As filhas do fundador da nacionalidade guineense e cabo-verdiana, Amílcar Cabral, condenaram com “maior veemência” a actuação das forças que tomaram de assalto a sede nacional do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC)
As filhas de Amílcar Cabral, Ndira e Iva Cabral, diz ainda que assistem o momento com “enorme” estupefação e “profunda” consternação ao ataque o acto das forças de segurança nacionais.
Segundo Ndira Cabral Embalo, o acto perpetrado pela força é “absolutamente” revoltante e fere de morte o Estado de Direito que Cabral sonhou criar no país.
“Esperamos que as forças policiais da Guiné-Bissau não voltem a ofender a memória do nosso pai e dos seus combatentes, tentando destruir o partido que eles criaram para o progresso e o desenvolvimento do país e, portanto, não envergonhem mais ainda o país que nos viu nascer”, apela.
As filhas do Cabral apelaram os seus concidadãos que sejam firmes e determinados na luta pela consolidação da democracia no país.
Iva Cabral, filha mais velha de Amílcar Cabral, considera de grave a situação verificada na sede do PAIGC.
A sede do PAIGC foi invadida, desde terça-feira, pela força da ordem a amando do ministério do interior que alega algumas previdências cautelar.
Entretanto, o presidente do PAIGC garantiu, na tarde desta terça-feira, aos militantes e simpatizantes do seu partido, que ainda hoje (31 de Janeiro) vai se iniciar o nono congresso ordinário.
Domingos Simões Pereira falava aos militantes que estavam agrupados ao lado da sede das Nações Unidas, em Bissau, após as forças de segurança terem os forjados a abandonarem a sede do partido.
Apesar desta garantia ainda a sede continua cercada pela força da ordem.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos/radiosolmansi com Conosaba do Porto
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