segunda-feira, 2 de outubro de 2017

«NATÓ KA SUDÚ» MINISTRO DE URBANISMO RECONHECE IMPORTÂNCIA DA ESTABILIZAÇÃO POLÍTICA NA MELHORIA DO HABITAT



O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Urbanismo, Marciano Silva Barbeiro, afirma que a estabilização política e o desenvolvimento económico nacional são factores importantes para a concretização e a promoção do direito à habitação e a melhoria do habitat

Marciano Silva Barbeiro que falava, esta segunda-feira (02 de Outubro), durante a gravação da mensagem alusivo ao dia mundial do Habitat que se celebra anualmente, desde o ano 1984, na primeira segunda-feira do mês de Outubro, afirma também que a estabilização política poderá permitir a criação de condições financeiras necessárias ao investimento público. 

“É necessário que as transformações sejam acompanhadas por medidas de ordenamento do território, planeamento urbanístico e de edificação de habitações que irão facilitar e acompanhar o próprio desenvolvimento das cidades, tornando-as mais seguras e resilientes”, explica.

O ministro de Habitação e Urbanismo convida ainda as pessoas a reflectirem sobre as cidades habitadas porque, segundo ele, muitos problemas enfrentados actualmente são criados pelos comportamentos quotidianos das pessoas.

“É fácil verificar a existência de práticas sociais e hábitos que não se coadunam com a vivência urbana e que podem trazer-nos grandes problemas de saúde pública”, critica.

Este ano o dia mundial do Habitat é comemorado sob o lema “Políticas Habitacionais: Moradias Acessíveis”. Neste dia todos os países são chamados a reflectir sobre o meio em que vivem e são desafiados a repensarem as suas políticas habitacionais.

Uma das maiores dificuldades enfrentadas na Guiné-Bissau é a política de urbanização e das construções habitacionais e muitas ruas ficam sem saídas devido a construções habitacionais precárias.

Embora estas dificuldades o ministro guineense reconhece que as políticas habitacionais desempenham papel catalisador no desenvolvimento socioeconómico gerando empregos e reduz a pobreza.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi/radiosolmansi com Conosaba

domingo, 1 de outubro de 2017

APÓS RESULTADOS DO PSD,.,PASSOS COELHO "NÃO TEM CONDIÇÕES" PARA CONTINUAR


A antiga ministra das Finanças confessou-se "atónita, chocada, e abalada" com os resultados "demasiado maus" do PSD nas eleições autárquicas.



Na antena da TVI, a antiga ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, revelou que os resultados do PSD nestas eleições autárquicas foram "demasiadamente maus"

Nesta senda foi questionada sobre se considera que o líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, tem condições de continuar a ser líder, ao que, sem hesitação, Ferreira Leite respondeu: "Não, não tem".

"Estou atónica, chocada. Os resultados são demasiadamente maus para uma pessoa como eu, que gosto do partido, não estar um bocadinho abalada", declarou a antiga governante 'laranja'.

Concretamente sobre os resultados mais 'pesados', Ferreira Leite destacou, na antena da TVI, como não sendo "indiferentes" os resultados de Lisboa e do Porto, onde Teresa Leal Coelho arrisca ficar atrás de Assunção Cristas e Álvaro Almeida atrás do PS, respetivamente.


O ENCONTRO ENTRE O PRIMEIRO MINISTRO DA GUINÉ BISSAU E O SEU HOMOLOGO DE PORTUGAL ULTRAPASSOU DE LONGE AS EXPECTATIVAS INCIAIS



O GENERAL SISSOKÓ EMBALÓ PRIMEIRO MINISTRO DA GUINE BISSAU VISITOU PORTUGAL ONDE MANTEVE ENCONTROS DE TRABALHO COM O SEU HOMOLOGO ANTÓNIO COSTA DE PORTUGAL.



SOBRE O CONTEÚDO DOS ENCONTROS AINDA NÃO CONSEGUIMOS APURAR, CONTUDO, VAMOS APRESENTAR ALGUMAS FOTOGRAFIAS QUE ILUSTRAM O AMBIENTE AMISTOSO E PROPICIO PARA BOAS CONVERSAS E ENTENDIMENTOS:












ACOMPANHARAM O GENERAL SISSOKÓ EMBALÓ NESTA VISITA O MINISTRO DE ESTADO E DOS COMBATENTES E REINSERÇÃO SOCIAL ARISTIDES OCANTE DA SILVA, MINISTRO FERNANDO VAZ DO TURISMO, O EMBAIXADOR HELDER VAZ E O DIRECTOR GERAL DO PROTOCOLO DE ESTADO ROGÉRIO HERBERT.

AGUARDAMOS O REGRESSO DA COMITIVA DO PRIMEIRO MINISTRO PARA MAIS PORMENORES.

Publicada por Ditadura do Progresso à(s) 

Conosaba

PORTUGAL - ISALTINO MORAIS ELEITO PRESIDENTE DA CÂMARA DE OEIRAS - PROJECÇÕES


O ex-presidente da Câmara de Oeiras Isaltino Morais venceu hoje as eleições autárquicas no concelho, derrotando o seu antigo 'número 2', Paulo Vistas, que lidera atualmente o executivo, segundo as projeções das televisões.



Segundo a projeção da TVI, Isaltino Morais, que cumpriu uma peça de prisão por fraude fiscal e branqueamento de capitais, obteve 42,2% a 47,2% dos votos.
Conosaba/Lusa

ONG DEFENDE TUTELA DA ONU PARA GUINÉ-BISSAU

Braima Mané, presidente da Associação Movimento Cantanhez (à direita)


Associação Movimento Cantanhez argumenta que autoridades desmonstram incompetência para governar país e que é preciso ajuda das Nações Unidas. Para presidente do grupo, Guiné-Bissau já não é mais um Estado soberano.

Depois de longos anos de reflexão, a Associação Movimento Cantanhez propôs este sábado (30.09), numa sessão pública em Lisboa, que a Guiné-Bissau seja colocada sob a tutela das Nações Unidas como uma forma de solucionar a crise política no país.

O projeto é apresentado publicamente no dia em que termina o prazo para o cumprimento do Acordo de Conacri e chega ao fim o mandato da força de interposição militar da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) na Guiné-Bissau, a ECOMIB.

"Chegamos à conclusão que a única solução para a Guiné-Bissau é a tutela das Nações Unidas", afirmou à DW África Braima Mané, presidente da associação, que veio de Bruxelas até Lisboa para fazer a apresentação pública da proposta.

Segundo Braima Mané, políticos e militares têm demonstrado uma "incompetência grosseira" e "falta de visão" para o desenvolvimento do país. "Há uma traição daquilo que foi o ideal da luta de libertação", afirma, acrescentando que "o exercício da atividade política resume-se ao negócio de enriquecimento pessoal à custa do povo guineense". "As pessoas vão para a política para ganhar a vida. Tem sido assim nos últimos 43 anos", diz.


Braima Mané: "A democracia resume-se a ida às urnas mas, logo a seguir, ninguém respeita a escolha do povo"

O grupo revela estar em contato com especialistas em Direito Internacional e acredita que há matéria a explorar que poderá justificar a tutela por parte da ONU, apesar de reconhecer que essa "não será uma tarefa fácil".

O projeto está a ser trabalhado desde 2014, mas a ideia vem desde os tempos de Braima Mané como estudante em Coimbra, onde se formaram muitos membros da associação. Para este fim, a Associação Movimento Cantanhez pretende envolver os guineenses de todos os quadrantes, em alternativa à inércia da classe política, que, segundo Mané, não tem sabido resolver os problemas do país. "Queremos a adesão ampla da sociedade civil", destaca.

O Movimento Cantanhez inspira-se numa das primeiras áreas libertadas da Guiné-Bissau durante a guerra colonial. "Escolhemos o nome Cantanhez simbolicamente para marcar um recomeço para a jovem nação guineense e refundar o Estado de Direito que não existe", explica Braima Mané.

"Acordo de Conacri é ineficaz"

Um dos fundamentos que justificam a proposta do movimento é a ausência de democracia, apesar de se realizarem eleições na Guiné-Bissau. "A democracia resume-se a ida às urnas mas, logo a seguir, ninguém respeita a escolha do povo", afirma.

Além disso, o Parlamento continua inoperante, a Guiné-Bissau não dispõe de meios para controlar todo o território, a base da dieta alimentar é o arroz, e o país não é autosuficiente para exportar parte de sua produção. "A Guiné tem solo fértil e seis meses de chuva, mas continua a importar arroz", lamenta.

Braima Mané classifica o Acordo de Conacri como um "episódio sem importância que não tem sentido nenhum", uma vez que o país tem uma Constituição. Ele defende que a crise poderia ser resolvida unicamente com recurso à lei fundamental.

"O acordo não é concreto. Do nosso ponto de vista, aquilo foi mais uma perda de tempo. Rasgaram uma página da Constituição. Isso só prova que a Guiné-Bissau já não é um Estado soberano, não tem requisitos de um Estado. Daí a necessidade de colocar o país sob a tutela das Nações Unidas com vista a preservar o que de bom existe", considera.

Segundo o presidente da associação, é preciso reformar as instituições e, depois de um período alargado de tempo, a ONU deve entregar o país ao povo guineense sem os males que assolaram a Guiné-Bissau nos últimos 43 anos. O grupo contradiz o Presidente guineense, José Mário Vaz, por ter afirmado que a solução da crise não está nas mãos da comunidade internacional, mas sim dentro da Assembleia Nacional Popular. A instituição, insiste, não funciona desde 2015.

A Associação Movimento Cantanhez, com sede em Coimbra, reuniu-se este sábado num hotel em Lisboa, um dia antes de membros do grupo terem tentado, simbolicamente, fazer o cerco a José Mário Vaz, que está de passagem por Lisboa, a quem qualifica de ditador.

Conosaba/DW


«TRICO-FAY» FAZ SEXO COM O GENRO (MARIDO DA FILHA) E TENTA ATROPELÁ-LO PARA ESCONDER O CASO



Kathleen Davis, uma mulher de 58 anos, que manteve relções sexuais com o marido da filha, Michael, de 33 anos, tentou atropelar o amante para esconder o caso.

De acordo com o jornal The Mirror, Michael terá confessado à mulher que tinha uma relção extra-conjugal com a mãe desta. Quando Kathleen soube, ficou furiosa com a ideia de que a filha a pudesse vir a odiar e agiu violentamente contra o homem de 33 anos.

Os factos ocorreram na Florida, EUA. Michael contou à polícia que começou por ouvir barulhos no exterior da sua casa. Quando abriu a porta, o homem deparou-se com a amante, de 58 anos, a atirar ovos contra a sua habitação e o seu carro.

Conosaba/noticias.mozmassoko.

«ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS EM PORTUGAL» A FLUÊNCIA ÀS URNAS SOBE PARA 22,05% AO MEIO-DIA



Dados do Ministério da Administração Interna permitem um olhar otimista relativamente à abstenção. Maioria do líderes partidários já votou, bem como o presidente.

Acompanhe em baixo tudo sobre este dia de eleições:



Nas últimas eleições autárquicas, em 2013, a afluência às urnas até às 12:00 situou-se nos 19,44%, abaixo dos valores registados nas anteriores eleições autárquicas.

Em 2009, à mesma hora, a afluência às urnas era de 21,3% e, em 2005, de 20%.



Conosaba/Lusa