segunda-feira, 18 de maio de 2026
«Associação Amizade Matosinhos de Mansoa - Refama» 25/04/2026 - Acomitiva de filhos e amigos da zona de Mansoa desembarca no Aeroporto Internacional "Osvaldo Vieira" da Guiné-Bissau para participar do evento de reencontro dos Mansoenses na diáspora (2ª Edição do reencontro de 25 de Abril a 03 de Maio de 2026, em Mansoa).
*Primeiro-Ministro inteirou-se dos preparativos para o Recenseamento Geral da População e Habitação.*
O Primeiro-Ministro, Dr. Ilídio Vieira Té, visitou esta manhã o Instituto Nacional de Estatística, onde foi recebido pelo Ministro da Economia, Plano e Integração Regional, Madjetebá Djaló, e pelo Director-Geral do INE.
A visita teve como objectivo acompanhar de perto o nível de preparação para o arranque do Recenseamento Geral da População e Habitação na Guiné-Bissau, uma operação nacional lançada sob o lema: “Anós e kantu e katu casas ku nó tene”.
Durante o encontro, o Chefe do Governo inteirou-se do planeamento técnico, logístico e institucional preparado pelo INE, sublinhando a importância estratégica deste processo para o conhecimento real da população, das condições de habitação e das necessidades do país.
O Primeiro-Ministro destacou que um Estado moderno precisa de dados fiáveis para planificar melhor, orientar políticas públicas, distribuir recursos de forma justa e responder com maior eficácia aos desafios do desenvolvimento nacional.
O recenseamento constitui, assim, uma operação fundamental para a governação, o planeamento económico, a educação, a saúde, as infra-estruturas, a habitação e a integração regional.
Com esta visita, o Governo reafirma o seu compromisso em apoiar o INE e garantir que o processo decorra com rigor, transparência e ampla participação dos cidadãos.
“CASO ALFÂNDEGAS DE BISSAU”: Cinco suspeitos em prisão preventiva por alegadas fraudes aduaneiras
A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou esta segunda-feira que cinco indivíduos estão em prisão preventiva no âmbito do chamado “Caso Alfândegas de Bissau”, um processo que investiga alegadas fraudes em procedimentos de desalfandegamento envolvendo funcionários públicos, despachantes oficiais e outros cidadãos.
Segundo um comunicado divulgado pelo Gabinete de Imprensa e Relações Públicas da PGR, o processo é conduzido pelo Gabinete de Luta contra a Corrupção e Delitos Económicos (GLCCDE), com investigação da Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Repressão a Delitos Económicos e da Criminalidade contra a Economia Nacional.
As autoridades indicam que as investigações têm como alvo supostas irregularidades praticadas nos serviços da Direção-Geral das Alfândegas e da Direção-Geral do Tesouro, relacionadas com esquemas fraudulentos de desalfandegamento.
A mesma fonte avança ainda que no decorrer da operação, foram efetuadas detenções fora de flagrante delito de sete cidadãos guineenses, entre os quais cinco homens e uma mulher, numa primeira fase, e mais dois homens numa segunda fase.
De acordo com a PGR, no dia 17 de abril de 2026, cinco suspeitos foram presentes ao Juízo de Instrução Criminal para primeiro interrogatório judicial. Após apreciação do caso e em conformidade com a promoção do Ministério Público, o juiz aplicou a medida de coação de prisão preventiva a três dos arguidos.
"Posteriormente, no dia 11 de maio de 2026, outros dois suspeitos foram igualmente ouvidos pelo Juízo de Instrução Criminal, tendo ambos ficado sujeitos à prisão preventiva.
Além das detenções, as autoridades judiciais aplicaram medidas de coação alternativas a outros suspeitos. Dois indivíduos ficaram sujeitos à obrigação de permanência, cumulada com apresentação periódica semanal, enquanto quatro outros passaram a cumprir apenas a obrigação de apresentação periódica semanal", lê-se no mesmo documento.
Segundo o Ministério Público, o processo conta atualmente com 15 suspeitos constituídos, dos quais cinco permanecem em prisão preventiva, e avança que os factos sob investigação podem configurar, em abstrato, os crimes de contrabando qualificado, peculato, corrupção ativa e passiva, falsificação qualificada e branqueamento de capitais.
A Procuradoria-Geral da República esclarece ainda que o processo continua em segredo de justiça.
RSM: 18 05 2026
CONVITE - Novas Sessões com 3.ª ED. do livro sobre Pobreza com contributos especiais
Convido para mais uma série de sessões de apresentação do meu Vol. IV de «As Inquietudes» - "A inquietude... das carências e indigências" -, agora com a alegria de estar já em 3.ª edição!
Este livro aborda várias pobrezas, a desigualdade e a vulnerabilidade, e é prefaciado por D. Lucía Topolansky (ex-Primeira-Dama Uruguaia). Tem a mais-valia do contributo inédito, especial e exclusivo das 4 Primeiras-Damas do nosso Portugal Democrático e da Dr.ª Isabel Jonet. Desta forma, presta homenagem a título póstumo à Doutora Maria Barroso Soares. A obra dedica, igualmente, um capítulo a dois ícones mundiais - Papa Francisco e 'Pepe' Mujica - pelo exemplo, ensinamentos e legado que deixaram nestas matérias. E destaca, ainda, o papel extraordinário de 10 organizações (inter)nacionais no combate à Pobreza.
Grato pela atenção, desejo mesmo muito contar com a presença calorosa e amiga, pode ser? Caso não seja possível, em nenhuma das sessões, há sempre a opção de eu enviar - por CTT - o meu livro com dedicatória, se assim pretender.
Aguardo a gentileza da melhor resposta, bem como solicito a possibilidade da partilha e divulgação. Obrigado.
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Atenciosamente e ao dispor.
Com amizade e cordiais cumprimentos,
ARR.
Guiné-Bissau: Oposição interna do PAIGC adiou congresso extraordinário
Volta a estar ao rubro o cenário político guineense com movimentações nos principais partidos e blocos. No PRS fala-se em movimentos no sentido de reunificar o partido dividido em duas alas e no Madem G-15 há uma nova decisão do tribunal sobre quem lidera o partido. No PAIGC, deveria começar, este sábado, um congresso extraordinário de um grupo de militantes que contesta a liderança de Domingos Simões Pereira, mas o congresso já não vai acontecer.
No PAIGC, partido histórico da Guiné-Bissau, era para ter início, este sábado, um congresso extraordinário de um grupo de militantes que contestam a liderança de Domingos Simões Pereira. O congresso já não terá lugar. O chamado "grupo de reflexão", composto por dirigentes do PAIGC que integram o Governo de transição, diz que adiou o congresso em cumprimento da ordem de proibição de aglomerações de pessoas decretada pelo Alto Comando Militar, protagonista do golpe de Estado de 26 de Novembro passado. O grupo pede agora aos militares que levantem essas restrições para que se possa avançar para o congresso em que promete instituir uma nova liderança no PAIGC. Vozes do partido dizem, no entanto, que o congresso foi adiado por falta de apoio de militantes da base do partido. Outras vozes dizem que o grupo decidiu privilegiar o diálogo com a direcção do PAIGC.
No partido Madem G-15, as águas voltam a ficar agitadas com uma nova decisão do Tribunal Regional de Bissau que, na prática, considera sem efeito o congresso extraordinário que elegeu a veterana Satu Camará como líder do partido, em Agosto de 2024. Esta segunda força política guineense tem andado dividida em duas alas que se digladiam nos tribunais desde 2024. De acordo com o portal Capital News, a ala de Satu Camará tem agora 20 dias para contestar a decisão do Tribunal Regional de Bissau.
No Partido da Renovação Social, PRS, do falecido ex-presidente guineense, Kumba Ialá, fala-se que estariam a decorrer negociações entre as duas alas do partido: uma liderada por Fernando Dias da Costa e outra encabeçada por Félix Nandunge. As negociações seriam no sentido de reagrupar as bases deste que é o terceiro partido no último parlamento eleito, também dividido desde 2023.
Assim vai o cenário político guineense, neste período de transição em que se fala na realização de novas eleições legislativas e presidenciais em Dezembro.
Por: Mussá Baldé
rfi.fr/pt/
Cabo Verde: Ulisses Correia e Silva reconhece derrota e anuncia demissão do MPD
O líder do Movimento para a Democracia (MpD), Ulisses Correia e Silva e actual primeiro-ministro. LUSA - ELTON MONTEIRO
O primeiro-ministro cessante de Cabo Verde e líder do Movimento para a Democracia, assumiu a derrota do partido nas eleições legislativas e garantiu uma transição governativa “tranquila, pacífica e democrática”. Ulisses Correia e Silva anunciou que irá apresentar a demissão da presidência do MpD, abrindo caminho para uma nova liderança.
Num discurso marcado pelo reconhecimento dos resultados eleitorais, Ulisses Correia e Silva revelou ter contactado o presidente do Partido Africano da Independência de Cabo Verde -Francisco Carvalho, para felicitá-lo pela vitória alcançada nas urnas.
“Liguei ao presidente do PAICV, felicitando pelo resultado e desejando sucesso na governação, que continua a assegurar a boa governação de Cabo Verde”, declarou.
O líder do MpD destacou ainda a elevada taxa de abstenção registada no escrutínio, 53,"%, considerando que o fenómeno merece uma análise aprofundada.
Apesar da derrota, Ulisses Correia e Silva garantiu que o MpD continuará a desempenhar um papel ativo na vida política nacional, agora na oposição.
“O MpD vai assumir o seu papel no Parlamento, obviamente como oposição responsável e a continuar a servir Cabo Verde”, afirmou.
O primeiro-ministro cessante assegurou também que a passagem de pastas governamentais decorrerá com normalidade e dentro dos princípios democráticos.
“A transição será tranquila e pacífica, mostrando mais uma vez que Cabo Verde é uma democracia madura e que respeita as regras definidas nas relações institucionais”, sublinhou.
No plano interno do partido, Ulisses Correia e Silva anunciou que irá apresentar a demissão da presidência do MpD, abrindo caminho para uma nova liderança.
“Perante os resultados, é esperado que o presidente do MpD apresente a sua demissão. Eu vou pedir a demissão enquanto presidente do MpD para que, em convenção do partido, se possa escolher um novo presidente, novos órgãos e novos dirigentes”, declarou.
De acordo com os dados provisórios das autoridades eleitorais, o Partido Africano da Independência de Cabo Verde lidera contagem das eleições legislativas, com 88.390 votos, correspondentes a 46,6% dos votos expressos, e 33 deputados eleitos, num total de 72 assentos parlamentares.
O Movimento para a Democracia, partido actualmente no poder, soma 82.946 votos (43,7%) e 30 deputados, jà a União Cabo-verdiana Independente e Democrática registava 9.791 votos (5,2%) e dois deputados eleitos.
Faltam eleger sete deputados. Cinco pela diáspora, Europa e resto do mundo , Américas e Áfricas dois, e dois pela ilha de Santo Antão.
Por: Neidy Ribeiro
rfi.fr/pt/
Missão cumprida: CEDEAO CONDECORA TROPAS APÓS SEIS MESES DE OPERAÇÕES
O Comandante da Missão de Apoio à Estabilização da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) na Guiné-Bissau, Brigadeiro-General Dr. Dantani, afirmou, esta quinta-feira, 14 de maio de 2026, que as medalhas de reconhecimento atribuídas às forças de Estabilização testemunham a conclusão bem-sucedida do período exigido de serviço operacional nesta área de missão.
“Os elementos condecorados serviram diligentemente durante mais de 180 dias”, destacou.
Dr. Dantani falava na cerimónia de entrega de medalhas aos contingentes do Gana, da Nigéria e do Senegal, realizada no Clube das FARP, em Bissau.
Na sua intervenção, sublinhou que o evento representa um “marco significativo” da missão, por reconhecer e celebrar a dedicação, o profissionalismo e os sacrifícios do pessoal proveniente destes países, bem como dos oficiais do Quartel-General das Forças Armadas.
O responsável descreveu a parada de medalhas como uma tradição militar de grande valor, simbolizando o reconhecimento pelo serviço honroso, pela disciplina e pelo compromisso.
“As vossas conquistas são prova de resiliência, disciplina e de compromisso altruísta com o mandato da CEDEAO”, realçou.
Para o Brigadeiro-General, operar num ambiente estrangeiro implica desafios inerentes, como diferenças culturais, barreiras linguísticas, condições climáticas adversas e o afastamento dos familiares.
Apesar dessas dificuldades, salientou que os militares se mantiveram focados, profissionais e orientados para a missão. “A vossa conduta ao longo da missão foi exemplar, sem quaisquer relatos negativos que comprometam a integridade”, reforçou.
O comandante informou ainda que a força realizou diversas tarefas operacionais, incluindo patrulhas de domínio aéreo, patrulhas de curto e longo alcance, bem como serviços de guarda estática em instalações governamentais estratégicas.
Acrescentou que essas operações contribuíram significativamente para a manutenção de um ambiente seguro, permitindo ao Governo da Guiné-Bissau cumprir as suas responsabilidades constitucionais.
“É importante enfatizar que estes resultados foram possíveis graças à estreita colaboração com as Forças Armadas e os serviços de segurança da Guiné-Bissau. A sinergia, cooperação e a troca atempada de informações reforçaram a eficácia operacional. Por isso, expresso a minha profunda gratidão ao Chefe do Estado-Maior-General, aos Chefes dos Ramos, ao Inspetor-Geral da Polícia e ao Comandante-Geral da Guarda Nacional”, afirmou.
Dr. Dantani advertiu ainda que, para além das operações de segurança, a missão tem conquistado os corações e as mentes da população através de ações de cooperação civil-militar, incluindo assistência médica, consultas e apoio logístico às comunidades.
Neste particular, destacou que esses esforços fortaleceram as relações com a população local e reforçaram a legitimidade da missão, tornando os seus membros não apenas agentes de estabilização, mas também embaixadores da esperança, com impacto positivo na vida das pessoas, sobretudo da juventude.
Por: Aguinaldo Ampa
odemocratagb
Dois dirigentes suspeitos de desvio de dinheiro da federação guineense de futebol
Imprensa desportiva local adianta que se trata do presidente da FFGB, Carlos Teixeira, e do primeiro vice-presidente, Celestino Gonçalves
Dois altos dirigentes da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB) estão a ser investigados por suspeitas do desvio de 183 milhões de francos CFA (279 mil euros) da instituição, divulgou a Procuradoria-geral da República (PGR).
Num comunicado a que a Lusa teve acesso, o órgão responsável pela investigação informa que os dois altos dirigentes foram "constituídos suspeitos" de administração danosa, abuso de confiança e de falsificação de documentos, no âmbito do caso do "fretamento de avião para transporte da seleção nacional de futebol de São Tomé e Príncipe".
A Procuradoria não indica nomes, mas a imprensa desportiva local adianta que se trata do presidente da FFGB, Carlos Teixeira, e do primeiro vice-presidente, Celestino Gonçalves, ambos ouvidos nos autos, na quinta-feira, durante quatro horas, no Gabinete de Luta Contra a Corrupção e Delitos Económicos (GLCCDE).
De acordo com a informação da PGR, foi aplicada a medida de coação de obrigação de permanência no país, não podendo ausentar-se ao estrangeiro, nem do local onde vive sem a devida autorização judicial, ao presidente da Federação.
Carlos Teixeira terá ainda de apresentar uma caução de 82.800.000 francos CFA (126 mil euros), no prazo de 10 dias a contar da data de tomada de conhecimento.
Ao vice-presidente, Celestino Gonçalves foi aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência (TIR).
O Ministério Público entende estarem em causa "condutas relacionadas com o desvio" de 183.300.000 de francos CFA (cerca de 279 mil euros) disponibilizados pelo Governo guineense para o fretamento de um avião para o transporte ida e volta da seleção nacional de futebol de São Tomé e Príncipe a Guiné-Bissau.
O caso remonta a 14 de junho de 2023, data em que a seleção guineense defrontou a congénere de São Tomé e Príncipe num jogo relativo à fase de qualificação para a Taça das Nações Africanas 2023, entretanto, organizado em 2024, na Costa do Marfim.
O desafio decorreu em Bissau devido ao impedimento da Confederação Africana de Futebol (CAF) ao estádio nacional de São Tomé e Príncipe.
Ao invés de o jogo ser realizado num outro país, a Guiné-Bissau sugeriu que ocorresse em Bissau mediante o fretamento do avião para o transporte da seleção são-tomense e foi nessa base que o Governo disponibilizou mais de 183 milhões de francos CFA.
O Ministério Público guineense abriu um inquérito em 2024 por suspeita de que a verba não foi utilizada para o fim para que foi desbloqueada pelo Ministério das Finanças e, naquela ocasião, vários dirigentes da Federação foram ouvidos.
O processo foi arquivado por falta de provas até ser reaberto em março passado sob argumento da existência de "novos elementos probatórios" que teriam sido fornecidos ao Ministério Público guineense pela Polícia Judiciária do país em colaboração com a Interpol.
Numa cerimónia de apresentação do futuro Centro Técnico das seleções de futebol da Guiné-Bissau, numa localidade do interior, Carlos Teixeira, vulgarmente conhecido por Caíto, afirmou que vai continuar a projetar a imagem daquele desporto ao mais alto nível.
"A minha luta, a minha guerra, é contra aqueles que entendem que o Caíto é um obstáculo, aqueles que pensam que a Guiné-Bissau é apenas deles. A Guiné-Bissau pertence a todos os filhos desta terra", disse o dirigente para enfatizar que o país "está acima de todos".
record.pt/
domingo, 17 de maio de 2026
UM HERÓI PORTUGUÊS
Marcelino da Mata (1940-2021) foi um militar português nascido na então Guiné Portuguesa, em Ponte Nova, atual Guiné-Bissau. É o soldado mais condecorado do Exército Português, sobretudo pela sua atuação durante a Guerra Colonial Portuguesa (1961-1974), em especial no teatro da Guiné.
Ingressou no Exército Português ainda jovem e destacou-se como operacional de tropas especiais africanas, integrando unidades de comandos e forças irregulares que combatiam o PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde). Tornou-se conhecido pela eficácia em operações de combate, reconhecimento e infiltração em território controlado pela guerrilha.
Ex-Combatentes das Forças Armadas Portuguesas na Guiné-Bissau
Missão médico-cirúrgica portuguesa reforça cuidados especializados na Guiné-Bissau
Uma missão médico-cirúrgica portuguesa de Urologia decorreu durante o mês de abril no Hospital Militar Principal de Bissau, no âmbito do projeto Novos Horizontes para Cuidados Especializados e Telemedicina na Guiné-Bissau. A iniciativa reuniu dois urologistas, um anestesista e um enfermeiro portugueses, numa ação centrada na capacitação técnica e no reforço dos cuidados especializados de saúde no país.
A missão promoveu o trabalho conjunto entre profissionais portugueses e guineenses, com enfoque na partilha de conhecimento e no desenvolvimento progressivo de competências em cirurgia urológica, anestesia e cuidados pós-operatórios. O objetivo passou por contribuir para a melhoria da resposta assistencial e para a consolidação de práticas clínicas em contexto hospitalar.
Segundo os promotores, esta intervenção integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento dos cuidados especializados na Guiné-Bissau, baseada na formação contínua de profissionais de saúde, na melhoria das condições técnicas e no desenvolvimento da telemedicina. A aposta pretende reforçar o acompanhamento clínico e facilitar a colaboração à distância entre equipas médicas e instituições de saúde.
Ao longo de 2026, estão previstas novas missões médico-cirúrgicas e ações de formação especializada, numa perspetiva de cooperação sustentável e de reforço das capacidades nacionais no setor da saúde.
O projeto é implementado pela ONGD portuguesa Instituto Marques de Valle Flor, em parceria com o Hospital Militar Principal de Bissau, e financiado pelo Camões Instituto da Cooperação e da Língua, I.P.
EP-GB
Risco de vida nos transportes públicos no sul do país
A insegurança nos transportes públicos no sul do país está a colocar em risco a vida das pessoas. Na região de Quinará, especialmente no setor de Buba, surgiu uma nova forma de transporte público que preocupa muitos cidadãos devido às condições perigosas e à falta de segurança para os passageiros.
A população teme acidentes e pede mais fiscalização, melhores condições de transporte e maior responsabilidade das autoridades competentes para proteger a vida dos utilizadores.
Foto: Toni da Costa
REENCONTRO - NOVA LIDERANÇA
A nova Coordenadora-Geral da REFAMA, Doutora Mariana Pinto Martins, eleita para os próximos dois anos, declarou à TV Nha Fala que pretende trabalhar com espírito de união, diálogo e inclusão em prol do desenvolvimento de Mansoa.
Na sua intervenção, Mariana Pinto Martins apelou à união e colaboração de todos os filhos e amigos de Mansoa, destacando que somente através da colaboração, respeito mútuo e participação coletiva será possível fortalecer a REFAMA e alcançar os objetivos traçados para o futuro da organização.
A nova coordenadora reafirmou ainda o compromisso da sua equipa em promover iniciativas que valorizem Mansoa e reforcem os laços entre os cidadãos dentro e fora da cidade.
O NOSSO SILÊNCIO QUE MANTEM ESSA GENTE NO PODER
Olha como vive o nosso povo na nossa terra sofrida com quase nada, os guineenses vivem quase na humilhação enquanto há ostentação de um certo grupo de pessoas. Onde erramos como nação?
Não deixemos que o medo seja o nosso mestre e lei somos todos guineenses a juventude tem que se fazer ouvir, não fique como pássaro preso na gaiola é preciso retirar a venda preta na cara para enxercar o horizonte do futuro com coração limpo, puro e livre de mentiras e liberdade para gerações que hão de colher o que plantamos hoje. Ouvimos lamentos que a pátria foi levada pelas mãos de gatunos que venderam o orvalho e deixaram-nos com a sede no coração.
Há pessoas que deram tudo deles para libertarem esse país é certo que depois cometeram certos erros por serem limitados em certos aspetos, neste últimos doze (12)anos houve uma nova geração dos libertadores que estão a tentar manchar com narrativas falsas ( PAIGC ka gosta di muçulmanos ), para controlar a memória, hoje o povo acordou já sabem quem é que trouxe essa dor e ainda pisa nos pés. Propagandas, mentiras, falta comida, saúde, educação emprego para jovens e demais.
Planos maquiavélico contra vidas humanas, mas cuidado o povo já despertou; perseguições persistentes nos dias atuais calando grandes nomes e outros caídos de formas iguais e o povo observa tudo atentamente e sempre o mesmo padrão ( tentativa de golpe de estado, coronavírus, raptos espancamento, prisões arbitrarias e etc.) difícil de ignorar, o povo pergunta, mas ninguém quer falar por medo, mas porque é que assim contra o próprio irmão todos da mesma terra/nação? Será destino escrito ou algo por trás, ou é coincidência que se repita vezes demais?
Porque das perseguições? Porque calar as pessoas? Será que essas vozes incomoda assim tanto? Ou a negação da verdade? E não são filhos da mesma terra? Porque tanto medo? A liberdade existe na Constituição, mas quando falar a verdade, vem a seguir repressão. DSP, esta "preso" sequestrado na sua residência por dizer aquilo que o povo já começa a ver. Que país essa ( GUINE-BISSAU) onde estamos a viver, em que falar a verdade ainda vais sofrer.
O nosso silêncio é que os mantém no poder, mas atenção tirar um tirano no poder e colocar outro com rancor no coração é manter a mesma prisão, se a intenção da alternância for para vingar o altar da mudança apodrece é como drogar o carrasco e manter o chicote na mão ( é isso que foi feita pelo tal denominado alto comando militar), o sofrimento do povo e de DSP não é a moeda de troca ou que se esqueça, não se afunda um país sob a maldição, porque o olhar de Deus não se distrai e mede a pureza dos inocentes.
Se a verdade da intenção da fundação de qualquer alternância for o rancor qualquer império caí e a liberdade dos guineenses será apenas uma nova ilusão.
A mudança não mora no palácio, mas sim no coração onde o perdão é uma semente para nova construção para que a GUINE-BISSAU não seja uma eterna trincheira, mas lugar onde todos se sentam e partilham o "quinhão" ( cada kim um bocado na quil mesmo cabaz) com coração limpo. Queremos uma GUINE-BISSAU de todos, no colo de aurora da paz sem ferro que nos fere e nos rouba a paz em que o ódio vai embora .
IRMÃOS GUINEENSES LEVANTEM PARA CONSTRUIR AMANHA MELHOR.
sábado, 16 de maio de 2026
É com profunda tristeza e enorme sentimento de perda que recebemos a notícia do falecimento de Mário Coró, aos 76 anos de idade — uma verdadeira lenda viva do futebol nacional e uma das maiores referências da história do Balantas de Mansoa.
Desde 1969 até ao último dia da sua vida, Mário Coró dedicou-se de corpo e alma ao clube do seu coração e à sua terra natal, Mansoa. A sua história confunde-se com a própria história do Balantas de Mansoa e da cidade que tanto amou. Ao longo da sua carreira, recebeu vários convites para abandonar o clube, mas a sua fidelidade, amor e sentido de pertença falaram sempre mais alto. Escolheu permanecer ao lado do povo que o viu nascer e crescer.
Foi campeão pelo Balantas de Mansoa e representou com enorme honra e dedicação a Seleção Nacional da Guiné-Bissau, carregando sempre consigo os valores da humildade, da disciplina e do compromisso.
Depois de pendurar as chuteiras, não abandonou o futebol nem a juventude da sua terra. Continuou a servir o clube como Diretor de Campo, orientando e ensinando muitos jovens sobre os valores da vida, do respeito e da responsabilidade. Paralelamente, exerceu com grande dignidade a profissão de professor primário na cidade de Mansoa, contribuindo para a formação de várias gerações.
Mário Coró foi um homem de rara humildade, de trato fácil, sincero e sempre próximo das pessoas. Era difícil vê-lo zangado com alguém. A sua simplicidade e o seu caráter fizeram dele uma figura respeitada e admirada por todos.
Faltam palavras e adjetivos para descrever a grandeza humana e desportiva de Mário Coró. A sua partida deixa o futebol nacional mais pobre, mas o seu legado permanecerá eternamente vivo na memória do povo de Mansoa, da família Balantas e de todos os amantes do futebol guineense.
Hoje, despedimo-nos não apenas de um antigo jogador, dirigente e professor, mas de um símbolo, de um exemplo de fidelidade, dedicação e amor à sua terra.
Governo guineense reúne parceiros internacionais para atenuar impactos da crise global
O Governo da Guiné-Bissau reuniu hoje vários parceiros internacionais num "diálogo de alto nível" à procura de estratégias para atenuar os impactos no país da atual crise global.
No discurso da abertura do encontro, que junta numa unidade hoteleira de Bissau representantes de diversas agências das Nações Unidas, representações diplomáticas e instituições da cooperação multilateral e bilateral, o primeiro-ministro guineense, Ilídio Vieira Té, afirmou que a iniciativa representa "um momento de elevada importância política, estratégica e institucional" para a Guiné-Bissau.
"A crise internacional atualmente em curso, marcada pelas tensões envolvendo os Estados Unidos da América, Israel e o Irão, bem como pelas suas repercussões globais sobre os mercados energéticos, financeiros e alimentares, afeta de forma particularmente severa países com economias frágeis, fortemente dependentes das importações e ainda confrontados com limitações estruturais históricas", apontou o chefe do Governo guineense.
No discurso transmitido pela comunicação social local, Ilídio Vieira Té assinalou que a Guiné-Bissau "não está isolada" desses impactos, pelo que entendeu ser importante criar um "espaço estruturado de reflexão, concertação e mobilização de soluções".
A Guiné-Bissau "escolheu não permanecer passiva" perante riscos que ameaçam o bem-estar das populações, sublinhou o primeiro-ministro, apontando para "profundas tensões geopolíticas, volatilidade económica e perturbações nas cadeias de abastecimento", que se fazem sentir com o aumento dos preços da energia e de produtos alimentares.
O chefe do Governo notou que as ameaças atuais colocam em causa o próprio processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau, por isso, disse, o Governo de transição escolheu antecipar, dialogar, coordenar e agir.
Vieira Té salientou que a meta do diálogo com os parceiros internacionais é transformar as recomendações, que saírem desta iniciativa, em ações concretas que possam gerar resultados, evitar fragmentação, reforçar a coordenação institucional, alinhar prioridades, recursos, responsabilidades e construir verdadeiro mecanismo de seguimento.
"O Governo da Guiné-Bissau continua empenhado em aprofundar as reformas económicas e institucionais, melhorar a governação pública, reforçar a transparência, consolidar a disciplina orçamental e criar melhores condições para a confiança dos parceiros e dos investidores", enfatizou Vieira Té.
O chefe do Governo de transição afirmou ainda que a Guiné-Bissau "deseja afirmar-se como um parceiro sério, responsável e comprometido com o diálogo, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável" que não se limitará a gerir emergências.
Ilídio Vieira Té observa que o país "pretende fortalecer a segurança alimentar, melhorar o acesso à energia, reforçar a proteção social, consolidar a estabilidade macroeconómica" através de soluções sustentáveis de adaptação climática.
Em nome do povo e do Governo guineense, o primeiro-ministro de transição agradeceu "de forma especial" ao Sistema das Nações Unidas pelo apoio político e técnico pela organização do encontro.
Lusa
União Europeia já investiu mais de 700 ME na Guiné-Bissau – Embaixador
O embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau, Federico Bianchi, revelou esta Terça-feira, 12, que o bloco europeu já investiu mais de 700 milhões de euros em programas de desenvolvimento no país, ao longo de 50 anos de relações diplomáticas entre as duas partes. O diplomata falava à margem da abertura de um seminário em Bissau, [...]
O embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau, Federico Bianchi, revelou esta Terça-feira, 12, que o bloco europeu já investiu mais de 700 milhões de euros em programas de desenvolvimento no país, ao longo de 50 anos de relações diplomáticas entre as duas partes.
O diplomata falava à margem da abertura de um seminário em Bissau, dedicado à avaliação dos resultados das cadeias de valor do caju, manga, arroz e pesca, sectores considerados estratégicos para a economia guineense e que têm beneficiado de financiamento europeu.
Citado pela Lusa, Federico Bianchi sublinhou que os apoios europeus foram canalizados sobretudo para áreas como infra-estruturas, educação, saúde e agricultura, sectores considerados fundamentais para a estabilidade económica e social da Guiné-Bissau.
Além do impacto estrutural, a União Europeia pretende reforçar actividades económicas com capacidade de gerar rendimento directo para a população. O diplomata destacou que os sectores do caju, manga, arroz e pesca envolvem uma parte significativa dos guineenses e desempenham um papel determinante na segurança alimentar, emprego e exportações.
No caso das pescas, Bianchi salientou que a parceria entre Bruxelas e Bissau representa actualmente o terceiro acordo mais importante da União Europeia no mundo neste domínio. O acordo em vigor prevê a entrada de cerca de 100 milhões de euros nos cofres do Estado guineense ao longo de cinco anos, como compensação pela actividade pesqueira de embarcações europeias nas águas do país.
A dimensão do acordo reforça o peso estratégico da Guiné-Bissau no Atlântico africano, particularmente num contexto em que os recursos marítimos ganham importância crescente para a segurança alimentar global e para as economias exportadoras da África Ocidental.
O representante europeu garantiu ainda que a União Europeia continuará a acompanhar o processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau, defendendo uma cooperação focada na sustentabilidade económica e institucional.
O seminário, que decorre até esta Quarta-feira, numa unidade hoteleira de Bissau, reúne representantes do Governo, organismos internacionais, universidades, centros de investigação, organizações da sociedade civil, produtores e parceiros técnicos e financeiros.
Para Federico Bianchi, o encontro pretende igualmente “garantir a sustentabilidade” dos projectos financiados pela União Europeia, no âmbito do compromisso europeu com a transformação sustentável da economia guineense e com o fortalecimento do sector privado local.
Lusa
O FC Porto está preparado para dar início à festa do título de campeão da I Liga com uma programação que arranca com a entrega da taça após o apito final do último jogo frente ao Santa Clara.
Depois do FC Porto-Santa Clara, há festa 'rija' na Invicta
O FC Porto encerra mais cedo a época para poder dar início à festa 'rija' que vai acontecer pela cidade invicta. Depois do apito final para o arranque da última jornada da I Liga frente ao Santa Clara às 15h30, os dragões vão poder receber a taça de campeão às 18 horas.
Será nos Aliados que vai acontecer o primeiro momento musical com a atuação do Grupo Sons do Minho e, depois, seguir-se-á o desfile dos campeões europeus de Hóquei em Patins.
Já depois das 21h30, é esperada a chegada da equipa à Ribeira, onde vai existir um espetáculo pirotécnico na Ponte Luiz I e um show de drones. Os campeões nacionais vão seguir caminho até aos Aliados no trio elétrico e haverá mais uma atuação musical nos Aliados, desta vez os Red Light Italy.
Por fim, por volta da meia-noite, a equipa azul e branca vai chegar à Câmara Municipal do Porto, que terá um novo espetáculo pirotécnico e a chamada individual no desfile dos Aliados. Pedro Abrunhosa e Gavin James subiram ao palco para animarem a festa. Os festejos vão terminar com o hino do FC Porto e mais um espetáculo pirotécnico.
Fique com o Desporto ao Minuto e acompanhe, a par e passo, as principais incidências dos festejos de campeão do FC Porto pela cidade Invicta.
Em jogo morno, FC Porto bate Santa Clara antes da festa do título
A equipa azul e branca encerrou a época com um triunfo pela margem mínima frente ao Santa Clara, no jogo da 34.ª jornada da I Liga. Nota para as estreias de João Costa e Bernardo Lima nos dragões.
Depois de ter sido recebido no Estádio do Dragão com guarda de honra, o FC Porto venceu o Santa Clara pela margem mínima, na última jornada da I Liga. Os azuis e brancos não brilharam, ainda que se tenham superiorizado, e prometem deixar toda a animação na festa que se segue.
O jogo arrancou e, ao fim de poucos minutos, aconteceu uma homenagem a Pinto da Costa e Jorge Costa. Os adeptos portistas exibiram uma lona dos dois símbolos do FC Porto, acompanhada pela frase "O rei e o capitão entregam a taça ao campeão".
Aos seis minutos, o Santa Clara sofreu a primeira contrariedade com a saída forçada de Djé Tavares. O médio cabo-verdiano ainda tentou manter-se em campo, mas foi mesmo substituído para dar lugar a Andrey.
Passados dez minutos, os açorianos pediram penálti por mão de Gul na área, mas o árbitro não concordou e o jogo prosseguiu.
Na resposta, Borja Sainz serviu Rodrigo Mora, que rematou de primeira para uma boa defesa de João Afonso. Depois, aos 19 minutos, foi a vez de o Santa Clara tentar a sua sorte com um grande remate de Gustavo Klismanh. Só que a bola foi ter à malha superior da baliza de Diogo Costa.
A equipa visitante não se escondeu ao jogo e tentou ameaçar novamente com um remate cruzado de Gabriel Silva, mas saiu ao lado. Aos 29 minutos, é de notar que o FC Porto beneficiou de um livre direto batido por Kiwior, que tentou surpreender com um remate rasteiro. João Afonso não agarrou à primeira, mas remediou e aliviou o perigo.
O guardião de 19 anos voltou a ter dificuldades em agarrar a bola após um remate fortíssimo de Alan Varela, de fora de área, mas continuou a ser muito competente entre os postes.
Aos 35 minutos, o Santa Clara procurou a surpresa na saída em ataque rápido, mas Gabriel Silva chegou atrasado a um cruzamento de Torrão.
Até ao intervalo, o FC Porto continuou a tentar criar perigo com remates de meia distância, mas sem sucesso.
No segundo tempo, o Santa Clara assustou o Dragão com um remate de Diogo Calila, mas rasou o poste direito. Francesco Farioli respondeu com duas alterações com as saídas de Borja Sainz e Deniz Gul para as entradas de Oskar Pietuszewski e Gabri Veiga, respetivamente.
Aos 59 minutos, Rodrigo Mora deu nas vistas assim que assumiu o ataque do FC Porto, após a saída de Deniz Gul, como um falso 9. O médio escondeu-se entre os defesas e apareceu para cabecear na área, ficando muito perto de chegar ao golo.
Contudo, o golo acabou mesmo por surgir aos 69 minutos e deixou o FC Porto a vencer. No lado direito, Froholdt cruzou para a área e, na tentativa de interceptar a bola, Sidney Lima enviou a bola para dentro da própria baliza.
Logo de seguida, Francesco Farioli promove a entrada de João Costa, que se estreou com a camisola principal do FC Porto e recebeu a braçadeira de capitão. Por seu turno, Diogo Costa saiu de campo com uma grande ovação.
Nota para a saída de Francisco Moura com queixas físicas, após ser atingido com a bola na cara. O lateral saiu para o regresso de Nehuén Pérez, muito aplaudido no Dragão. Quem entrou para mais uma estreia foi Bernardo Lima.
Pérez entrou bem e podia ter feito o golo, mas foi por pouco. Antes Pietuszewski já tinha criado perigo com um belo remate para mais uma boa defesa de João Afonso.
O resultado não sofreu qualquer alteração e os adeptos fizeram a festa no Dragão. Segue-se a festa do campeão na despedida da época pela cidade do Porto.
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