de acordo com anuncio da equipa de PRAE-GB a energia elétrica para Cidade de Beli foi lançada permanentemente de subestaão de Banbadinca apartir de hoje.
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