Como não sou político nem candidato guineense, e muito menos “cunhado” ou “familiar” de líderes partidários, nem tive qualquer participação na redação do texto, tenho toda a imparcialidade para desejar que a Guiné-Bissau vote a nova Constituição - texto muito melhor que a atual, de 1984 e com uns “remendos” - em paz, liberdade e honestidade, num referendo que é quase inédito no Constitucionalismo Lusófono!
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